Corretor de Imóveis

O guia prático do corretor de imóveis para ser o melhor da região

A concorrência sempre existe. E quem trabalha no ramo da corretagem de imóveis sabe que essa realidade pode ser feroz. A boa notícia é que, para bons profissionais, isso não representa uma grande ameaça. Ao contrário: pode ser um combustível para conquistar mais clientes e melhorar as vendas e seu relacionamento com eles.

Mas para conquistar esse status de relativa calma diante de tantos concorrentes, é preciso estudar e se especializar, buscando a melhoria contínua no seu ramo de atuação. E é exatamente por isso que elaboramos este guia prático do corretor de imóveis.

Obstáculos e problemas fazem parte, mas, ao entender melhor esses desafios e necessidades, fica bem mais fácil pensar em soluções e práticas que te ajudem a fechar mais e melhores negócios.

Por isso, aqui você encontrará ferramentas e estratégias para aperfeiçoar todas as tarefas envolvidas no seu trabalho: planejamento, atendimento, vendas e marketing.

Aplicadas em conjunto, elas têm o poder de fazer com que você consiga ser um profissional ainda melhor, e obtenha o merecido destaque na sua região de atuação. Então, o que está esperando? Comece a leitura agora mesmo e aproveite cada uma das nossas dicas!

Invista em conhecimento

O médico, professor e escritor brasileiro, Augusto Cury, diz:

Procure a sabedoria e aprenda a escrever os capítulos mais importantes de sua história nos momentos mais difíceis de sua vida.

É por isso que não poderíamos começar o nosso guia prático do corretor de imóveis de outra forma.

Conhecer significa tomar consciência de algo novo, trazer novas informações para a memória. E o mais interessante sobre isso é que, contrário ao que muitos pensam, ele é dinâmico, mudando de acordo com a época, as pessoas, suas necessidades e desejos.

Nesse sentido, você sabe como você pode conseguir aprender mais? Vejamos algumas formas bem práticas e fáceis:

1. Capacitação contínua

Para conseguir seu CRECI, você provavelmente fez um curso de formação para profissionais de corretagem de imóveis, certo? Bom, você se engana se pensa que a sua educação deve parar por aí.

É muito importante realizar o que muitos profissionais chamam de “reciclagem”. Trata-se de cursos, workshops, treinamentos e outros formatos que visam trazer para os profissionais imobiliários novidades nos mais diversos aspectos de sua carreira.

Esses eventos, alias, também costumam ser ótimas formas de se entrar em contato com outros corretores, às vezes de regiões distantes da sua. Pessoas com quem você pode trocar diferentes experiências, sucessos e fracassos, ambos aprendendo como aprimorar suas técnicas.

2. Leituras

Não é à toa que se produz tanto conteúdo, sobretudo na internet. São artigos, livros, pesquisas e tudo mais que você pode imaginar, para ajudá-lo a resolver aquela dúvida que parece não ter solução, ou indicar uma nova forma (muito mais eficiente) de organizar sua carreira.

Por isso, procure boas fontes de informação (blogs, sites, revistas, livros) e aproveite o que eles podem te oferecer!

3. Rede de contatos

Também conhecida como networking, é sempre importante de se manter ativa. É geralmente por meio dela que as novidades chegam — além, é claro, de apresentar grandes oportunidades de negócios, parcerias e afins.

E uma boa forma de se fazer isso, hoje, é aproveitar as mídias sociais. Com elas, você não só pode estar mais próximo para saber de eventos e informações, mas também têm à disposição um canal para conversar (via texto, áudio ou chats, com e sem vídeo).

4. Grupos de pesquisa

Outra forma interessante de ampliar seus conhecimentos profissionais é criar ou participar de grupos de pesquisa.

Sim — à primeira vista, a ideia pode parecer um pouco antiquada, como algo dos tempos de colégio, mas, acredite: ainda é uma excelente opção para descobrir mais sobre suas habilidades e competências, e melhorá-las.

Como? Basta encontrar outros profissionais com problemas afins e criar um grupo numa rede social, no WhatsApp, ou mesmo em um ponto de encontro físico. Com várias cabeças pensando juntas, fica mais fácil encontrar uma resposta para um problema que, sozinho, parecia ser impossível solucionar.

E o mais legal dos grupos é que você não precisa, necessariamente, estar com outros corretores de imóveis. Dependendo da questão a ser resolvida, o contato pode ser feito com profissionais das mais diversas áreas — o que, além de tudo, ainda representa uma chance de conseguir mais clientes.

5. Material audiovisual

Realmente, não é só de leituras e contatos que o conhecimento é construído. Então, aproveite a amplitude da internet para encontrar conteúdo também em áudio ou audiovisual.

Imagine só encontrar um podcast que você pode ouvir no caminho para o trabalho, ou talvez uma série de vídeos que mostrem, de forma mais prática, aqueles conceitos sobre os quais você já leu mas não conseguiu entender direito. Uma maravilha da modernidade!

Contudo, lembre-se de que mais importante do que somar novos dados é incorporar o aprendizado à sua rotina.

Adote um CRM

CRM é uma sigla inglesa que significa Customer Relationship Management — traduzindo: Gestão de Relacionamento com o Cliente.

Nesse sentido, o CRM pode ser entendido como uma estratégia para a melhoria e ampliação dos resultados de vendas. Ele é implantado a partir de uma ferramenta de captação, armazenamento e cruzamento de dados de clientes e prospects.

Como funciona o CRM?

Imagine a seguinte situação — que talvez até seja próxima de alguma que você já tenha vivido: Maria liga para o seu escritório, querendo fechar o negócio naquele imóvel que visito no mês passado.

Você, para ganhar tempo, responde com um “Lógico!”, completando que vai pesquisar, coletar as informações e ligar de volta. Maria então desliga, antes que você possa pegar o seu número (ela ligou no seu fixo).

Você passa a correr, buscando na memória, nas anotações no caderno e na agenda, nos e-mails, nos contatos do celular… Quem será a tal Maria? Qual imóvel ela quer? E qual é o número dela? Enfim, uma situação desesperante, não?

Pois, a partir do momento em que você tem um CRM implantado e alimentado corretamente — com um cliente ou prospect a cada contato —, mesmo que a ligação se dê daquela forma, fica infinitamente mais fácil encontrar a Maria, os imóveis vistos por ela e seus dados de contato.

E mesmo que não saiba exatamente qual das propriedades visitadas foi a escolhida, você pode retornar a ligação informando quais, dos visitados, ainda está disponível. E, assim, sem sustos e em um curto espaço de tempo, retornar a uma negociação.

Como usar o CRM no setor imobiliário?

Para que seja completo este guia prático do corretor de imóveis, é preciso ir além do óbvio. E, no caso do CRM, não é diferente. Ele não serve apenas para te tirar do sufoco na hora de saber qual imóvel cada cliente visitou. Na verdade, um bom sistema pode te fornecer outras informações valiosas sobre o seu negócio, como:

1. Dados estatísticos

Que tal descobrir quais são as áreas e bairros que os clientes mais procuram? Ou, então, qual tipo de imóvel é mais buscado? Além disso, o sistema de gestão de clientes ainda te ajuda a saber o faturamento, quantos cadastros realizados, o número de atendimentos…

É possível, inclusive, descobrir como anda a sua produtividade. Afinal, você sabe a porcentagem dos seus atendimentos que se concretiza em vendas? O CRM pode te dar essas informações.

2. Perfil do cliente

Muitos corretores trabalham com um rápido questionário, que permite descobrir qual é o perfil do contato. Imagine, contudo, poder de armazenar todos esses dados para poder retomá-lo em outra hora, sem depender da memória?

Ao ter acesso a esses perfis dos clientes, fica muito mais fácil saber como fazer uma aproximação e desenvolver uma relação de confiança — tarefas importantes e bem complicadas da corretagem de imóveis.

3. Atendimento

Obviamente, ao ter esse acesso rápido e fácil aos perfis e atendimentos de clientes, o seu atendimento passa a ser muito mais rápido e assertivo.

Se você trabalha com locação, por exemplo, pode criar avisos para saber de contratos que estão próximos do fim, para já se antecipar às negociações e trâmites envolvidos. Também pode ter uma chance de fazer um contato com atendimentos anteriores, para descobrir se ainda precisam dos seus serviços.

Tudo isso faz com que o seu trabalho renda mais, e você deixe de ser apenas um profissional receptivo para trabalhar ativamente na conquista de clientes e no fechamento de novas vendas.

Anuncie imóveis na internet

Sabemos que a internet é um universo de oportunidades, portanto, também não poderia ficar de fora do nosso guia. O corretor precisa aprender a usá-la a seu favor, e uma das formas mais fáceis de fazê-lo é a partir do anúncio de sua carteira de propriedades.

Mais opções, acesso mais fácil

É cada vez mais comum a procura de propriedades para compra ou aluguel pela internet. Rápida e prática, essa é uma plataforma que dá ao cliente a possibilidade de fazer, ele mesmo, uma pré-seleção, chegando até você já com dados que te ajudarão a entender o que ele procura.

Outra facilidade de oferecer sua carteira na internet é que, dessa forma, você permite que clientes de outras cidades ou estados planejem sua mudança sem a necessidade de ficar viajando para fazer uma pré-seleção dos imóveis.

Aliás, recentemente, com as imagens em 360 graus e vídeos (gravados, ou ao vivo), há quem já feche negócio com apenas uma única visita!

Diante disso, crie uma bela vitrine de tudo o que você tem a oferecer e use o site da sua imobiliária, as redes sociais e os classificados online como mais uma forma de trazer os clientes até você.

Compartilhamento de links

Já que falamos da praticidade na hora de oferecer diferentes opções para os mais variados clientes, precisamos falar também sobre como é prático ter links de cada imóvel para compartilhar.

Hoje, a comunicação é muito facilitada no meio online. Um cliente que procura um apartamento com perfil X, por exemplo, pode achar outro, que é perfeito para seu irmão. Então, copia o link e já o passa por mensagem ou e-mail.

Ou, talvez, um cliente pode entrar em contato com você via celular, e já receber, pelo mesmo meio, alguns links de propriedades.

Dependendo da situação, você pode até lançar mão dos encurtadores de URL, que transformam longos endereços em sites curtos (alguns permitem até customizar o link para que você possa saber a referência.

Agilidade e praticidade

Nos classificados de jornal, um cliente faz suas seleções: cidade, bairro, apartamento ou casa, número de quartos. Depois, passa a ler os “tijolinhos”, marcando os que lhe interessam. Só que é difícil conseguir todos os detalhes assim, a partir de poucas palavras e abreviações. Então, ele liga para você, corretor, marcando uma visita.

Muitas vezes, no entanto, quando ele chega na porta e vê a fachada ao vivo, diz que não era bem isso que estava procurando e vai embora. E, de fato, quando o primeiro contato é iniciado com uma frustração, fica bem mais difícil estabelecer uma relação de confiança.

Tendo tudo isso em mente, ao já oferecer uma página com fotos, vídeos e informações, você poupa bastante tempo — seu e do seu cliente, para escolher algo que valha uma visita. O que otimiza o processo e aumenta as chances de venda.

Potencialize o marketing boca a boca

Uma das formas mais antigas de marketing é o clássico boca a boca. Um cliente fala para outro, que repassa para um terceiro, que comenta com o seu círculo… E por aí vai.

Mas, para que esse seja um ciclo produtivo, de fato, o mais importante é que o serviço que você presta seja de qualidade. Senão, esse repasse de pessoa a pessoa, em vez de indicá-lo, servirá para que outros se afastem de você.

Já demos várias dicas até agora sobre como ser um profissional melhor — e, sinceramente, se você está lendo um guia prático do corretor de imóveis, é muito pouco provável que não seja competente na sua área de atuação.

Portanto, voltemos ao que interessa. Ao contrário do que muita gente pensa, o marketing boca a boca não conta apenas com a sorte. Trata-se de uma ferramenta que pode ser planejada e estruturada, e ajuda bastante quem está começando a estabelecer sua marca no mercado.

Mas, então, você sabe como fazer mais gente falar bem do seu serviço?

1. Participar na comunidade

As pessoas da sua região te conhecem? Para indicá-lo, é preciso que elas saibam, ao menos, o fundamental sobre um profissional. Mas não estamos falando apenas de saber apontar para seu escritório quando alguém perguntar por sua imobiliária.

A questão aqui é fazer parte da comunidade. E uma boa forma de fazer isso é participar de causas sociais ou realizar uma trabalho voluntário. Não precisa ser nada grande ou custoso, mas é fundamental que tenha estas duas características: consistência e verdade.

Traduzindo de forma bem prática, significa fazer algo de verdade, com o seu coração, e de forma regular.

Você pode se tornar um ponto de coleta de itens (alimentos, roupas) para um asilo ou ONG, por exemplo, fazer parte de grupos que distribuem lanches para a população de rua, ou participar de programas de voluntariado para dar aulas.

Enfim, descubra o que toca o seu coração, e o que você pode fazer para ajudar o próximo. Além de te fazer conhecer mais pessoas, isso te ajudará a divulgar os seus serviços. E, acima de tudo, ainda te fará bem.

2. Saber divulgar a si mesmo

Não espere a sua clientela perceber sozinha que os seus negócios estão melhorando, ou que você fechou uma venda importante: divulgue.

E a melhor forma de fazer isso é por meio dos melhores clientes, pessoas com que você já tem uma relação de confiança estabelecida. Isso porque, se você chega em um primeiro contato listando, de cara, os seus feitos, é possível que ele ache que você está apenas se gabando.

Assim, uma forma bem simples e prática de se divulgar é enviar um cartão (talvez com um brinde) para os melhores clientes, com um texto que relate suas conquistas e valorize a participação deles para o seu crescimento.

3. Não esquecer dos clientes antigos

Nunca esqueça quem te ajudou desde o começo, não importa o quanto você tenha crescido. Programe ativações desses contatos de forma periódica — inclusive, o CRM pode entrar aqui para lembrar de aniversários ou outras efemérides.

Essa valorização contínua, ainda que singela, faz com que o cliente certamente se lembre de você quando alguém solicitar uma indicação de corretor de imóveis. E você ainda conquistará mais um cliente, apenas por permanecer junto dos antigos.

4. Resolver problemas: uma oportunidade

Essa é uma área ainda muito pouco explorada — talvez pela dificuldade que muitos profissionais (e até empresas) costumam ter com a resolução de problemas.

De fato, nem sempre tudo vai dar certo. Nem todo negócio sairá às mil maravilhas. Mas isso não é o fim do mundo, nem precisa ser motivo para azedar uma relação ou criar uma má impressão dos seus serviços. Pelo contrário: pode ser uma boa chance de conquistar um admirador do seu trabalho.

E o primeiro passo para nutrir uma boa resolução de problemas é ter rapidez no retorno. Lembre-se: quem tem um problema tem pressa para solucioná-lo. Imagine o medo de uma pessoa que acabou de realizar a maior compra da sua vida e ver que algo deu errado?

Se um cano estoura no apartamento recém-vendido, por exemplo, quanto mais tempo o cliente ver a água jorrando e estragando chão, mobília e paredes, pior será sua relação com ele. Então, coloque-se no lugar do cliente, e pense no que você pode fazer para resolver o problema da melhor forma, e no menor de tempo.

Use as redes sociais a seu favor

Já falamos um pouco sobre elas, mas, como esse é um guia prático, é preciso ter um cuidado extra para abordá-las. Afinal, sabemos que as redes sociais representam um canal de marketing e atendimento vital para o corretor imobiliário, atualmente.

Aliás, você sabe, mesmo, o que elas podem fazer pelo seu negócio? Além de permitir que você divulgue sua carteira de imóveis, conteúdo, e faça propaganda, também são um eficiente canal de atendimento e vendas. Uma plataforma gratuita, que oferece troca de mensagens, chat e muito mais!

Para te ajudar a usá-las da melhor forma, separamos algumas boas práticas para você aproveitar ainda mais os seus perfis e fanpages. Vejamos:

1. Planeje seus canais

Não adianta achar que presença online é criar perfis em todas as redes sociais do mundo. É preciso entender que um perfil, ou página, só funciona se for administrado e cuidado. E isso dá trabalho.

Portanto, veja, de acordo com seu público e região de atuação, quais são aquelas que merecem maior atenção, e concentre nelas os seus esforços.

2. Planeje seu conteúdo

Perfis e páginas não são veículos de propaganda, pura e simplesmente. Aliás, é difícil que você consiga seguidores se a sua página tiver apenas postagens como “COMPRE” e “ALUGUE”. Pode ser até que tenha visitantes esporádicos, mas, na verdade, pessoas procuram conteúdo relevante e consistente.

Uma casa costuma ser a maior compra realizada durante a vida, e as redes sociais são um canal popular para mostrar o seu domínio sobre a sua área de atuação. Em outras palavras: elas precisam perceber que você não só negocia imóveis, mas ajuda a resolver problemas, e a conquistar sonhos.

3. Participe de grupos

Essa é uma forma bastante inteligente de divulgar seu trabalho e sua carteira de imóveis nas redes sociais. Existem muitos grupos, inclusive, especializados em imóveis em determinadas cidades, bairros ou regiões.

Essas comunidades também são boas fontes de pesquisa de concorrência, valores praticados e até de oportunidades para aumentar sua carteira de imóveis e de clientes. Por isso, reserve um tempo na sua agenda para vasculhar conteúdos, postar seus anúncios e encontrar outros grupos para participar.

4. Invista em propaganda

Muitas redes sociais já entenderam o seu poder para vender anúncios. E, ao contrário das mídias impressas, seus valores costumam ser bem mais atraentes.

Além disso, em algumas delas, é possível decidir com uma precisão incrível quem verá o seu anúncio (por idade, sexo, localização, interesses etc.). Sem mencionar o orçamento e a duração da ação, que também podem ser decididos por você.

Portanto, pesquise bem para descobrir o que cada rede pode te oferecer, e invista em seus anúncios.

5. Interaja com o seu público

Redes sociais são, por definição, espaços para a interação. Então, participe! Comente, curta, mencione, compartilhe… Aproveite seus canais para levar informações interessantes ao seu público.

Use, também, o chat ou a troca de mensagens privadas como forma de atendimento. Essas são estruturas gratuitas e de fácil acesso — tanto para você e para o cliente. Incorpore-as aos seus canais oficiais e ajude o seu público a chegar até você!

Enfim, esperamos que você tenha gostado deste nosso guia prático do corretor de imóveis. Tentamos, com esse material, levantar as principais questões que envolvem o seu dia a dia, oferecendo soluções e dicas possíveis para que você continue se aprimorando na sua profissão.

Agora, aproveite que as informações ainda estão frescas na sua memória, sente-se e planeje como essas ideias em prática! Não tenha medo do diferente, ou dos erros. Eles fazem parte do processo de aprendizagem, e te ajudarão a superar os obstáculos para conquistar o merecido sucesso!

E, se gostou das nossas dicas de informações, deixe-nos o seu comentário! 

Corretor de Imóveis

Conheça a força das mulheres no mercado imobiliário

As mulheres no mercado imobiliário ganharam posição, destaque e se consolidaram como profissionais. Elas estão com tudo: representam mais de 40% da força que impulsiona os negócios com imóveis no país.

Entre direitos, deveres e conquistas, as corretoras estão em toda parte, ocupando posições antes reservadas somente aos homens. Continue a leitura e descubra toda a força dessas profissionais!

Como a mulher pode atuar nessa área?

Elas atuam em imobiliárias, estandes de lançamentos e como autônomas. Além de trabalharem nessas frentes, as mulheres ainda participam ativamente da vida das entidades de classe ligadas à corretagem de imóveis.

Lado a lado com os homens, ocupam posições de grande influência em diversos dos conselhos e sindicatos de corretores: como conselheiras, diretoras, vice-presidentes e presidentes.

Trajetória das mulheres no mundo imobiliário

Por incrível que possa parecer, faz menos de 60 anos que as mulheres começaram a trabalhar como corretoras. Até 1958, elas eram proibidas, pelo Código Comercial Brasileiro, de exercer a atividade.

A partir da mudança no Código, essas profissionais passaram a escrever sua história no mercado imobiliário. Primeiro, com tímida representatividade. E ao longo do tempo, principalmente após a década de 1990, de forma mais expressiva.

Participação feminina na corretagem de imóveis

Nos dias atuais, as mulheres já totalizam mais de 40% do contingente de profissionais de corretagem do país. Essa informação foi divulgada pela Federação Nacional dos Corretores de Imóveis (FENACI).

Uma pesquisa realizada pelo Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Rio de Janeiro (CRECI-RJ) mostra como elas vêm mesmo ganhando espaço. O levantamento, divulgado pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (ADEMIRJ), mostra um aumento de 122% no número de mulheres que trabalha nessa área no Rio. Essa evolução se deu em uma única década: de 2006 a 2016.

Desafios enfrentados pelas corretoras

Mesmo com tantas conquistas na bagagem, as mulheres que atuam como corretoras ainda se deparam com desafios. Dentre eles, está o fato de ter que lidar com a dupla jornada de trabalho, questão vivenciada pela maioria das trabalhadoras de todos os setores.

Se a dupla jornada provoca sobrecarga em praticamente todas as mulheres, com as corretoras a dificuldade acaba sendo até maior. Isso porque, quando se trata de atender à clientela, restrições de dia e horário são deixadas de lado.

Afinal, inserida em um mercado altamente competitivo, essa profissional acaba tendo que adequar sua disponibilidade às necessidades dos clientes. Desse modo, não raro executa seu trabalho aos finais de semana e feriados, bem como em horários atípicos.

Quais são as vantagens de trabalhar com imóveis?

Se a dupla jornada joga contra as mulheres corretoras, os benefícios da profissão pesam a favor de quem decide fazer dos imóveis seu ganha pão. Confira, abaixo, 5 vantagens proporcionadas por esse ofício:

  1. possibilidade de crescer na profissão — coordenação de equipe, gerência e até mesmo cargos de direção são as carreiras que podem ser seguidas na corretagem de imóveis;
  2. recompensa financeira — a corretora recebe comissões sobre as transações imobiliárias das quais participa. A quantia depende do potencial da profissional, não sendo limitada;
  3. flexibilidade de horários e autonomia — há diversos horários nos quais uma corretora consegue exercer seu trabalho. É possível, inclusive, ser autônoma na profissão;
  4. a carreira abrange todas as faixas de idade — não existem restrições quanto à idade da profissional, pois o trabalho é adequado tanto às jovens como às mais experientes;
  5. há diferentes áreas de atuação para serem escolhidas — a corretora pode trabalhar na venda de lançamentos, imóveis novos ou usados, bem como captar e atuar em imobiliárias com locação e administração.

O que é preciso para se tornar uma corretora de imóveis?

Registrar-se no CRECI

O primeiro passo para atuar na área é obter o registro no Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI). Cada estado possui um CRECI, então é preciso verificar o órgão que funciona em determinada região. De posse dessa informação, é preciso preencher os requisitos para obter tal registro.

Dominar competências técnicas

É necessário possuir competências técnicas para se firmar na profissão de corretora de imóveis. Entre os conhecimentos determinantes do sucesso de uma corretora, desponta o uso dos principais softwares empregados no cotidiano de quem trabalha no meio imobiliário, como editores de textos, planilhas e outras ferramentas tecnológicas.

Ter afinidade com tecnologias de informação e comunicação

Em um mundo hiperconectado, impulsionado pelas tecnologias da informação e comunicação (TICs), cabe às corretoras a tarefa de se manterem atualizadas. Outro elemento fundamental da carreira é ter aptidão para explorar ao máximo os benefícios da comunicação digital.

Apresentar competências humanas

A capacidade de interagir com diferentes perfis de consumidores e com a diversidade de pessoas que há no ambiente de trabalho é um pré-requisito fundamental para o sucesso na corretagem de imóveis.  

A corretora também tem que ser proativa, motivada e comprometida com suas tarefas. Simpatia e carisma ajudam (e muito!) na ascensão da profissional, que lucra ainda mais ao possuir o dom da liderança.

Ser organizada

A organização é mais um requisito indispensável a essa carreira, pois é a partir dela que a corretora consegue fazer fluir seu trabalho. É preciso gerir com eficácia sua carteira de clientes, saber em qual etapa está cada atendimento e comparecer pontualmente a todos os compromissos agendados.

Além disso, por ser muito dinâmico, o mercado imobiliário está em constate transformação. Portanto, é primordial que a profissional faça sobrar tempo para cursos, com o objetivo de ampliar os conhecimentos sobre o setor imobiliário.

Ainda existe preconceito com as mulheres no mercado imobiliário?

Embora estejamos um pouco distantes da época em que as mulheres no mercado imobiliário eram vistas com desconfiança, essas profissionais acabam tendo de lidar com situações de preconceito. Um cliente pode manifestar preferência pelo atendimento de um corretor do sexo masculino, por exemplo.

Casos assim ainda acontecem, porém com uma frequência menor do que se via há algumas décadas. Ao considerar a atual posição das mulheres na corretagem de imóveis e compará-la às situações em que elas ainda sofrem preconceito, percebe-se que está havendo uma melhora no quadro.

Como as mulheres no mercado imobiliário entraram para somar, nada mais justo do que estarem em ascensão. Cientes do seu papel e de sua importância, elas não decepcionam. Desde as corretoras principiantes até as mais reconhecidas, a capacidade e a garra são marcas registradas de quem multiplica conquistas.

E você? Conhece uma corretora que sirva de exemplo para todos esses pontos abordados? Conte-nos nos comentários! 

Corretor de Imóveis

9 livros para corretor de imóveis que você deve ler já

Sabemos que o mercado imobiliário é um setor bastante complexo, e que requer uma série de conhecimentos específicos dos profissionais. Nesse sentido, como nem sempre é fácil achar boas referências, contar com alguns livros para corretor de imóveis pode fazer toda a diferença.

Nessas obras, você poderá encontrar uma variedade importante de informações e dicas, que te darão um embasamento muito maior para que você consiga não apenas ganhar mais clientes, mas também compreender melhor esse meio tão interessante.

Para te ajudar com isso, neste post veremos quais títulos não podem faltar na sua estante e na sua cabeceira. Interessado? Então, continue lendo e confira!

1. A Bíblia de Vendas, de Jeffrey Gitomer

Jeffrey Gitomer é um renomado palestrante internacional, e expert em negociações. E, embora sua obra não seja tão específica para o setor de imóveis, ela ainda é interessante para qualquer profissional que precise lidar com o público e dependa de vendas para sobreviver.

“A Bíblia de Vendas” traz alguns mandamentos para ter sucesso como vendedor, e está recheada de dicas bem práticas e diretas para conquistar compradores em potencial. Aplicando essas dicas no seu dia a dia, o corretor tem tudo para melhorar os seus resultados e conseguir excelentes lucros no final do mês!

2. Corretagem de Imóveis de A a Z, de Ari Travassos

Esse livro é um dos mais procurados do mercado imobiliário, e é uma excelente opção para quem quer aprimorar seus conhecimentos no setor — especialmente para os profissionais que estão começando a sua atuação. Uma leitura obrigatória para quem deseja ser referência na profissão um dia.

O autor, Ari Travassos, tem muita experiência no mercado e já escreveu outros livros importantes sobre o tema (veremos mais dele por aqui, inclusive).

Sua linguagem é simples e direta, o que é excelente para quem precisa aprender e se familiarizar com os diversos termos técnicos que encontramos nos contratos ou documentos jurídicos e fiscais, tão comuns nessa carreira.

3. Corretor de imóveis: consultor em vendas, de Wamberto Fernandes

Muito mais do que um mero vendedor, o corretor de imóveis precisa ser um verdadeiro consultor de vendas para os seus clientes. E é exatamente isso que o Wamberto Fernandes tenta ensinar para os profissionais nessa interessante leitura “Corretor de imóveis: consultor em vendas”.

A obra mostra, de forma didática, como é fundamental compreender as necessidades do cliente para, assim, poder oferecer as opções mais adequadas e atraentes, de forma a finalizar as transações naturalmente.

Além disso, o livro também trata da importância da preparação para acompanhar o dinamismo do setor, ressaltando que é essencial se relacionar.

4. É assim que se faz: compra e venda de imóveis, de Ari Travassos

“É assim que se faz: compra e venda de imóveis” é outra obra de Ari Travassos — um escritor que, como já dissemos, tem bastante embasamento teórico e prático.

Ao longo dessas páginas, podemos ver a importância que a especialização da mão de obra desempenha no sucesso dos negócios. E o conteúdo é feito sob medida para corretores que desejam crescer na carreira, seja como autônomo ou como parte de uma empresa.

5. Consiga o Que Você Quer, de Stuart Diamond

Nessa obra, podemos ver um novo estilo de negociação, que é utilizado pelo Google para treinar seus colaboradores em todo o planeta. O modelo tem como premissa básica levar a percepção do interlocutor em conta e, dessa forma, estar mais pronto para atender às suas demandas, expectativas e anseios.

Aqui, Stuart Diamond nos mostra que descobrir e valorizar as emoções da outra parte é bem mais vantajoso do que apostar apenas no uso do poder e da lógica — vertentes tão incentivadas pela sabedoria convencional.

6. Corretores de Imóveis – Empregados ou Autônomos?, de Rodrigo Arantes Cavalcante e Renata do Val

Escrito em conjunto por Rodrigo Arantes Cavalcante e Renata do Val, esse livro tem como principal premissa retratar, de maneira clara e objetiva, como é a profissão de corretor de imóveis em um aspecto mais prático e jurídico.

Assim, você poderá observar maneiras de trabalhar na área, tanto na própria corretagem como em variantes de cargos em determinadas situações. Além disso, a obra ainda aborda outros fatores, como a remuneração no ramo, a tabela do órgão de classe e outros pontos relevantes da área.

7. Criando Competências: Corretagem Imobiliária e Marketing Imobiliário Integrado, de Ari Travassos

Mais um livro de Ari Travassos. Dessa vez, o foco principal é exibir um fundamento mais teórico sobre o setor, baseado em sua larga experiência profissional no setor. De fato, um tema bastante relevante, especialmente em tempos de internet e marketing digital.

Entre outras coisas, ele promove a reunião de diversas matérias que compõem o conjunto de assuntos necessários para um desenvolvimento adequado do corretor imobiliário. A obra serve, inclusive, como material de estudo para cursos específicos sobre o ramo.

8. Como fazer amigos & influenciar pessoas, de Dale Carnegie

Esse livro foi lançado há muitas décadas, mas isso não fez com que ele perdesse seu poder de ensinar valiosas lições para os leitores. A obra ainda é um tremendo best-seller do autor Dale Carnegie, simplesmente indispensável para quem deseja aprimorar suas habilidades.

Aqui, entre outros ensinamentos, podemos aprender a melhorar os nossos relacionamentos, tanto na esfera pessoal como no âmbito profissional.

Além disso, ao longo do conteúdo é possível observar dicas sobre como se relacionar melhor, que abordam, entre outras coisas, a importância da simpatia e de alguns atos simples — como se lembrar o nome das pessoas, por exemplo. Vale a pena conferir!

9. Consiga o que você quer, de Stuart Diamond

Outro livro do escritor Stuart Diamond, essa obra aborda 12 estratégias fundamentais para fazer do corretor imobiliário um negociador mais competente e efetivo no relacionamento com o público.

Característica essa, aliás, que é fundamental para qualquer um que deseje sobreviver neste mercado, tão dinâmico e competitivo. Sem dúvidas, trata-se de um dos melhores livros para corretor de imóveis do momento!

Enfim, esses são alguns dos livros para corretor de imóveis que você precisa ler para se garantir no mercado! Já conhecia algumas dessas obras? Gostou das nossas dicas? Então, aproveite para compartilhá-las com os seus amigos nas redes sociais!

Corretor de Imóveis

Os 9 pecados capitais das vendas no portal imobiliário

Antes de surgirem as possibilidades de vendas no portal imobiliário e antes mesmo de a internet existir, houve uma época em que as ofertas de imóveis eram feitas exclusivamente por anúncios publicados nos meios mais tradicionais de comunicação.

Os anúncios de custo mais elevado — como os veiculados pela TV ou que ocupavam grandes espaços nas páginas de jornais e revistas — eram restritos aos grandes empreendimentos imobiliários.

Ao corretor autônomo que trabalhava com imóveis avulsos, restavam apenas os pequenos anúncios nos jornais, de custo mais acessível. Com a internet, essa realidade mudou. A divulgação dos imóveis ficou mais ágil e os canais de comunicação via web se tornaram acessíveis a qualquer pessoa. 

Com os portais imobiliários, a praticidade da rede se tornou ainda mais efetiva. Contudo, para aproveitá-la ao máximo é preciso tomar cuidado para não cometer os pecados capitais que serão vistos neste artigo. 

Começamos pela crença equivocada que o corretor tem da possibilidade de um portal realizar todo o trabalho de corretagem sozinho. Afinal, como veremos, é preciso cuidar para que os anúncios na internet sejam bem feitos e para que eles contenham fotos bem produzidas dos imóveis.

Na exposição a seguir, também serão abordas as reclamações sobre a falta do número de telefone do interessado em um imóvel. Ainda, serão analisadas as questões relativas à concorrência dos proprietários dos imóveis no portal e à demora nas respostas dos corretores aos interessados. 

Ainda, será ressaltada a importância da verificação da documentação do imóvel e da assinatura do contrato de corretagem do imóvel anunciado. 

Por fim, faremos uma consideração sobre a necessidade de o corretor se manter em contínuo aprimoramento, mesmo com a existência dos portais.

1. Acreditar que o portal vende imóveis

Acostumadas com o automatismo da vida diária, muitas vezes as pessoas transferem, completamente, as suas responsabilidades para a tecnologia. Algumas acreditam que tudo funciona como uma máquina de refrigerantes, na qual basta inserir uma moeda para que a latinha gelada seja servida imediatamente, pronta para beber.

No mercado imobiliário, nada acontece de maneira automática. Pelo contrário, todos os negócios surgem graças às estratégias adotadas por corretores, por vendedores e por compradores, além do empenho de todas as outras pessoas que participam de uma transação imobiliária.

Assim, não basta anunciar um imóvel no portal, acreditando que esse passo é suficiente para que uma negociação aconteça. Ainda que seja uma das estratégias de marketing mais relevantes e eficientes, o portal imobiliário depende da atuação do corretor para que os negócios se tornem possíveis a partir dele.

O portal como aliado

De fato, o bom portal vai muito além de um mero recurso de comunicação que permite a aproximação entre compradores e corretores. Afinal, por um lado, ele é estruturado para oferecer ao profissional da corretagem uma grande facilidade na divulgação dos imóveis.

Por outro, a ferramenta facilita a vida de quem está em busca de um imóvel, o que torna o portal um canal de divulgação muito eficiente.

Contudo, nada disso dispensa o trabalho contínuo do profissional de corretagem. Cabe ao corretor ter em mente que toda a eficiência de um portal só será devidamente aproveitada se ele for utilizado de maneira adequada.

É importante ressaltar que o portal tem uma imensa capacidade para atrair o interesse de potenciais compradores para um imóvel. Mas isso não significa que a atração, por si, será suficiente para que a venda aconteça.

Afinal, são muitas as variáveis que antecedem o início de uma negociação, que só surge após uma decisão de compra. Antes, é preciso que o comprador esteja convencido de que o imóvel atende às necessidades que ele possui e às condições de pagamento que suporta.

Também vale lembrar que mesmo a decisão de compra não é o suficiente para a efetivação de um negócio. Antes de o negócio ser sacramentado, há um trâmite que deve ser seguido e requer muita atenção do corretor.

Dessa forma, quem quer ter sucesso nas vendas no portal imobiliário precisa perceber esse recurso como um aliado, que permite que o cliente obtenha as informações preliminares sobre o imóvel. O restante do trabalho dependerá da competência profissional do corretor. 

2. Publicar anúncios mal feitos

Trabalhar com vendas no portal imobiliário funciona como um prospecto de divulgação. Contudo, ele oferece a vantagem de ser mais prático, com custo mais baixo e com uma capacidade de alcançar o público de maneira muito mais efetiva. 

Para utilizar todo o potencial existente em um portal, o corretor precisa se esmerar na redação dos textos, que devem manter a máxima clareza e correção.

Portanto, antes de publicar um anúncio, é imprescindível revisá-lo, buscando por erros de português ou de digitação. Nesse momento, também é importante verificar se as informações estão claras e se elas apresentam os detalhes relevantes do imóvel. 

Convém ressaltar que os adjetivos precisam ser usados com muito cuidado, sob o risco de causar rejeição no leitor. As gírias que são comuns entre os corretores devem ser evitadas.

Afinal, dizer que um apartamento é “show”, por exemplo, pode fazer sentido em uma conversa informal entre profissionais. Porém, a palavra pode aparentar uma informação vaga, com um juízo de valor que é muito pessoal e que pode não interessar ao leitor do anúncio.

O texto deve ser objetivo, utilizando termos que são apropriados para a descrição formal de um imóvel. Isso não significa que qualidades importantes não possam ser citadas — como os ambientes bem distribuídos, as boas dimensões dos cômodos ou a incidência de luz natural sobre o imóvel.

Ao mesmo tempo, é importante avaliar se o texto está verdadeiramente atrativo, com capacidade para despertar o interesse das pessoas. As informações precisam estar completas, mas o texto não deve ser muito longo. 

Isso não significa que as abreviações devam ser utilizadas para reduzir o tamanho do texto. É preferível que elas sejam evitadas. Uma determinada abreviação, cujo significado seja evidente para um corretor, pode ser incompreensível para uma pessoa que está fazendo uma pesquisa pelo portal.

Como a missão do corretor é facilitar a vida de quem está lendo um anúncio, é preciso formulá-lo para que ele seja compreendido com facilidade, o que as abreviações podem não favorecer. 

Cartão de visita

É interessante ter em mente que a descrição do imóvel também pode servir como um cartão de visitas, que revela um pouco sobre o corretor. Portanto, da mesma forma que um anúncio bem redigido revela que ele foi publicado por um bom profissional, o texto descuidado, repleto de erros, pode causar objeções em um comprador em potencial.

Afinal, ninguém se sente muito à vontade em depositar confiança em uma pessoa descuidada. Sobretudo quando o assunto diz respeito a um negócio de alto valor, como é uma transação imobiliária.

3. Publicar fotos com qualidade ruim

Da mesma forma que o texto deve ser feito com esmero, é preciso cuidar para que as fotografias sejam produzidas com boa qualidade. Para tanto, não chega a ser necessário que o corretor faça um curso de fotografia ou que invista em equipamentos fotográficos sofisticados e caros.

Contudo, compreender alguns fundamentos sobre iluminação e ângulo de fotografia ajuda bastante. Utilizar uma máquina ou um smartphone que tire fotos com boa resolução também torna o trabalho mais apropriado.

Uma boa dica é tirar as fotografias durante o dia, aproveitando a iluminação natural do ambiente. Acender a luz do cômodo também ajuda bastante. Em todas as situações, é preferível não usar o flash, que não causa um efeito positivo em fotografias de grandes espaços.

Outra dica interessante é procurar pelos melhores ângulos, que permitam ao visitante do portal entender como é o ambiente que foi fotografado. Também vale a pena produzir um grande número de fotos, escolher as melhores e publicar o máximo que o portal permitir.

Fotografar imóveis desorganizados

Todo bom corretor sabe como é inconveniente levar um cliente a um imóvel desorganizado e sujo. Se o imóvel está desocupado, a sujeira denota o desleixo do proprietário, o que não causa uma sensação positiva em um possível comprador — e essa sensação pode evoluir até se tornar uma objeção.

Da mesma forma, no imóvel ocupado, camas desarrumadas, quartos bagunçados, banheiros desorganizados e vasilhas acumuladas sobre a pia causam uma impressão muito ruim, que pode ser motivo de rejeição por parte do visitante.

Nas fotos publicadas no portal de imóveis, essa situação se repete. Fotografar imóveis sujos ou desorganizados causa uma péssima impressão, com um agravante: como o corretor não está junto do visitante do portal no momento em que ele visualiza as fotos, não há como apresentar qualquer argumentação que minimize a impressão desagradável. 

Para evitar que isso ocorra, antes de fazer as fotografias, solicite ao proprietário do imóvel as providências para que tudo esteja limpo e organizado. Se o imóvel tiver sinais de degradação, vale até a pena sugerir uma pequena reforma para reparar os estragos. 

Caso o proprietário do imóvel apresente alguma resistência para fazer os consertos, lembre-o de que todo o investimento feito no imóvel não só aumentará a capacidade de atração das pessoas que virem as fotos, como também elevará o valor de venda do bem.

4. Reclamar que falta o número do telefone do interessado

Não é sempre que uma pessoa interessada em um imóvel envia ao corretor o próprio telefone, logo no primeiro contato por e-mail. Com isso, muitos corretores reclamam do portal, que não cria meios para tornar obrigatório o envio desse dado do interessado.

Ora, a partir de uma análise cuidadosa desse tipo de reclamação é possível perceber que ela não tem sentido. Afinal, a possibilidade de uma pessoa obter informações sobre um imóvel sem a necessidade de uma identificação mais detalhada e sem a obrigação de um contato imediato com o corretor é uma das características do portal imobiliário que mais atraem os visitantes. 

Para cativar o cliente e estimular o contato direto, o corretor deve dar continuidade ao atendimento da maneira mais natural possível, primando pela qualidade das informações enviadas.

Com um atendimento correto, não só será possível obter o número do telefone do interessado como também é muito provável que o relacionamento profissional avance. Por iniciativa do próprio cliente, é possível que sejam marcadas visitas a imóveis, criando as oportunidades ideais para que o atendimento se desenvolva. 

5. Ver os proprietários de imóveis como concorrentes

Ainda que o portal imobiliário seja uma ferramenta de grande eficiência para os profissionais da corretagem, ele não foi estruturado para atender somente aos corretores de imóveis.

De fato, a ferramenta está disponível para qualquer pessoa que queira anunciar um imóvel — e cumpre essa função com muita qualidade.

Assim, eventualmente, um proprietário de imóvel também pode anunciar a própria oferta ao mercado por intermédio de um portal, o que não significa que ele se tornará um concorrente do corretor.

Esse pensamento não é nada consistente. Afinal, o que leva tantas pessoas a procurarem pelos corretores, se elas poderiam fazer a venda direta, evitando o pagamento de comissões?

O bom corretor tem uma série de respostas imediatas para essa pergunta. Ele sabe que a profissão de corretagem não se restringe a mostrar imóveis. Sabe, também, que o valor da profissão que exerce está muito associado à competência para lidar com as inúmeras variáveis que o mercado imobiliário inclui.

Ninguém duvida do fato de esse valor não se restringir à aproximação entre um comprador e um vendedor.

Frequentemente, o corretor é o responsável por uma série de providências necessárias à venda de um imóvel que o proprietário não saberia como adotar. O anúncio é uma parte importante de todo o processo, mas não é suficiente para concretizar uma venda.

Para tanto, o corretor deve desenvolver um trabalho consistente que, na maioria das vezes, não convém aos proprietários de imóveis. 

6. Demorar em responder e agir com frieza

Nenhuma pessoa gosta da demora em obter uma resposta para uma solicitação. Ela fica ainda mais insatisfeita quando a resposta vem de maneira fria, como se tivesse sido gerada automaticamente, por um programa de computador.

Para evitar que isso aconteça, o corretor precisa ficar atento para os pedidos de informações que os portais enviam para o e-mail dele, buscando respondê-los com a maior brevidade possível.

É claro que existem as possibilidades de os pedidos serem gerados por meros curiosos e também por corretores concorrentes. Mas, como não há como distinguir uma pessoa a partir das mensagens eletrônicas, é preciso responder a todas as solicitações com a maior agilidade possível e na forma mais adequada.

Não há dúvidas de que informações importantes devem ser preservadas, como as que servirão como argumentações de venda ou até para a identificação do proprietário do imóvel. Além dessas, todas as demais devem ser enviadas ao interessado.

Quando enviar as respostas, é importante tratar cada caso de maneira particular, dando uma atenção específica a cada solicitação. Assim, o corretor demonstrará que valoriza o interesse de quem enviou as solicitações.

É fato que as informações muito extensas e detalhadas — como as que dizem respeito à disponibilidade de móveis e equipamentos em um imóvel, por exemplo — podem ser copiadas e coladas no e-mail de resposta. Contudo, vale reforçar que o tratamento dado ao destinatário deve ser personalizado.

7. Anunciar imóveis em situação irregular

Deixar de consultar a regularidade da documentação e a viabilidade de venda de um imóvel é um descuido muito comum, que cria sérios problemas tanto para o corretor, quanto para a pessoa interessada na compra de um imóvel.

Muitas vezes, na ansiedade de colocar um imóvel à venda, o corretor se esquece de conferir se a documentação da propriedade está regular e se o vendedor pode, de fato, vendê-la. 

Com isso, o profissional acaba anunciando imóveis com pendências que impedirão que o negócio seja efetivado. Frequentemente, essa situação só é descoberta em estágio avançado da negociação, causando frustração e irritação no comprador e desperdiçando todo o trabalho realizado pelo corretor.

Portanto, antes de anunciar um imóvel em um portal imobiliário, o corretor deve se certificar se a propriedade está totalmente desimpedida para a venda. Se houver qualquer pendência, condicione o início da oferta do imóvel ao mercado à solução do problema. 

8. Abrir mão da autorização de venda

A discrição não é uma qualidade muito apropriada para quem deseja fazer a venda de um imóvel. Pelo contrário, utilizando os métodos apropriados e de maneira conveniente, deve haver a maior exposição possível da oferta, o que o portal imobiliário proporciona de maneira muito eficiente.

Contudo, mesmo que no portal não esteja gravado o endereço do imóvel, pelas características apresentadas nas fotos e na própria descrição, não é muito difícil localizar o que está sendo anunciado.

Assim, qualquer pessoa com um pouco de habilidade e de paciência para identificar essas características — seja ela um corretor concorrente ou um comprador em potencial — poderá apresentar diretamente uma proposta ao proprietário.

Aliás, esse é um risco que existe mesmo fora dos portais. Portanto, se o proprietário não tiver nenhum compromisso com o corretor que anunciou o imóvel, seja no portal imobiliário ou fora dele, todo o trabalho poderá ser perdido.

Para se cercar das garantias necessárias a qualquer transação imobiliária, o corretor não pode abrir mão da autorização de venda do imóvel. Essa autorização, preferencialmente, deve ser dada com exclusividade.

Porém, mesmo se o proprietário se negar a dar a exclusividade, é indispensável que ele autorize a venda por escrito, por meio de um contrato de corretagem.

O valor do contrato

Nesse ponto, convém destacar dois fatores que são muito importantes para o exercício da profissão de corretagem em qualquer ambiente. O primeiro diz respeito à garantia de pagamento da comissão do corretor que, sem um contrato autorizando a venda do imóvel, pode ser negada pelo proprietário no momento em que o negócio for concretizado.

O segundo está relacionado à valorização da relação entre o corretor e o cliente vendedor, que só fica sacramentada se houver um documento assinado. Havendo esse documento, naturalmente, o proprietário cria um compromisso maior com o corretor, que passa a ser percebido como um prestador de serviço contratado.

Caso contrário, o profissional poderá ser visto apenas como uma pessoa qualquer, que resolveu anunciar um imóvel e com a qual não existe nenhum vínculo ou obrigação.

9. Deixar de lado o aprimoramento constante

A internet é um universo imenso de informações que também disponibiliza ferramentas muito eficientes para o exercício da corretagem de imóveis, como é o portal imobiliário. O lado negativo de toda essa comodidade está no risco de o corretor se acomodar, acreditando que a profissão possa se desenvolver automaticamente.

Porém, como já foi dito anteriormente, nada acontece de maneira automática no mercado imobiliário. Em vez do automatismo, é preciso que o corretor interfira o tempo todo nos processos, para que as negociações se efetivem.

Em um mercado tão dinâmico quanto é o imobiliário, é indispensável que o profissional esteja sempre preparado para causar as interferências mais apropriadas. Sem esse preparo, ele se tornará um mero espectador dos acontecimentos e precisará contar com a sorte o tempo inteiro, o que não é uma boa opção para quem deseja o sucesso profissional. 

Considerando que o curso de Técnico em Transações Imobiliárias (TTI) é o mínimo obrigatório para que o corretor exerça a profissão de maneira legalizada, convém destacar que existem outros cursos que são importantes. Podemos começar pelas formações de nível superior específicas para a área, que são os cursos tecnológicos de Gestão Imobiliária e de Negócios Imobiliários.

Por intermédio desses cursos, além das informações básicas obtidas no TTI, o corretor também encontrará conhecimentos sobre Psicologia, Sociologia e História, entre outros, que contribuem bastante para o desenvolvimento profissional e pessoal do aluno.

Além dos cursos de graduação, existem também outros de curta duração, preparatórios nas mais diversas áreas da corretagem — como os cursos de avaliação de imóveis. Essas aulas recebidas auxiliam bastante quem quer se aprimorar e alcançar o sucesso na profissão.

Buscar o conhecimento sobre uma segunda língua, além da portuguesa, se apresenta como uma medida cada vez mais necessária para o corretor.

Com a internacionalização dos mercados, o profissional que não consegue se comunicar em um segundo idioma — pelo menos em inglês — perde a oportunidade de interagir com os estrangeiros interessados em imóveis no Brasil, que estão cada vez mais presentes.

Além disso, o conhecimento pleno das redes sociais permite que o corretor amplie os canais de comunicação com o mercado. 

Com todo esse preparo, o corretor se tornará apto a obter o máximo de um portal imobiliário, tornando a ferramenta bastante eficiente para a carreira profissional. 

Se você ainda tem alguma dúvida sobre as vendas no portal imobiliário ou se deseja dar a sua opinião sobre o assunto, deixe abaixo o seu comentário! Queremos muito saber o que você está pensando e teremos grande satisfação em poder ajudar. 

Corretor de Imóveis

O que faz um corretor de imóveis? Entenda!

O corretor é um profissional que tem função essencial na vida das pessoas que desejam adquirir um imóvel ou alugá-lo. Mas o que faz um corretor de imóveis?

Esse especialista auxilia na escolha do local ideal para o comprador, com um valor que caiba no orçamento e que tenha segurança. Porém, o trabalho do corretor de imóveis não se restringe somente a transações de venda e locação.

Quer conhecer outras funções desse profissional? Então, continue a leitura!

O que faz um corretor de imóveis?

Essa profissão é antiga no Brasil — foi regulamentada em 1962. O indivíduo que deseja exercê-la deve ter registro no Conselho Nacional de Corretores de Imóveis (CRECI) e ensino médio completo.

A função desse profissional deixou de ser apenas uma intermediação entre o cliente e o dono do imóvel, se tornando abrangente no mercado imobiliário.

Acompanhe algumas áreas de atuação do corretor e suas principais atribuições!

1. Fornecer consultoria

Como tem acesso fácil e rápido a diversos tipos de dados, o corretor passou a ter subsídios para desenvolver um trabalho com mais qualidade, agindo também como um consultor. Dessa maneira, ele pode fornecer consultoria aos clientes, auxiliando-os em todas as etapas do negócio, especialmente com a documentação e contrato.

Assim, o locatário pode ter a garantia de que fez um bom negócio, sem deixar detalhes passarem despercebidos — que poderiam inclusive levar à insatisfação sobre a escolha.

2. Intermediar a negociação

Essa é a principal função do corretor de imóveis: ser a ponte da negociação de compra, locação ou venda entre o cliente e proprietário. Nesse o caso, o profissional tem a missão de oferecer suporte ao cliente e também ao vendedor ou locatário, intermediando toda a transação imobiliária.

Ele deve também estar disponível para esclarecer quaisquer dúvidas de ambas as partes da negociação, permitindo que a transação seja feita da melhor maneira possível. Além disso, o corretor cuida dos detalhes jurídicos e burocráticos, como contrato de locação.

Para isso, ele deve considerar os interesses das duas partes da negociação, para que o negócio possa ser fechado com total sucesso, sem posteriores arrependimentos. O corretor imobiliário pode ainda se especializar em uma determinada área de atuação, como imóveis rurais ou industriais, por exemplo.

Outra possibilidade para esse profissional é o mercado internacional, onde ele fará o intermédio das negociações entre clientes que desejam fazer investimentos imobiliários no exterior — nesse caso, ele pode trabalhar com o anúncio de imóveis na internet.

3. Apresentar imóveis para visitação

Essa é uma função mais específica do corretor de imóveis: ele se dedica somente a apresentação dos locais para os clientes. Nesse caso, o profissional não é o responsável pela intermediação oral, mas sim por convencer o cliente durante a visitação.

Trata-se de uma função que exige maior preparação do profissional, já que ele deverá convencer o comprador de que o local está de acordo com as suas preferências. Porém, a visitação vai muito além da exibição do local: é necessário preparar o imóvel anteriormente, deixando-o apresentável.

Um imóvel que se mostra bem visualmente é muito valorizado pelos compradores, o que acaba facilitando as negociações.

4. Entender e identificar as necessidades de cada cliente

Essa é uma função que está diretamente relacionada à negociação, mas o corretor não precisa necessariamente fazer essa transação. Nessa atividade, o corretor de imóveis tem como objetivo mostrar o projeto desenvolvido ao cliente — o profissional atua com a venda de imóveis ainda na planta.

Assim, o corretor não precisará cuidar de contratos ou realizar visitações com o cliente, pois o imóvel ainda não está pronto.

Ele também pode usar outros artifícios para convencer o comprador, como mostrar a região onde o imóvel está localizado — utilizando essa característica para valorizá-lo, já que não é possível usar somente o projeto na planta como vantagem.

Quais as características essenciais ao corretor de imóveis?

Agora que você já sabe que um corretor de imóveis possui funções que vão muito além da negociação entre proprietário e cliente, é o momento de conhecer as características inerentes a esse profissional!

Vocação

Um bom corretor de imóveis deve ter vocação, independentemente da função escolhida para exercer.

Essa é uma característica importante, que incidirá diretamente sobre sua capacitação profissional. Isso porque o corretor estará mais comprometido e disposto, uma vez que trabalhará com o que se identifica.

Responsabilidade

A responsabilidade é outra característica essencial ao corretor de imóveis. Como esse profissional trabalha diretamente com o cliente, é importante que ele assuma seus compromissos, sem deixá-los de lado.

Imagine a situação: o cliente agenda um horário para visitar um local que está interessado, mas o corretor não aparece e sequer fornece alguma satisfação. Por maior que seja o desejo de obter o imóvel, o comprador se sentirá ofendido, e as chances de a negociação ter sucesso serão relativamente pequenas.

Honestidade

Honestidade e eficiência são outros pontos que devemos destacar aqui. Um bom corretor de imóveis sabe exatamente quais as preferências e necessidades do cliente. Porém, é preciso ir além.

O profissional deve identificar quais imóveis estão de acordo com as necessidades do seu comprador, sendo sincero sobre todos os detalhes do local.

Essa é uma atitude que traz resultados positivos para ambas as partes, já que o cliente sairá satisfeito com o tipo de serviço prestado, e o corretor será bem-sucedido em sua negociação — com as soluções adequadas, ele poderá obter satisfação pessoal e profissional.

Persuasão

Por último, podemos destacar ainda a capacidade de persuasão do corretor. Essa característica está atrelada a todas que citamos anteriormente, porém, talvez seja necessário que ela se sobressaia em alguns momentos, especialmente nas negociações com o cliente.

Isso acontece porque o corretor de imóveis deve ser um excelente vendedor — o que só é possível ao usar o poder da persuasão.

Mas não se preocupe; ao contrário da vocação, que é inerente ao ser humano, a persuasão é uma característica que pode ser conquistada e aprimorada. O ideal é que o corretor invista em sua capacitação profissional, como cursos e palestras, por exemplo.

Dessa maneira, ele poderá obter conhecimento sobre as técnicas de atendimento e compreender melhor o cenário do mercado econômico, usando essa bagagem para conquistar sucesso nas negociações.

Agora que você já sabe o que faz um corretor de imóveis e quais as suas características essenciais, que tal compartilhar nosso texto em suas redes sociais e ajudar seus amigos a conhecerem um pouco mais sobre essa profissão? Até a próxima!

Corretor de Imóveis

Corretor de imóveis: aprenda como atrair mais clientes

A profissão de corretor de imóveis é bem concorrida. Por esse motivo, é essencial que os trabalhadores dessa área se destaquem para que consigam atrair e reter os seus clientes. Porém, muitos desses profissionais não sabem como se diferenciar em meio a tanta concorrência.

É esse o seu caso? Então, preparamos este artigo com seis dicas valiosas que vão ajudá-lo nessa tarefa. Vamos lá!

1. Cuide de sua imagem

“A primeira impressão é a que fica”. Essa famosa frase revela o impacto que a nossa imagem tem em outras pessoas. Para ter uma aparência impecável, muitos profissionais contratam um especialista em consultoria de imagem.

Talvez você ache isso um exagero. No entanto, de acordo com uma pesquisa feita pela Universidade da Califórnia e divulgada pela revista Exame, foi constatado que uma pessoa leva quatro minutos para criar as suas primeiras impressões sobre a outra.

O mesmo artigo citou um forte argumento de Ilana Berenholc — consultora de moda corporativa —, que em outras palavras, ressaltou que a primeira coisa que se vende para um cliente que se acaba de conhecer é a boa imagem.

Sendo assim, capriche em sua aparência e se vista com elegância. Além disso, tenha cuidado com a sua maneira de falar, postura e expressão facial. Todos esses detalhes devem revelar um corretor de imóveis honesto, seguro, agradável e altamente profissional.

2. Fale sobre o seu trabalho com outras pessoas

É muito importante falar de seu trabalho para outras pessoas. Isso não quer dizer que é preciso conversar o tempo todo sobre os seus serviços, mas que você pode e deve criar oportunidades para apresentar o seu ofício.

Essa prática vai ajudar na divulgação do seu trabalho. Mesmo que a pessoa com quem conversa não esteja interessada em comprar ou vender um imóvel, ela pode lembrar-se de alguém que precise desse serviço.

Tenha sempre à mão um cartão de apresentação para deixar com possíveis clientes ou outros que demonstrarem interesse em seu trabalho. Outra maneira de espalhar por aí os seus préstimos é por meio das redes sociais.

Por exemplo, você pode fazer postagens em grupos no Facebook voltados para divulgação de imóveis. Além disso, por meio do Linkedin, você se conectará com outros profissionais de sua área que talvez rendam a você uma indicação preciosa de um cliente.

3. Utilize tecnologias

Não tem como fechar os olhos para a tecnologia; ela veio para ficar e se transforma a cada dia. Por isso, é importante que o corretor de imóveis pesquise sobre as ferramentas virtuais disponíveis para a sua profissão, pois elas podem ajudar muito na atração de clientes.

Recentemente, muito se tem falado sobre o sistema O2O — Online to Offline —, que é a união dos ambientes físicos e virtuais. Traduzindo para uma linguagem mais prática, o O2O ajuda as empresas a captar clientes por meios online e entregá-los um produto ou serviço físico.

Desse modo, um corretor pode criar um aplicativo, site ou blog para divulgar seu trabalho e ainda oferecer ofertas de imóveis para atrair o público do mundo virtual — e então fechar bons negócios.

No entanto, as ferramentas oferecidas pela tecnologia não param por aí. O corretor pode contar com programas que ajudam na gestão de suas tarefas, facilitam o contato com os seus clientes, funcionam como uma trena para medir espaços internos e até revelam a posição solar no imóvel.

4. Faça parcerias

Já ouviu falar de parcerias estratégicas? Alguns especialistas as chamam de ganha-ganha, ou seja, todos os envolvidos nessa relação têm lucros. Essa prática pode ser feita entre profissionais concorrentes, mas pode ser muito bem utilizada entre diferentes nichos de mercado que se complementam.

Por exemplo, um corretor, ao fechar uma venda ou compra de um imóvel, pode indicar uma loja de móveis ou uma empresa de mudanças para o cliente. Por sua vez, tanto a loja de móveis como a empresa de mudança podem oferecer os serviços do corretor para os seus consumidores.

Uma comissão pode ser acordada entre os envolvidos nessa parceria, caso seja fechada uma venda por indicação. Agora, imagine a satisfação de um cliente que acabou de comprar o seu imóvel, precisa organizar sua mudança e recebe do seu corretor o contato de uma transportadora.

5. Envie os e-mails com profissionalismo

A forma como os e-mails são enviados diz muito sobre o nível de profissionalismo de um corretor de imóveis. O envio dessas mensagens é tão importante que existe o chamado e-mail marketing, que é uma forma de publicidade muito eficiente.

É importante tomar cuidado com a assinatura da mensagem. Para passar seriedade, use uma fonte padrão e evite os emotions. Inclua o seu nome, a descrição de sua profissão, telefone para contato e, caso tenha, um link para o seu perfil do Linkedin, site ou blog.

No corpo do e-mail, tente usar uma linguagem próxima ao leitor, mas sem muitas informalidades. O endereço eletrônico deve ser fácil de gravar e poderá ser o seu nome e o sobrenome.

Nunca use o mesmo endereço para fins pessoais e comerciais; isso pode fazer você perder mensagens importantes porque se misturaram com outros na sua caixa de entrada. Por isso, tenha um e-mail exclusivamente corporativo.

6. Crie um relacionamento próximo com o cliente

O corretor precisa aproximar-se bem de seus clientes para conhecer os seus desejos, gostos pessoais e, assim, oferecer produtos e serviços que atendam às suas necessidades.

Como em todo relacionamento, é preciso ter interesse e dedicação. Por isso, procure meios de fomentar a interação com o seu público. Aproveite as mídias sociais. Por exemplo, você poderá postar fotos de imóveis no Instagram para saber o que as pessoas acham deles.

Desse modo, ao descobrir o gosto de um possível cliente, você oferecerá aquele tipo de residência que ele tanto sonha. Após a realização de uma venda, continue mantendo contato com o comprador. Por meio das redes sociais, é possível continuar nutrindo-o com dicas sobre moradias.

Enfim, destacar-se no mercado de trabalho pode não ser fácil, mas não é impossível. Se seguir as sugestões deste artigo, temos certeza de que terá boas condições de ser bem-sucedido em seu trabalho. Boas vendas!

O que achou de nosso artigo? Conseguiu entender como um corretor de imóveis pode atrair mais clientes? Então, deixe o seu comentário!

Corretor de Imóveis

Conheça os tipos de clientes do mercado imobiliário

Conhecer o cliente sempre foi uma regra importante para quem atua na área comercial. No ramo imobiliário, esse saber implica em descobrir sonhos e objetivos de vida, e envolve a realização pessoal do comprador. Em razão disso, esse conhecimento tem um incrível poder de influência na decisão.

O corretor que sabe trabalhar a emoção de realizar um sonho e, conforme o caso, que consegue ajudar na decisão mais fria de um investidor, é um profissional completo e com maiores chances de sucesso. A capacidade de adequar o tipo ideal de imóvel ao perfil do comprador caracteriza um grande corretor.

Vamos conhecer, aqui, os tipos de clientes do mercado imobiliário, para saber como tratar cada caso. Boa leitura!

Investidor

Não há um único tipo de cliente investidor. Existem, pelos menos, o profissional, o diversificador, o fiel e o eventual. Vejamos cada um deles:

  • o investidor profissional praticamente não considera nenhum aspecto emocional na compra, vive de investimentos e, por isso, faz análises bastante criteriosas para decidir;
  • o investidor diversificador possui outros investimentos e busca segurança, variando em diferentes opções, como mercado financeiro, empresas e imóveis;
  • o investidor fiel adora aplicar em imóveis, busca segurança e, possivelmente, uma aposentadoria mais “gorda”;
  • o investidor eventual não tem o hábito de investir, mas acumulou uma poupança e procura uma alternativa.

Fora as variações de objetivo dos tipos de investidores, eles, muitas vezes, nem desejam visitar o imóvel — se importam mais com a documentação e a rentabilidade, possuem uma visão de médio prazo (por volta de cinco anos) e alguns outros critérios que podem ser até curiosos.

Eles costumam saber o que querem de localização, valores, metragem, padrão de acabamento e dados sobre o mercado. Se o corretor for eficiente em encontrar o que procuram, eles podem se tornar clientes frequentes. Os grandes investidores não têm tempo sobrando e valorizam quem agiliza os negócios.

Os investidores costumam ter excelente eficiência em investimentos — muitas vezes, eles conseguem captar recursos de terceiros, através da confiança na sua capacidade de análise. Quando os recursos não são um problema, a rentabilidade se torna um critério muito importante.

Alguns investidores preferem ganhar na compra e não no investimento. Eles buscam bons negócios por meio do pagamento do menor preço possível, o que é especialmente válido em tempos de mercado retraído. 

Familiar com filhos

Essa classificação de cliente também tem divisões de acordo com a idade dos filhos. Se forem jovens entrando na faculdade e de classe média alta, podem estar procurando uma terceira vaga na garagem, por exemplo. A característica mais marcante é que os membros da família possuem papéis diferentes no processo de compra.

A esposa pode estar preocupada com a segurança das crianças; os filhos adolescentes gostariam de piscina e vizinhos da mesma idade; já o pai pode dar mais atenção às condições de compra.

Essa é uma venda complexa, onde o corretor precisa saber lidar com interesses e desejos diferentes, preferencialmente atendendo a todos. A capacidade de investimento é bastante variada, dependendo do estágio da vida do casal.

Solteiro ou divorciado

A variação aqui pode ocorrer no caso de solteiros com filhos, mas, na maioria dos casos, a preocupação costuma ser com a praticidade — serviços de condomínio, como lavanderia e restaurante, são importantes diferenciais.

Se esse comprador for um jovem, possivelmente valorize aspectos ambientais e busque mais qualidade de vida, proximidade do trabalho, de parques e de lugares “descolados”.

A diversão é um fator determinante para esse público. Isso vale para as opções nas redondezas e, no caso de um apartamento, dentro do condomínio. Um bar na piscina, um bom salão de festas para reunir os amigos ou uma quadra de seu esporte favorito podem ajudar na decisão.

A capacidade de investimento do solteiro varia, mas tende a não haver muita disposição para investir. É um perfil que costuma estar mais propenso a viajar e se aventurar, o que não envolve todos os casos.

Casal jovem

Esse perfil mistura um pouco os desejos dos casados com filhos e dos solteiros. Buscam praticidade e diversão, como os solteiros, mas considerarão outros detalhes, como um quarto para os futuros filhos, que temporariamente possa ser usado como escritório ou para hóspedes.

São práticos e possuem um sonho em comum, mas também costumam ter suas divergências. Como no caso da família, a oferta de imóvel precisa atender a ambos — em muitos casos, quando os pais estão ajudando financeiramente na compra, também poderão influenciar.

A capacidade de investimento costuma ser limitada. O casal jovem tende a estar preocupado, inclusive, com o valor do condomínio.

Casal na terceira idade

Um imóvel com escadas está fora de consideração! Esse perfil busca, principalmente, conforto, tranquilidade e segurança. Não querem residências que deem muito trabalho, dando preferência a ambientes claros e próximos dos filhos, mercados, hospitais e farmácias.

Até a topografia da região deve ser considerada: é importante ter em mente que a idade trás limitações e nem tudo é exatamente uma opção, mas, muito mais, uma necessidade.

Os filhos podem exercer influência, pois, em muitos casos, o idoso já não está em condições de tomar algumas decisões e outorga isso aos herdeiros — nem sempre com boa vontade. A ajuda financeira também se inverte aqui e pode aumentar a interferência na decisão.

A capacidade de investimento costuma variar, mas a disposição de comprar algo muito luxuoso ou grande é rara. Não costumam se importar com isso.

Outros tipos de clientes

Essas são as principais classificações, mas não são as únicas — mesmo sem entrar em detalhes, vale a pena citar outras.

Existe o comprador que busca um imóvel para montar um negócio, por exemplo. Nesse caso, toda a preocupação estará voltada para a viabilidade do empreendimento, embora a proximidade da residência e outros aspectos pessoais possam exercer influência na decisão.

Há também o comprador do primeiro e do segundo imóveis, do imóvel residencial e de temporada — que pode estar na montanha ou, mais comumente, na praia.

O que fica fácil de notar é que as variações de tipos de clientes são decorrentes de diferentes objetivos da compra, estágios da vida, influenciadores envolvidos e capacidade de investimento.

E você? Como trabalha a venda para diferentes tipos de clientes? Conte sobre aquele negócio que te orgulha e só saiu porque observou o perfil. Use os comentários abaixo!

Corretor de Imóveis

Descubra como fazer negociação de imóveis corretamente

Em uma negociação de imóveis é preciso ter técnica e treinamento para obter resultados satisfatórios. Quando isso não ocorre, o corretor abre mão de oportunidades e deixa de fechar muitos negócios.

Para ajudar você, separamos neste artigo 5 dicas que vão te ensinar a fazer negociações de maneira assertiva e a ter sucesso no mercado imobiliário. Quer aumentar as vendas de imóveis e aprender a convencer o seu cliente? Confira os tópicos a seguir! Boa leitura!

1. Saiba ouvir o seu cliente em uma negociação de imóveis

Embora essa dica pareça um tanto superficial, cabe ressaltar que muitos corretores erram ao exagerar no discurso e ao não ouvir o que o cliente tem a dizer. Por isso, a nossa primeira dica é que você lembre de sair do piloto automático para conseguir uma interação positiva.

Nesse sentido, abra mão do discurso ensaiado e deixe que o cliente expresse suas opiniões e manifeste seus desejos. Na prática, é importante que você aja como um mentalista. Para dominar essa técnica, preste atenção a esses detalhes:

  • memorize aquilo que o cliente fala;
  • interprete as entrelinhas do que foi dito;
  • administre o ponto central do assunto;
  • ouça com interesse sincero o que o cliente tem a dizer;
  • faça perguntas pertinentes sobre o que é dito.

Agindo desta forma, você conseguirá uma interação mais assertiva e ganhará a atenção e o respeito do seu cliente.

2. Descubra o que o cliente realmente compra

De fato, o comportamento humano nem sempre é totalmente coerente: pensamos uma coisa, falamos outra e agimos de um outro jeito. Assim, torna-se difícil interpretar o que o cliente de imóveis realmente deseja.

No entanto, esse trabalho fica muito mais fácil quando você identifica os perfis dos compradores imobiliários. Saiba quais são eles:

  1. cliente investidor: perfil mais objetivo e focado no retorno do investimento;
  2. cliente família: um pouco mais detalhista, esse cliente procura o bem-estar de sua família — incluindo confortos para o seu animal de estimação;
  3. cliente trabalho: busca um imóvel para morar e para fazer o seu escritório (home office).

Muitas vezes, esses perfis se misturam: o mesmo cliente que procura um imóvel para a família pode buscar um espaço para trabalhar em casa. Por isso, é importante que o corretor esteja atento a essas necessidades.

Falando sobre comportamento, ainda podemos identificar outros três tipos de clientes:

  1. cliente bem informado: muito questionador, ele se gaba por saber tudo sobre engenharia, arquitetura e sobre o universo imobiliário;
  2. cliente indeciso: é o estilo sonhador — ao mesmo tempo que quer tudo, também não quer nada;
  3. cliente objetivo: o oposto do indeciso. Esse tipo de cliente é determinado e sabe o que procura em um imóvel.

Agora que você já sabe os perfis mais comuns do mercado imobiliário, cabe adequar o seu discurso para cada um deles. Assim, a sua perícia é fundamental: não basta focar na venda, é preciso entender o que o cliente realmente compra e moldar o seu discurso a essas necessidades.

Para isso, faça as perguntas certas e utilize todo o seu poder de persuasão e convencimento.

3. Ilustre seus argumentos com dados

Em uma negociação de imóveis, o corretor precisa ter a capacidade de transformar a retórica em argumentos convincentes. Para isso, é fundamental embasar o discurso em dados — e não somente em conceitos.

A dica aqui é separar várias referências que comprovem o seu discurso de vendas e ter o timing certo para utilizá-las. Veja três exemplos de momentos que você pode ilustrar com dados:

  1. ao falar sobre a excelente localização do imóvel: apresente um mapa com as distâncias para pontos de conveniência (padarias, supermercados, farmácias ou pontos de ônibus);
  2. ao falar sobre o custo-benefício: mostre comparativos em relação à infraestrutura e ofertas da concorrência;
  3. ao falar sobre a satisfação de outros clientes: apresente o relatório de uma pesquisa de satisfação.

Siga essa abordagem para todos os seus argumentos. Assim, você sempre terá dados incontestáveis e ganhará a confiança do seu cliente.

4. Direcione a percepção do cliente

Ao negociar com o cliente é normal encontrar alguém que já esteja com a opinião formada e com decisão pronta — muitas vezes elas não condizem com aquilo que pretendemos. Assim, o desafio do corretor é mudar a percepção do cliente e criar uma perspectiva diferente.

Para isso, é necessário envolver o cliente de tal modo a estabelecer um relacionamento de confiança mútua. Essa afinidade entre corretor e cliente poderá, então, resultar em um acordo favorável para ambas as partes. O segredo para conseguir total sintonia com o cliente está no rapport. Saiba mais sobre essa técnica a seguir.

5. Utilize o rapport a favor da negociação de imóveis

O rapport consiste em uma técnica da psicologia que, a grosso modo, visa criar empatia com outra pessoa por meio da coordenação, da atenção e da positividade mútua. Na prática, você deve criar uma forte conexão com o cliente. Veja alguns pontos que colaboram para isso:

  • coloque-se no lugar do cliente;
  • entenda as suas dores;
  • dê valor ao seu ponto de vista;
  • proponha negócios que realmente atendam aos seus desejos, necessidades e expectativas.

Outra técnica muito utilizada pelo rapport é o espelhamento. Nela, você deve prestar atenção ao tom de voz, aos gestos e ao ritmo da fala do cliente. A partir daí, procure moldar o seu discurso seguindo essas características.

Ou seja, você deve fazer um espelhamento sutil da forma de falar e expressar do cliente — sempre agindo naturalmente, com cuidado para não parecer um jogo de imitação. O objetivo é que o seu cliente se identifique com você e sinta maior segurança para fechar o negócio.

Tenha em mente que novas técnicas para vendas surgem a cada dia. Porém, as dicas que demos aqui são indispensáveis para uma negociação de imóveis assertiva. Treine essas habilidades e veja como o seu potencial de vendas será desenvolvido.

Gostou deste artigo? Entendeu como fazer uma boa negociação de imóveis? Então deixe o seu comentário aqui no post contando como essas dicas podem ajudar em seus próximos fechamentos de vendas!

Corretor de Imóveis

8 aplicativos para corretores de imóveis que você precisa conhecer

O mercado imobiliário é um mesmo setor repleto de excelentes possibilidades para os profissionais que souberem se diferenciar para o público. No entanto, também é importante ter em mente que essa é uma área de grande competitividade.

Por conta disso, conhecer os melhores aplicativos para corretores de imóveis é indispensável. Com essa tecnologia, você pode tornar a sua atuação muito mais efetiva, segura e dinâmica, mostrando para os clientes que você tem perfeitas condições de atender a qualquer expectativa.

Ficou interessado? Então, continue lendo este post e confira os apps que você não pode deixar de ter!

1. Evernote

O Evernote é hoje um dos aplicativos mais populares não só entre corretores de imóveis, mas também entre profissionais de diversos outros segmentos. Suas funcionalidades são extremamente úteis, e, graças à sua interface simples e intuitiva, a tendência é de que ele ganhe ainda mais adeptos com o passar do tempo.

O sistema funciona como uma espécie de agenda virtual, que possibilita guardar anotações, vendas realizadas, dados dos clientes, detalhes da cartela de imóveis e compromissos futuros. E o melhor é que você pode categorizar as informações, incluir links e atualizar tudo em tempo real, se tiver conectado com a internet.

2. Hangouts

O Google Hangouts também está entre os melhores aplicativos para corretores de imóveis. Até porque ele segue o padrão dos chats das redes sociais, o que facilita bastante o seu uso, desde o começo.

Ainda assim, isso não muda em nada o tom mais útil e profissional do sistema, que é repleto de funcionalidades interessantes. É possível, por exemplo, ter uma conversa em tempo real com diversas pessoas, como colaboradores, clientes e outros profissionais do ramo.

Além disso, todo o seu conteúdo pode ser arquivado para ser usado posteriormente, e você ainda tem maneiras de criar um sistema interno, caso tenha preocupação com questões de segurança e privacidade.

3. Waze

Praticamente todo mundo já conhece o Waze, sinônimo hoje de deslocamentos mais rápidos pelo trânsito caótico, tão comum nos grandes centros urbanos do Brasil. Como se não bastasse, ele também pode ser um dos melhores aplicativos para corretores de imóveis!

Afinal, para quem tem que ir até os clientes ou checar periodicamente sua cartela de propriedades, o software é bem interessante — especialmente se levarmos em conta que ele ajuda a evitar engarrafamentos, determinando os trajetos mais rápidos e com menos intercorrências.

Para isso, ele conta com uma base de dados colaborativa, em que os usuários atualizam suas informações em tempo real.

4. WhatsApp

O WhatsApp também é extremamente popular atualmente, e precisa fazer parte do dia a dia de corretores de imóveis que desejam atuar de maneira mais dinâmica e eficaz.

Mais do que um mero chat de bate papos, esse app — que dispensa introduções — possibilita mais dinâmica nas transações e economia na conta de telefone, por conta das suas ligações gratuitas pela.

Além disso, o WhatsApp também pode ser interessante por permitir o envio em tempo real de arquivos e imagens. Dessa maneira, você pode mandar contratos de venda e locação, fotografias de propriedades para compradores em potencial e documentos, como certidões negativas e registros.

5. Hall

Mais do que um mero sistema de chat, o Hall é bastante útil para quem precisa acompanhar e gerenciar projetos, e perfeito para quem está envolvido em reformas ou imóveis na planta, por exemplo.

O sistema permite diversas formas de interação, como chat em grupo, bate-papo privados e videoconferências. E sua interface é relativamente simples, e não demora muito tempo para que os usuários assimilem as suas diversas funcionalidades.

Além disso, suas informações podem ser salvas para futuras consultas. Existem planos mais avançados, em que você paga e conta com mais espaço de memória, mas as versões básicas do programa são inteiramente gratuitas.

6. Yupee

O Yupee é um aplicativo que funciona como um tipo de gerenciador financeiro, possibilitando que o usuário cadastre as suas entradas e saídas de dinheiro, recebimentos futuros e demais lançamentos, tudo em tempo real.

Com ele, entre outras coisas, você pode calcular a divisão das despesas no cartão de crédito, por exemplo. Mas também há outras funcionalidades, como o YuPay, com que você pode fazer pagamentos por meio da própria plataforma do Yupee.

Quem optar pela versão do programa para a web e para o Windows ainda terá a chance de usar o “YupBox”, uma espécie de Dropbox para documentos financeiros.

7. Vignature

Definitivamente, o Vignature é um dos melhores aplicativos para corretores de imóveis. Ele pode até ser um pouco menos conhecido do que os outros sistemas dessa lista, mas não deve demorar muito para que ele se popularize no setor, ganhando espaço entre os profissionais do mercado imobiliário.

Dentre outras coisas, sua principal função é permitir que os usuários coloquem assinaturas em documentos ou contratos em PDF, por meio dos seus smartphones e tablets. Assim, o software ajuda muito quando você precisa enviar propostas para clientes ou fornecer informações sobre um imóvel a ser negociado.

8. Onde parei

É inegável que corretores de imóveis precisam fazer diversas visitas e deslocamentos todos os dias, tanto para atender clientes quanto para prospectar ou apresentar propriedades em sua área de atuação. Nesse contexto, sabemos que um dos maiores problemas das grandes cidades é achar uma boa vaga para estacionar.

Muitas vezes, de tanto rodar para achar um espaço, somos capazes de esquecer até onde deixamos o carro, não é? Pois é exatamente por isso que o Onde Parei é uma solução incrível para os apressados ou mesmo para os esquecidos de plantão!

O sistema rastreia, por meio do GPS, onde você parou o seu carro, e ainda informa se houver um limite de horas no local. Sem dúvida, vale a pensa experimentar.

Enfim, esses são alguns dos melhores aplicativos para corretores de imóveis disponíveis no momento. Agora que os conhece, aproveite a tecnologia disponível e facilite a sua vida, organizando a sua agenda e atendendo melhor os seus clientes em potencial!

E aí, gostou desse conteúdo? Já usou algum desses aplicativos? Sobrou alguma dúvida, ou quer fazer uma sugestão? Deixe-nos o seu comentário aqui no blog!

Corretor de Imóveis

Saiba como funciona o Código de Ética do Corretor de Imóveis

O Código de Ética do Corretor de Imóveis, aprovado pelo Conselho Federal de Corretores de Imóveis — COFECI, em 1992, é de conhecimento obrigatório dos profissionais de corretagem imobiliária. Pois se nos primeiros tempos da profissão não havia legislação específica a ela, hoje existem leis e um código de conduta que a regulamentam.

Como essas diretrizes definem o exercício das atividades do corretor, conhecê-las é fundamental: leia seus principais pontos a seguir!

Estrutura e objetivo do código

O Código de Ética do Corretor de Imóveis se divide em dez artigos. Cada um deles diz respeito ao comportamento ético esperado do profissional de corretagem imobiliária. Dentre as determinações que se aplicam aos corretores, destacamos as descritas nos próximos itens.

Art. 1º — O objetivo do Código

O primeiro artigo do Código de Ética do Corretor de Imóveis é bem claro: seu conteúdo determina a postura profissional de todos os corretores de imóveis.

Art. 2º e 3º — A conduta do corretor

Ambos os artigos dizem respeito aos deveres do corretor de imóveis em suas relações com a profissão, categoria e no trato com os colegas de trabalho.

Assim, segundo tais artigos, o corretor deve:

  • defender os interesses a ele confiados;
  • zelar pelo prestígio da categoria a qual pertence;
  • buscar constante aprimoramento das técnicas aplicadas nas transações com imóveis;
  • prestigiar as entidades de sua classe;
  • manter constante contato com o Conselho Regional ao qual é filiado;
  • exercer a profissão de maneira zelosa e com discrição;
  • ser leal e honesto;
  • manter boa reputação pessoal;
  • não se manifestar de forma irresponsável em relação aos colegas;
  • tratar os colegas com respeito e solidariedade.

Art. 4º — A relação entre corretor e cliente

De acordo com este artigo, o corretor de imóveis fica obrigado a ter pleno conhecimento das circunstâncias dos negócios que intermediar. Assim como jamais pode esconder do cliente detalhes de uma transação imobiliária.

Obriga o corretor ainda a informar a seu cliente sobre riscos e outras situações que possam comprometer uma negociação.

Também ressalta que o corretor deve se recusar a participar de toda e qualquer negociação que envolva ilegalidade, injustiça ou se preste a finalidade imoral.

Discorre sobre outros aspectos da relação corretor/cliente, como a questão do recebimento da comissão.

Pelo Código, o corretor só pode ser remunerado por uma das partes de um negócio — com exceção dos casos em que há pleno acordo entre todas as partes.

Procedimentos com documentos são tratadas nesse artigo, bem como a questão da decisão de uma transação ser um direito do cliente.

Art. 5°— Responsabilidade civil e penal do corretor

Caso a ação do corretor de imóveis resulte em prejuízos ao seu cliente, o profissional que incorreu em falta será penalizado.

Isso, se ficar apurado que o dano provocado pelo corretor decorreu da sua incapacidade, ou que ele agiu de maneira imprudente, negligente ou contrária à lei.

Art. 6º — O que é proibido ao corretor

As proibições de condutas para o corretor de imóveis dividem-se em nada menos do que vinte resoluções.

Destacamos aqui 7 delas:

  1. assumir trabalhos para os quais não se esteja capacitado;
  2. aceitar tarefas fraudulentas;
  3. lucrar de forma desonesta às custas do cliente;
  4. tirar o cliente de outro corretor;
  5. associar-se a quem pratica atividade ilegal de negociação imobiliária;
  6. concorrer de forma desleal com colegas corretores;
  7. abandonar uma transação imobiliária sem nenhum aviso ou justificativa.

Art. 7º ao 10º – Aplicação e fiscalização do Código

Os quatro últimos artigos do Código de Ética conferem ao CRECI a competência de fiscalizar, julgar e punir atividades comprovadamente antiéticas exercidas por corretores de imóveis.

Além disso, discriminam que todos os corretores inscritos nos Conselhos Regionais de Corretores estão sujeitos aos preceitos que o Código de Ética contem.

Assim como mandam as diretorias dos Conselhos Federal e Regionais promoverem a divulgação do Código.

Queremos ressaltar que as informações contidas em cada título acima elencado é uma síntese do conteúdo original dos artigos referidos. A íntegra dos artigos consta na Resolução nº 326/92, do Conselho Federal de Corretores de Imóveis — COFECI.

Novo Código Civil e os corretores 

Para complementar os conhecimentos que todo corretor deve ter sobre a ética de sua profissão, é necessária a ciência do que diz o novo Código Civil. Na sua lei de número 10.406, capítulo treze, ele trata do exercício da corretagem:

Artigo 722

É o artigo que indica a natureza dos serviços do corretor como o profissional que, mediante contratação, buscará concretizar um ou mais negócios imobiliários para outra pessoa.

Artigo 723

Manda que o corretor trabalhe com empenho e cuidado, bem como mantenha seu cliente sempre informado a respeito dos negócios imobiliários em andamento.

É incisivo na afirmativa de que o corretor responderá por perdas e danos, caso a falta dos devidos esclarecimentos ao cliente resulte em prejuízos a ele.

Artigo 724

Determina que, quando a comissão do corretor não estiver fixada pela lei, ou tratada entre as partes, será determinada de acordo com o tipo de transação e o lugar onde acontecer.

Artigo 725

Com esse artigo, fica resolvido que o corretor recebe a remuneração por seu trabalho ao obter o resultado previsto no contrato de intermediação. O seja: ao atingir a finalidade para a qual foi contratado pelo cliente.

Prevê que deverá ser remunerado mesmo que seu trabalho não atinja a finalidade prevista, quando esse insucesso for fruto do arrependimento das partes.

Artigo 726

O artigo trata de esclarecer que, no caso do corretor possuir exclusividade para negociar um imóvel, mesmo se a transação se realizar sem sua participação (sendo resolvida entre as partes), o profissional tem direito à comissão integral.

Esse pagamento só deixa de ser devido em casos nos quais se comprove que o corretor não mediou o negócio, por manter postura inativa ou descompromissada.

Artigo 727

Essa disposição refere que, se o negócio imobiliário não tiver prazo determinado, o corretor contratado for dispensado e ocorrer o negócio em função do seu trabalho, o profissional tem que ser pago.

Assim como será pago se o negócio se concretizar após terminado o prazo contratual, porém como resultado dos esforços do corretor.

Artigo 728

O artigo evidencia que um negócio, ao envolver mais de um corretor, deve gerar comissão a ser partilhada igualmente entre os corretores que nele trabalharam. Isso só não será feito nos casos em que houver outro ajuste entre corretores e cliente.

Artigo 729

Informa que todos esses artigos do Código Civil aqui mencionados não são de caráter excludente a outras normas e legislações especiais.

O Código de Ética do Corretor de Imóveis e os artigos do novo Código Civil descritos nesse post são guias seguros para a sua postura profissional. Seguir à risca essas leis é garantir a construção e manutenção de uma reputação sólida. O que é fator determinante para uma carreira livre de problemas e repleta de sucesso!

Já vivenciou alguma experiência relacionada à ética profissional? Ainda tem dúvidas sobre o assunto? Comente aqui conosco!