Corretor de Imóveis

Qual o valor ideal para pagar pelo serviço de web?

Você é corretor e sempre procurou saber qual é o valor ideal para pagar pelo serviço de web? Talvez você ainda não tenha encontrado a resposta, porque é impossível determinar categoricamente o preço de um trabalho como esse. Afinal, isso vai depender de diferentes fatores e, principalmente, do seu objetivo de negócio.

Para estimar quanto vale a pena investir em um serviço de web, é importante saber calcular o ROI (em inglês, Return on Investment) de cada ação. Por exemplo, é possível medir o ROI em diferentes áreas como o de portais imobiliários ou o de vídeos na web.

Quer entender isso melhor? Então, acompanhe o post de hoje e saiba qual é o valor ideal para pagar pelo serviço de web.

Por que contratar serviço de web?

Todo mundo concorda que a internet vem mudando a maneira como as pessoas realizam negócios. E, claro, o setor de imóveis não ficou de fora disso. Com o marketing digital, um corretor pode mensurar e avaliar o resultado do seu trabalho, como o número de visitantes em um site e o seu comportamento de consumo.

A possibilidade de monitorar o desempenho de uma ação é justamente uma das vantagens do on-line em relação ao marketing tradicional. A partir da análise dos dados coletados na web, os profissionais da área extraem insights que podem ajudá-los na tomada de decisões mais inteligentes. Em um mundo cada vez mais conectado, não faz sentido abrir mão desse tipo de informação, não é mesmo?

O que é ROI?

A sigla ROI significa retorno de investimento. Em outras palavras, é por meio dessa métrica que você é capaz de saber o quanto de dinheiro está ganhando ou perdendo em cada ação. Embora esse tipo de cálculo venha sendo usado pelo marketing tradicional há muito tempo, ele tem tido mais destaque no on-line em razão da facilidade de rastreamento dos dados.

O ROI pode ser calculado com base na equação abaixo:

ROI = (lucro do investimento – custo do investimento) / custo do investimento

Por exemplo, se você investiu R$ 10 mil e faturou R$ 30 mil, seu retorno de investimento foi de 2 vezes o valor inicial.

ROI = (30.000 – 10.000)/ 10.000
ROI = 2

Se quiser calcular o número em porcentagem, basta multiplicá-lo por 100. Vale lembrar, no entanto, que o lucro não é o ganho total em vendas. Ele é a margem de ganho sobre cada venda, certo?

Como calculá-lo?

ROI de portais imobiliários

Para saber o ROI de portais imobiliários, é preciso prestar atenção em alguns indicativos como:

  • número de potenciais clientes oriundos de cada portal imobiliário;
  • número de vendas realizadas a partir de cada anúncio;
  • quantidade necessária de potenciais clientes para gerar uma venda.

É indispensável anotar tais números por alguns meses para que as informações correspondam à realidade. Não se esqueça de levar em consideração o valor médio, já que alguns períodos podem apresentar comportamento atípico.

A partir dessas informações, você é capaz de saber quanto custa gerar 01 potencial cliente em um portal imobiliário e, assim, planejar seu investimento em anúncios com mais eficiência.

ROI de vídeos na web

Como cada cliente se comporta de uma maneira ao assistir a um vídeo, a dica é usar o LifeTime Value (LTV) para estimar seu valor no médio e longo prazos. Para isso, utilize a fórmula a seguir:

LTV = ticket médio dos pedidos x tempo médio de retenção x quantidade média de compras por usuário

Outra boa sugestão é calcular o ROI de cada filme da campanha separadamente, a fim de que você saiba qual deles teve o melhor rendimento.

Use a equação abaixo para fazer o cálculo do ROI de vídeos:

ROI = (valor das vendas obtidas com a mídia – investimento em mídia) / investimento em mídia x LTV

Gostou deste post sobre qual é o valor ideal para pagar pelo serviço de web? Para mais informações como essa, entre em contato conosco e conheça o nosso trabalho!

Corretor de Imóveis

Vender um imóvel de forma prática, aprenda como!

É hora de mudar de endereço. A família vai aumentar, a casa dos sonhos está disponível para compra ou o novo emprego exige uma mudança de cidade. Mas como vender um imóvel de forma prática no meio de tantas mudanças?

Quais são as leis que regem o negócio e como garantir que a valorização do imóvel estará no preço final da venda? São tantos elementos a se considerar que a animação começa a se transformar em dúvidas.

Identificou-se com essas situações e, principalmente, com a insegurança que o processo pode causar?

Então este post foi escrito para você. Usamos toda nossa experiência e o conhecimento do nosso time comercial para criar um conteúdo esclarecedor e ideal para garantir uma venda segura e bem-feita do seu bem. Então, boa leitura!

1. Entenda como fazer avaliação do imóvel

Mesmo que exista uma relação sentimental com o imóvel, na hora de definir seu valor para venda, os critérios devem ser puramente financeiros, tanto para o comprador quanto para o vendedor.

Por esse motivo, a escolha de um profissional do ramo imobiliário é aconselhável para garantir uma avaliação imparcial.

Corretores de imóveis, imobiliárias ou avaliadores independentes de patrimônio são algumas das boas escolhas, pois levam em conta o potencial mercadológico, as condições físicas atuais e demais características que podem afetar o preço.

Atenção, pois o valor por que o bem foi adquirido no passado e as melhorias estruturais realizadas também são referências, e os profissionais responsáveis podem questionar essas informações.

Uma pesquisa de preço de imóveis à venda nos arredores do bairro também é uma informação que deve ser considerada, afinal de contas, eles representam as opções concorrentes do negócio.

Eles podem ter a mesma metragem e características, o que ajuda na comparação, ou ser referência para calcular o valor por metro quadrado, que seria o preço de venda ou de construção, dividido pelo tamanho total do apartamento.

O valor do metro quadrado dos bairros é um dado muito utilizado pelos profissionais da área, inclusive.

Deve-se atentar para valores muito abaixo do mercado. Eles podem sugerir problemas com o imóvel ou urgência da venda, o que pode ser usado como barganha pelos compradores.

E preços muito acima da região afastam possíveis compradores, que podem simplesmente deixar de visitar o bem por considerarem estar além de suas possibilidades.

Vender um imóvel de forma prática certamente não é muito complicado, mas exige tempo, dedicação e, principalmente, compreensão do mercado.

Por não ser uma situação rotineira, terceirizar esse processo pode evitar riscos e prejuízos no negócio. Porém, é preciso saber escolher uma imobiliária.

2. Saiba encontrar a imobiliária ideal

Escolher a imobiliária perfeita para vender um imóvel de forma prática, não é uma tarefa simples. Não basta ter uma filial no mesmo bairro do imóvel ou ter milhares de propagandas espalhadas pela cidade.

Ela precisa ser confiável, e para ter essa certeza e contratá-la é preciso fazer algumas considerações, como:

Verificar qual a especialidade da imobiliária

Empresas de intermediação de aquisição e venda de imóveis podem trabalhar com nichos específicos. Isso quer dizer que elas se especializam em um determinado tipo de negócio, como a venda de casas na praia ou espaços comerciais.

Ao escolher uma imobiliária especializada, as chances de encontrar compradores com o perfil do imóvel aumentam consideravelmente.

Certificar-se quanto à idoneidade da empresa

Se uma empresa intermediará seus negócios, é preciso garantir que ela seja confiável. Essa também será uma característica que os compradores estarão avaliando. Ou seja, associar seu imóvel a uma empresa com boa imagem no mercado é um fator positivo na hora de fazer negócio.

Pesquise em sites de reclamação, peça referências de clientes satisfeitos e verifique os parceiros de negócio da imobiliária, pois até mesmo seu ciclo de negócio indicará sua idoneidade.

Uma dica interessante é verificar se ela faz parte de uma plataforma de vendas e locação de imóveis como a Loopimóveis, pois certamente sua qualidade de negociação e confiabilidade já terão sido analisadas por profissionais que entendem do setor.

Preferir imobiliárias inovadoras

Os negócios devem evoluir na mesma velocidade das tendências de inovação a que a sociedade adere. O ambiente virtual é primordial para assegurar uma venda mais rápida para os imóveis, e por isso as melhores imobiliárias atuam nas redes sociais, em sites de busca e em seus próprios blogs, para vender um imóvel.

Examinar a qualificação dos corretores

Não é preciso pedir todas as certificações e credenciais dos corretores da empresa em questão, mas avaliar a postura de seus funcionários, a forma como é feito o cadastro do imóvel e o atendimento, em geral, já é uma boa pista.

Além de checar que tipo de atenção os compradores receberão durante uma oferta, essa avaliação também permite analisar como será o empenho do corretor para a venda.

Avaliar as práticas de negócio

A escolha da empresa que gerenciará a venda do seu bem também deve considerar suas práticas de negócio.

Como é feito o cadastro do imóvel? Como são gerenciados os contatos de interessados na oferta? Existe algum filtro que assegure que as visitas sejam de fato de clientes interessados no negócio?

Além dessas perguntas, como são agendadas as visitas? E como ela se relaciona com outras imobiliárias? Ela pede exclusividade para o negócio?

Respostas para essas perguntas podem mudar a escolha desse prestador de serviço. Se ela não exige exclusividade, mas por esse motivo não dá atenção para sua venda, suas práticas de negócio poderão não atender suas necessidades.

Depois de tomar essa decisão, é chegado o momento de negociar o comissionamento da venda.

3. Veja como definir o comissionamento

A comissão da venda é a maneira pela qual corretores e suas empresas são remunerados. Ou seja, as comissões são legítimas pelos serviços que serão prestados, mas não podem ser abusivas.

O simples cadastro de um imóvel em um site e no banco de dados da corretora não é o fim das atividades necessárias para promover uma venda.

Os corretores da empresa devem gerenciar as ligações dos interessados, tirar dúvidas, cuidar dos aspectos legais, acompanhar visitas e criar estratégias para a divulgação e o fechamento das vendas. E todos esses serviços associados à garantia de um processo de venda seguro precisam ser devidamente remunerados.

Atualmente, assim como a profissão de corretor, seu comissionamento é regulamentado de acordo com os Conselhos Regionais de Corretores de Imóveis (Creci).

Em média, o comissionamento para imóveis dentro das cidades gira em torno de 6% a 8% do valor da venda, e o mesmo vale para imóveis industriais. Para os imóveis rurais, a comissão pode ser estendida até 10%.

Além de ser regulamentada, a prática do comissionamento dentro dos valores de mercado também dá credibilidade para a empresa.

Diante de todos os detalhes, inclusive legais, de uma compra e venda, valores muito abaixo podem representar amadorismo ou práticas comerciais ilegais.

Sabendo como avaliar o trabalho de uma imobiliária e como remunerá-lo devidamente, focar a parte prática da venda é a etapa seguinte. Como atrair a atenção dos compradores certos?

4. Conheça boas práticas na divulgação do imóvel

Existe um comprador certo para seu imóvel, e a forma de divulgar sua oferta é fundamental para encontrá-lo.

É verdade que ele também está à procura da aquisição ideal, mas reconhecer que seu imóvel é a resposta que ele procura depende de como a divulgação está sendo feita.

Então, podemos citar como boas práticas:

Estipular um preço realista

Neste post, já falamos da melhor maneira de avaliar e colocar o preço na propriedade a ser vendida, mas é importante reforçar que a definição de um valor realista atrai os compradores compatíveis para o negócio.

Assim como quem está vendendo pensa em colocar o valor um pouco acima para uma eventual negociação, quem está comprando imagina que um percentual do valor é passível de ser diminuído.

Estar aberto a contrapropostas

Considerando que as partes estarão sempre trabalhando com essa margem de negociação, avalie as contrapropostas como possibilidades reais.

O preço ofertado não pode ser abaixo do custo que o patrimônio representa, tanto em valor de mercado como em relação às melhorias que foram feitas ao longo do tempo. Mas, por outro lado, as condições da contraproposta podem compensar.

Se o valor for pago à vista, por exemplo, o recurso poderá ser usado para adiantar parcelas de um financiamento, conseguindo, assim, bons descontos que justifiquem o aceite da contraproposta.

Ter atenção aos cuidados com o imóvel

Se o imóvel estiver vazio, cuide para que uma manutenção mínima seja feita regularmente. Poeira, sujeira de mudanças e fios soltos causam má impressão, e isso é fundamental para que o comprador crie empatia com a propriedade a ser vendida.

No mundo dos negócios, empresas buscam criar experiências para que seus clientes se conectem emocionalmente com seus produtos.

Na venda do imóvel, essa estratégia é ainda mais importante. O comprador precisa se imaginar naquele ambiente, principalmente se for residencial.

Para que ele consiga pensar na decoração, nos momentos em que viverá ali e em tudo que o conectará emocionalmente ao imóvel, precisa ter uma boa primeira impressão e experiência.

Se o local ainda estiver sendo utilizado, a organização será ainda mais importante. O interessado terá melhor noção espacial, de iluminação e ventilação com os ambientes mobiliados. Se ele estiver bagunçado, porém, a conclusão será negativa.

Deixar as possibilidades de mudanças estruturais para o comprador

Salvo os reparos de manutenção necessários, como pintura das paredes, verificação de infiltração e da qualidade da fiação elétrica, o restante deve ser deixado por conta do comprador.

Troca de pisos, mudança do layout dos ambientes e demais mudanças estruturais podem não agradar o interessado na compra. Se a intenção for aumentar o valor do patrimônio, a estratégia poderá surtir o efeito contrário.

Ser detalhista ao descrever o imóvel

Colocar todas as informações do imóvel em um anúncio tem uma série de vantagens.

Entre elas, podemos citar a transparência do negócio e a seleção de pessoas realmente interessadas na aquisição, e não apenas curiosos.

Informações completas também economizam o tempo e agilizam o processo de venda, pois as dúvidas que eventualmente surgiriam sobre o patrimônio negociado já foram respondidas.

Além dos dados técnicos, como metragem, número de cômodos, valor da taxa de condomínio e quantidade de vagas na garagem, inclua também:

  • pavimento em que estão localizadas as vagas da garagem e sua proximidade com o elevador;
  • política do condomínio em relação a animais de estimação;
  • tipo de ligação de gás;
  • incidência de sol nos cômodos na parte da manhã e tarde;
  • valor do IPTU.

Escolher os canais de divulgação mais confiáveis

Atualmente, existem diversas maneiras de divulgar a venda de um apartamento ou escritório, por exemplo. Além das corretoras especializadas em transações patrimoniais, é possível recorrer a plataformas de vendas e locação, redes sociais e blogs especializados.

Todos esses mecanismos de divulgação podem ter grande eficiência se forem compatíveis com o tipo de propriedade a ser vendida.

É importante lembrar, porém, que cada um demandará tempo e atenção diferentes do proprietário.

Acompanhar regularmente a procura

Seja no site ou conversando direto com o corretor, procure sempre acompanhar a procura e interesse pelo imóvel.

As imobiliárias estão sempre informando o andamento do interesse, principalmente quando o objeto da venda ainda é a residência do vendedor, mas questionar regularmente como está a procura ajuda a reforçar a dedicação do profissional.

Tirar fotos dos ambientes

Ninguém melhor do que o dono para tirar fotos que favoreçam seu patrimônio. Fazer uma bela produção do ambiente e tirar fotos com boa iluminação e qualidade pode garantir o sucesso da venda.

5. Descubra 5 dicas de ambientação que ajudam na venda

Todos os profissionais que sabem como vender um imóvel um reconhecem a importância de prepará-lo para receber os interessados.

Não significa maquiar defeitos, mas valorizar os pontos positivos. Proprietários de imóveis com alto padrão de luxo, por exemplo, costumam realizar eventos para receber os potenciais compradores.

Uma cobertura com vista noturna diferenciada deve valorizar essa vantagem, tanto nas fotos, como na visita dos interessados, por exemplo.

Além disso, existem outras dicas que podem favorecer a ambientação.

1. Limpeza regular

Esteja o patrimônio ocupado ou não, a limpeza é obrigatória. Isso inclui área externa, lixeiras vazias e objetos guardados devidamente.

A pessoa interessada na aquisição também avaliará se o imóvel é bem-cuidado, afinal de contas, se a limpeza está deixando a desejar, outros elementos da manutenção também poderão estar em péssimas condições.

2. Iluminação favorável ao ambiente

A iluminação tem um importante papel nos ambientes. Quando planejada, pode ampliar os cômodos ou trazer mais aconchego. Opte por uma iluminação que agregue valor aos ambientes e permita sempre a entrada de luz natural.

Um lembrete importante: durante a visita de um comprador, é fundamental que essas características sejam demonstradas, então é preciso manter as contas da propriedade em dia.

3. Organização impecável

Da mesma forma que a limpeza é obrigatória, a organização também é, e apartamentos com animais e crianças precisam ter a atenção redobrada. Brinquedos fora do lugar e cheiro de xixi de animal podem acabar com a impressão do interessado na aquisição.

É preciso lembrar que a todo momento os sentidos do comprador estão sendo estimulados durante uma visita. Se as sensações causadas forem ruins, a chance de fechar o negócio cairá consideravelmente.

4. Manutenção em dia

Jardins, piscinas e fachada do imóvel são exemplos de itens que devem estar com a manutenção em dia.

Eles são fatores que agregam valor à propriedade, mas, se malcuidados, causarão uma impressão ruim, além de reforçarem a ideia de que a manutenção dos mesmos é trabalhosa, desestimulando a pessoa que for visitar o imóvel.

5. Incentivo para a imaginação do comprador

Para sair do básico, procure decorar o ambiente com flores ou algo em comum com a realidade dos visitantes. Se forem recém-casados, por exemplo, valorize os cômodos e itens da casa que favoreçam o aconchego e intimidade do casal.

Se for uma família com crianças, ressalte os itens de segurança, como redes de proteção nas janelas e as áreas de lazer, como playgrounds ou praças próximo da propriedade.

Quanto mais contextualizado estiver o imóvel na vida dos compradores, mais certeza eles terão sobre a compra. Depois da decisão, o próximo passo será o fechamento da venda.

6. Fechando a venda: as melhores técnicas de negociação

Muitos investidores negociam imóveis para lucrar, então, mesmo que a venda seja única e com o objetivo de troca de endereço, é preciso entender que o processo é uma negociação, afinal de contas, é uma parte importante do patrimônio familiar.

A negociação pode ser intermediada pela imobiliária, mas, como ela precisará ser imparcial, para atender os interesses das duas partes envolvidas, garantir que suas necessidades sejam consideradas depende da sua condução dos negócios.

Conheça algumas técnicas e orientações para a negociação no mercado imobiliário.

Mantenha-se tranquilo durante toda a negociação

É perfeitamente compreensível que conseguir vender o imóvel de forma prática seja motivo de grande felicidade, mas essa empolgação não deve ser demonstrada na frente do comprador.

Isso porque ele pode interpretar isso de várias maneiras, como uma venda desvantajosa, que o bem tem algum defeito não identificado ou que o valor esteja muito acima do mercado.

Conheça o perfil do comprador

Contratar uma imobiliária garante que a negociação seja feita com um comprador que tenha capacidade de honrar o pagamento ou tenha crédito para financiamento. Ainda assim, procure informações dele — dados como seu ramo de atuação, qual o objetivo com a compra, etc.

Além de garantir uma venda totalmente segura, essa atitude também permite que uma gentileza possa ser planejada, como presentear o novo proprietário com uma garrafa de espumante.

Use condicionais para fazer concessões

Essa técnica é muito utilizada por corretores e negociadores experientes, consistindo basicamente em aceitar solicitações do comprador mediante condições que favoreçam também o seu lado.

Se o comprador quiser incluir os móveis da sala na negociação do apartamento, por exemplo, além do valor dos itens, um prazo maior para saída do imóvel pode ser negociado.

Defina seus critérios mínimos para a venda

Assim como o vendedor, o comprador também está em busca das melhores condições para o negócio, por isso é preciso saber exatamente o limite para concessões e descontos.

Defina os valores mínimos de negociação, formas de pagamento que estará disposto a aceitar e prazos para a entrega do imóvel. Dessa maneira, será possível tomar decisões seguras para o fechamento do negócio.

Realize a venda dentro dos trâmites legais

Não abra mão da segurança em realizar a venda respeitando as leis que regem o mercado imobiliário.

O prejuízo e o trabalho que arranjos informais podem causar são muito maiores do que se imagina. Por isso, conheça os impostos a serem pagos, custos da negociação intermediada pelo corretor e, claro, os documentos necessários para oficializar a venda.

7. Conheça os documentos necessários para vender um imóvel

Podemos separar os documentos em três grupos: do vendedor, do imóvel e do comprador.

Além dos documentos, algumas taxas e impostos também fazer parte do negócio, chegando a custar aproximadamente 5% do valor da venda. Isso muda conforme as legislações estaduais, mas, resumidamente, podemos citar os principais:

Documentos do imóvel

  • Cópia autenticada da escritura definitiva com o nome dos vendedores registrada em um Cartório de Registro de Imóveis;
  • Certidão Negativa Vintenária de Ônus Reais (atesta a inexistência de dívidas nos últimos 20 anos);
  • Registro de Ações Reipersecutórias e Alienações (certifica que não há registro de venda informal do bem)
  • Certidão Negativa de Impostos emitida pela Prefeitura;
  • Cópia autenticada do IPTU vigente, com as devidas parcelas pagas até a data da negociação;
  • Averbação da Construção, também do Cartório de Registro de Imóveis;
  • Planta do imóvel aprovada pela prefeitura assinada pelo engenheiro ou arquiteto responsável, bem como o número de seu registro no CREA;
  • Certidão Negativa de Débitos Condominiais, para o caso de apartamentos.

Documentos do vendedor

São em sua maioria certidões negativas, tais como:

  • de Ações Cíveis e na Justiça Federal;
  • de Interdição, Tutela ou Curatela;
  • ações das Fazendas Estadual e Municipal;
  • protestos de títulos.

Se houver alguma certidão positiva, deverá enviar documento que conste todo o conteúdo da ação. Comerciantes também devem anexar documentos específicos da saúde financeira de seu negócio para vender um imóvel.

Documentos do comprador

Além da cópia dos principais documentos de identificação do comprador, outros serão pedidos conforme seu estado civil e nacionalidade.

Cópia do extrato do FGTS e comprovante de remuneração normalmente são solicitados pela instituição financeira que vai conceder o financiamento.

Essas certidões têm validade de 60 dias e são providenciadas depois da assinatura do contrato de compromisso de venda e compra, sendo que algumas delas podem ser obtidas online.

Posteriormente, e com toda a documentação em dia, o contrato de compra e venda pode ser feito com orientação de um advogado especialista.

Todo esse trâmite legal parece trabalhoso, mas, com determinação e um profissional da área que saiba como vender um imóvel para orientar o processo, a parte mais difícil realmente é encontrar o comprador certo.

Por esse motivo, apostar em uma plataforma online de compra e venda de imóveis aumenta muito as chances de sucesso na divulgação do imóvel.

Quer conhecer outras estratégias para vender um imóvel de forma prática ou anunciar na internet? Então leia agora este post sobre estratégias para anunciar seu imóvel na internet!

Corretor de Imóveis

5 características essenciais de corretor de imóveis

Quem atua no mercado imobiliário sabe que essa área demanda conhecimento e atualização para acompanhar as novidades do setor, que está em constante transformação. Por conta disso, entender quais são as características do corretor de imóveis pode ajudar a crescer na carreira e dedicar atenção aos pontos que devem ser desenvolvidos.

Para te ajudar nesse processo, listamos 5 pontos essenciais que você deve conhecer para oferecer um bom atendimento ao cliente e ser um profissional de qualidade. Confira a seguir quais são eles e veja se estão de acordo com o seu perfil!

1. Ter ética nas relações com clientes e empresas

Uma das principais características do corretor de imóveis é a ética profissional. Essa conduta diz respeito a um relacionamento transparente e correto com os clientes e as empresas empregadoras ou parcerias.

Isso significa oferecer um serviço que preze pela honestidade das ações sobre todos os aspectos, principalmente, a idoneidade, que não deve ser esquecida em função dos ganhos financeiros ou negócios que não sejam benéficos para nenhuma das partes envolvidas.

Sendo assim, os profissionais que mantêm uma postura ética tem muito a ganhar. Primeiramente, a confiança e respeito do seu público, afinal, todos que oferecem um bom serviço conquistam boas posições, fecham grandes negócios e passam, inclusive, a ser recomendados por todos.

Até porque, é comum que muitos interessados em comprar, alugar ou vender um imóvel busquem indicação de corretores entre seus amigos e familiares, por isso, aqueles que se mostraram éticos no atendimento, sem dúvidas, terão preferência.

Com isso, mantendo uma postura ética, os seus rendimentos serão maiores, aumentará seu nível de empregabilidade e você pode até mesmo se tornar referência em seu mercado.

2. Apresentar segurança para oferecer bom atendimento

O corretor de imóveis é um vendedor, pois ele precisará encontrar formas de oferecer os melhores produtos — casas, apartamentos, galpões, salas comerciais, entre outros imóveis — para o cliente, ressaltando os benefícios e características do empreendimento, intermediando negociações de valor, enfim, algo muito semelhante ao que um vendedor de loja faz, por exemplo, não é?

Diante disso, mostrar-se seguro e confiável é uma característica imprescindível. Afinal, ninguém se sentiria à vontade em fechar negócio, sobretudo, com preços elevados como os de imóveis, com alguém que titubeia durante um atendimento.

Para evitar qualquer problema nesse sentido, o recomendado é buscar o máximo de informações sobre o setor e os empreendimentos que está trabalhando no momento. Isso porque, quanto mais conhecimento tiver, mais segurança terá para atender e apresentar o projeto.

Além disso, buscar falar com firmeza, conversar olhando para as pessoas e se preocupar com a aparência pessoal é fundamental. Busque vestir-se adequadamente para encontrar os clientes. E, claro, fale corretamente, evite gírias e, de forma alguma, use palavrões.

Todas essas atitudes contribuem para uma imagem de profissional confiante, algo que será percebido facilmente por todos aqueles que receberem atendimento.

3. Demonstrar proatividade para superar expectativas dos clientes

Se um cliente tem interesse em um determinado apartamento para comprar, você só apresenta o imóvel em questão ou mais alguma sugestão? Se a sua resposta é a primeira opção, é melhor começar a rever os seus conceitos.

A proatividade é uma das características essenciais do corretor de imóveis, e isso implica em antecipar-se às necessidades dos clientes e ir além do esperado. Essas são atitudes muito valorizadas no setor imobiliário e que todos os profissionais devem buscar.

Mas, proatividade não é somente apresentar diferentes alternativas de empreendimentos ao cliente, ainda que ele não tenha solicitado. Significa também se adiantar a possíveis dúvidas, pontos importantes na negociação, dificuldades e até mesmo vantagens que o potencial cliente não está enxergando.

Para chegar nesse nível de atendimento é necessário prestar atenção nos desejos dos clientes e a cada novo negócio buscar se aprimorar e corrigir o que faltou no anterior. Essa sensibilidade e perspicácia virá com o tempo, entretanto, é preciso interesse em evoluir.

4. Ser paciente para atender aos clientes

Todo profissional que lida diretamente com o público precisa ter uma característica indispensável: a paciência. E assim é com o corretor de imóveis, pois o seu a dia a dia será repleto de pessoas de toda as personalidades.

Enquanto algumas já saberão tudo o que desejam encontrar e, provavelmente, fecharão negócio com facilidade, muitos outros serão indecisos, necessitando de mais tempo e opções para conhecer e também podem demorar muito mais para bater o martelo.

Para atender essas — e muitas outras — demandas é preciso boa dose de paciência e jogo de cintura, pois será necessário administrar conflitos, dúvidas, estresse e ansiedade dos clientes. Enfim, o fundamental é praticar a serenidade.

Sem dúvidas, uma pessoa com perfil “estourado” teria dificuldades neste ramo. Além do mais, a carreira de corretor de imóveis sofre muitas flutuações, há períodos com muitos interessados em alugar, comprar ou vender, mas há outros de baixa no setor.

Por isso, manter-se paciente e calmo, seja durante uma negociação ou uma fase mais complicada do mercado, é o caminho para alcançar o êxito.

5. Ter atenção aos detalhes da negociação

Mais uma das características do corretor de imóveis: a atenção aos detalhes. Esse atributo é importante, pois sua rotina não se resume apenas a apresentar imóveis aos interessados, também tem uma boa parte burocrática.

Isso implica em preenchimentos de formulários, contratos, regras que devem ser seguidas, termos, entre outros documentos. Para que tudo dê certo é preciso um olhar muito atento aos mínimos detalhes, ler com cuidado e ter organização para não esquecer nada.

Um pequeno erro ou esquecimento pode pôr em risco um contrato de valor alto. E ninguém quer perder venda, não é mesmo? Diante disso, quem deseja seguir nessa profissão precisa ser uma pessoa organizada e que preza por processos executados com perfeição.

Quem faz tudo às pressas, sem prestar muita atenção, não conseguirá se adaptar à rotina de um corretor de imóveis. De certo modo, essa característica caminha com a anterior, pois para fazer tudo corretamente em detalhes, precisa ser paciente e dedicado.

Agora que você já sabe quais são as características do corretor de imóveis, aproveite e acesse nosso post para conhecer quais são os tipos de clientes do mercado imobiliário.

Corretor de Imóveis

Glossário imobiliário: conheça os termos mais importantes da sua área

Como qualquer segmento, o mercado imobiliário está repleto de termos que nem sempre são de fácil compreensão, mesmo para quem atua nele há algum tempo. Por isso, nós preparamos esse glossário imobiliário com os termos mais importantes da sua área.

Esse post vai facilitar o seu entendimento das transações imobiliárias e das tratativas comuns entre corretores de imóveis. Confira!

CUB

O Custo Unitário Básico (CUB) é um indicador monetário definido pelos Sindicatos da Indústria da Construção Civil (Sinduscons) de cada estado brasileiro. Ele serve como parâmetro para a atribuição de preços nos empreendimentos imobiliários e diz respeito ao custo por metro quadrado que é definido para cada padrão construtivo.

Denúncia vazia

Esse termo é utilizado nos negócios que envolvem a locação de imóveis e se refere ao rompimento de um contrato de locação por parte do proprietário do imóvel.

Atualmente, a denúncia vazia se aplica a contratos de locação residenciais com 30 meses ou mais, que já tenham sido cumpridos. Ou a contratos com mais de cinco anos. Quando o expediente é utilizado, o inquilino tem 30 dias para deixar o imóvel.

Fifty fifty

Traduzido do inglês para o português, fifty significa cinquenta. O termo fifty fifty, ou simplesmente fifty, é utilizado em uma negociação na qual a comissão é dividida meio a meio entre dois corretores. Ou seja, cada um fica com 50% do valor da comissão. Usa-se, também, cinquenta cinquenta.

Essa situação ocorre, por exemplo, quando um corretor se encarrega de mostrar o imóvel e o outro dá sequência ao atendimento e fechamento do negócio. Ou, então, quando dois corretores captam juntos um mesmo imóvel, que é objeto de uma venda.

Flat

Os flats são apartamentos em edifícios que têm administração hoteleira. Eles costumam acolher moradores permanentes e hóspedes temporários. A todos é oferecido, indistintamente, os serviços que são próprios de um hotel como café da manhã e serviço de quarto, entre outros.

Os flats podem ser adquiridos por investidores e serem destinados à locação dentro do pool que reúne todas as unidades disponíveis. Em decorrência dessa possibilidade surgem também as expressões fora do pool e dentro do pool.

Fora do pool diz respeito ao flat que não está entre os apartamentos locados como unidade hoteleira. Dentro do pool são aquelas unidades que integram o pool de locação.

Nesse caso, o imóvel deve ser decorado de acordo com um padrão pré-estabelecido pela administradora do pool.

Habite-se

O Habite-se é o nome dado ao documento emitido pela prefeitura de um município que atesta que o imóvel foi construído de acordo com os critérios municipais estabelecidos e que, portanto, está em condições de ser habitado.

Esse documento dá legalidade ao imóvel, pelo ponto de vista das regras municipais. É exigido, por exemplo, como premissa para a obtenção do crédito imobiliário. Só podem ser financiados os imóveis que têm o Habite-se.

Hipoteca

A hipoteca ocorre quando qualquer bem, imóvel ou móvel, é dado como garantia de pagamento de uma dívida. Enquanto dura a hipoteca, o devedor detém a propriedade e a posse sobre o bem.

Ao final da hipoteca, se o valor devido não for pago, a propriedade é transferida para o credor.

ITBI

O ITBI é o Imposto sobre Transações de Bens Imóveis. Esse é um tributo que cabe aos municípios arrecadarem e a alíquota é definida também no âmbito municipal.

O imposto é representado por um percentual que varia de município para município — na maioria das vezes, fica entre 2% e 3% do valor do bem. Em geral, a responsabilidade de pagamento é do comprador do imóvel.

A quitação do ITBI é condição necessária para que possa ser feita a transferência de propriedade de um imóvel.

Laudêmio

Em determinadas circunstâncias, os imóveis de propriedade da União podem ser utilizados para finalidades privadas, desde que haja a devida autorização. Essa autorização é dada na forma de certidão de ocupação ou de aforamento, pela Secretaria de Patrimônio da União.

Por exemplo, áreas existentes na orla marítima — que pertencem à União — podem ser ocupadas dessa forma.

O direito de uso pode ser negociado, porém, não pode haver lavratura de escritura ou registro de propriedade. Além disso, sempre que o direito de uso for cedido de uma pessoa a outra é preciso pagar o laudêmio, imposto gerado para a União em decorrência desse tipo de transação.

Loft

Em uma tradução do inglês, loft significa sótão, mas também pode se referir a um celeiro. Porém, na prática, o conceito se popularizou em Nova Iorque, nos anos 1970.

Galpões abandonados e pavimentos de edifícios passaram a ser ocupados para fins de moradia. Como os ambientes eram amplos — como em um grande sótão ou em um celeiro — e não eram utilizadas paredes ou divisórias para separar os ambientes, o nome passou a ser aplicado..

A partir de então, os lofts nova-iorquinos começaram a orientar uma tendência arquitetônica que passou a definir imóveis residenciais, com grandes áreas livres e sem divisões físicas entre os ambientes.

Memorial Descritivo

O Memorial Descritivo é um documento produzido pelas construtoras e especifica os materiais e os equipamentos que serão usados na construção de um imóvel. Nele constam, também, dados técnicos sobre o projeto e os itens que compõem a área comum de condomínios.

Ele é um documento oficial que deve ser parte anexa a um contrato de compra e venda de imóvel em construção, uma vez que atesta as características que ele deve ter quando a obra terminar. Por isso, é importante que os corretores que negociam imóveis na planta, imóveis que ainda não foram finalizados e imóveis novos tenham acesso ao Memorial Descritivo.

A partir desse documento, fica mais fácil conhecer os dados do empreendimento e se torna mais seguro passar as informações aos compradores.

RI

O RI é o Registro de Incorporação, um documento que compete ao município onde uma obra está localizada emitir. Ele atesta a regularidade fiscal da empresa e do próprio empreendimento e consolida o caráter oficial do Memorial Descritivo.

O RI é condição indispensável para que um imóvel em construção seja negociado.

VGV

Esse termo é muito utilizado em todos os níveis de negociação de um empreendimento ou de vários empreendimentos de uma mesma construtora. VGV é a sigla para Valor Geral de Venda, que é a soma dos valores de todas as unidades de uma única incorporação ou de todas as unidades de uma determinada incorporadora.

Assim, se um lançamento tem 30 unidades com valor médio unitário de R$1 milhão, isso significa que o VGV do empreendimento é de R$30 milhões. Por outro lado, se uma construtora inicia uma ação para vender o estoque que ela possui cuja somatória dos valores dos imóveis é de R$50 milhões, o VGV daquela construtora é de R$50 milhões.

Agora que você já conhece o nosso glossário imobiliário, baixe o nosso ebook e descubra tudo o que você precisa saber para ser um corretor de imóveis de sucesso!

Corretor de Imóveis

Corretor: aprenda como lidar com objeções em vendas

Você já imaginou como seria bom se tudo na vida transcorresse da forma como planejamos? Porém, na realidade, qualquer pessoa com um mínimo de bom senso sabe o quanto o dia a dia é repleto de grandes e de pequenos obstáculos, que devem ser superados constantemente.

Assim também ocorre na atividade profissional do corretor de imóveis, que deve estar sempre preparado para saber lidar com as objeções em vendas. Ora, é ótimo quando o corretor se depara com o cliente perfeito, que sabe se expressar claramente. É ainda melhor quando ele tem à mão o imóvel mais indicado para aquele cliente.

Porém, como na grande maioria das vezes as coisas não acontecem dessa forma, é preciso saber agir.Confira nesse post o que você pode fazer para lidar com as objeções.

Antecipe as objeções em vendas

Há um processo interessante que o corretor de imóveis pode seguir na preparação de um negócio que facilitará bastante a compreensão de como as objeções em vendas podem surgir, permitindo que ele evite as mais óbvias. A esse processo é possível associar quatro letras, que formam a palavra SPIN — sim, é a mesma do SPIN Selling.

Cada letra se refere a um dos aspectos que devem ser trabalhados na primeira entrevista com o cliente, que são: a situação, o problema, a implicação e a necessidade. Vejamos cada uma delas e as objeções que elas podem ocasionar.

Situação

Nesse ponto, é importante que o corretor entenda exatamente qual é a situação financeira do cliente e também aquelas que estão relacionadas aos gostos e às necessidades pessoais que ele tem. Assim, é possível evitar objeções que sejam decorrentes de uma determinada situação.

Por exemplo, se um cliente não gosta de altura, é muito possível que o corretor encontre uma séria objeção se apresentar a ele um apartamento no 20º andar do prédio.

Problema

Outro ponto que deve ser observado são as insatisfações do cliente e os problemas que ele deseja resolver. Por exemplo, alguém pode estar querendo se mudar de um imóvel porque o bairro onde mora é muito barulhento.

Se o corretor apresentar à pessoa outro imóvel em um local também barulhento estará criando oportunidade para uma objeção. 

Implicações

As implicações dizem respeito aos desdobramentos que um problema pode acarretar. Por exemplo, o cliente que tem problemas com barulho pode ter desenvolvido uma insônia. Assim, o ideal é que o corretor ofereça a ele um imóvel que seja muito tranquilo e que não inclua qualquer aspecto que possa influenciar negativamente o sono da pessoa — como faria um imóvel próximo a uma grande placa luminosa. 

Necessidades

O último aspecto a ser considerado é a avaliação das necessidades do cliente, que reúnem todos aquelas questões anteriores e que podem causar objeções.

Ou seja, o corretor que estiver atendendo uma pessoa que não gosta de morar nas alturas, que tem problemas com barulho e que sofre de insônia e que apresentar a ele um apartamento no 20º andar do prédio, ao lado de um estádio de futebol e um local extremamente iluminado não só encontrará objeções como, provavelmente, perderá o cliente.

Considere as principais objeções

Além daqueles obstáculos mais óbvios, que surgem quando se depara com um imóvel completamente inadequado para aquilo que ele necessita, cada tipo de cliente também poderá desenvolver outras objeções.

As principais estão relacionadas ao preço, à qualidade, à concorrência e à falta de atendimento àquilo que ele pretende do imóvel.

Preço

Eventualmente, um imóvel pode estar de acordo com as condições financeiras do cliente. Porém, ele também pode estar além da disposição de gasto naquele momento, o que pode se tornar uma objeção. 

Qualidade

Normalmente, o cliente avalia a qualidade dos materiais e da planta do imóvel. Se não ela não for condizente com aquilo que ele deseja ou se ele não considerar compatível com preço do imóvel, é possível que ele apresente uma objeção.

Concorrência

O corretor deve ter em mente que ninguém tem um cliente, de fato, até o momento em que ele fecha o negócio. Antes disso, todo cliente pertence ao mercado.

Por isso, é preciso estar atento para as ofertas da concorrência, considerando as questões de custo e benefício que o cliente costuma avaliar. 

Imóvel certo

É possível que um imóvel tenha todas as características que o cliente apresentou de início. Contudo, mesmo assim pode surgir alguma resistência não prevista, que faça com aquele não seja o imóvel perfeito. Por exemplo, um dos quartos pode ser menor do que ele gostaria, o que deve ser visto como uma objeção importante.

Contornando as objeções

As objeções mais concretas, como as que o processo SPIN é capaz de identificar, devem ser evitadas. Contudo, existem outras menos consistentes que podem ser contornadas.

Por exemplo, uma pessoa que apresenta nítidos sinais de ter gostado de um imóvel pode apresentar objeções quanto ao preço. Em situações assim o corretor pode ressaltar a oportunidade que o cliente tem de comprar um imóvel que agrada a ele e que tem um valor maior de mercado. Ao mesmo tempo, é possível se referir ao fato do gosto do cliente ser elevado, o que, naturalmente, faz com que os imóveis que agradam a ele custem mais caro.

Ou seja, nas situações de objeção é interessante acionar determinados gatilhos mentais que toda pessoa tem. Principalmente os que dizem respeito às vaidades, ao senso de oportunidade, aos gostos pessoais e a outros critérios que, mesmo inconscientemente, são considerados nos processos de compra.

Nesse ponto vale ressaltar que algumas objeções não são tão sérias e se resolvem sozinhas, com o tempo, sem precisar que o corretor interfira na solução. O cômodo menor, por exemplo, pode não ser assim tão relevante quanto o cliente quis transparecer!

Não confronte o cliente

O corretor que confronta o cliente, agindo de maneira rude ou desdenhosa, dá um passo que pode ser decisivo para transformar uma simples objeção em um obstáculo instransponível para a continuidade do atendimento. De fato, a discordância pode surgir em determinadas ocasiões. Porém, só nos momentos em que ela for de fato necessária e desde que seja apresentada com muita sutileza e habilidade.

Por exemplo, se o cliente diz que determinado imóvel não possui o real valor que tem é possível discordar dele apresentando argumentos consistentes de mercado, que sejam inquestionáveis. Assim, sem confrontá-lo com palavras ásperas ou com gestos de desdém, é possível resolver uma situação com facilidade.

Foco na venda

Por fim, é importante ressaltar que alguns corretores acabam se tornando ansiosos diante de uma objeção e a valorizam acima do necessário. Com isso, perdem o foco na venda e ficam insistindo em resolver algo que poderia ser contornado com facilidade ou deixado para que o tempo resolvesse.

Não faça isso. Lembre-se de que o seu objetivo é atender à necessidade do seu cliente e, assim, fechar a venda.  

Se você ainda tem alguma dúvida sobre objeções em venda ou se deseja dar a sua opinião sobre o assunto, deixe abaixo o seu comentário. Queremos muito saber o que você está pensando e teremos grande satisfação em poder ajudar!

Corretor de Imóveis

Como o corretor de imóveis pode ter sucesso com parceria de negócios?

Por mais experiente que um corretor seja, ao trabalhar sozinho, ele pode encontrar dificuldades em acompanhar todos os movimentos do mercado. Dessa forma, muitas vezes ele fica afastado de boas oportunidades. Isso pode ser evitado com uma parceria de negócios.

O mercado imobiliário mantém uma dinâmica acelerada. Porém, há uma variação na concentração de negócios que requer do corretor agilidade, para perceber as mudanças e para entender em qual direção as negociações estão caminhando.

Confira nesse artigo, como o corretor pode se beneficiar com as parcerias e aumentar o próprio faturamento.

Parceria de negócios com corretores

Todo corretor sabe o quanto o mercado é concorrido e como as disputas por clientes e por bons imóveis são acirradas. Todavia, mesmo nesse ambiente aparentemente hostil, é possível criar parcerias consistentes com colegas de profissão, aumentando, assim, a possibilidade de efetivar mais vendas e captar mais imóveis.

Como o mercado é bastante segmentado, existem corretores que preferem atuar na captação, enquanto outros são vendedores por excelência. Alguns são especialistas em imóveis de alto luxo, ao passo que há os que preferem os imóveis populares. Ainda, existem os especializados em galpões, em imóveis comerciais, em imóveis industriais ou em terrenos.

Enfim, dificilmente um corretor consegue abranger todas as opções do mercado e a maior parte daqueles que tentam essa abrangência acaba não se dando bem em nenhuma delas.

Portanto, é interessante que os corretores formem entre si parcerias que complementem as especialidades. Dessa forma, será possível aproveitar grande parte dos negócios que se apresentam. Inclusive, aqueles que possam surgir de atendimentos direcionados para outras finalidades.

Por exemplo, imagine uma situação na qual um corretor especializado em casas de alto luxo esteja atendendo a um grande empresário que também está precisando de um galpão industrial. Se aquele corretor fizer parte de uma parceria de negócios com outro profissional especializado em galpões, ele terá a chance de efetivar duas vendas para um único cliente.

Parcerias com imobiliárias

As imobiliárias são parceiras muito interessantes para os corretores. Além delas possuírem uma infraestrutura completa para o atendimento aos clientes, com capacidade para fechamento de contratos e assessoria jurídica, as corretoras também possuem um extenso portfólio de imóveis e uma carteira consistente de clientes.

Quando fecham parcerias com as imobiliárias, os corretores passam a se beneficiar de toda a estrutura existente e conseguem ter acesso aos clientes e aos imóveis da empresa. Vale, ainda, destacar que o custeio das atividades próprias da corretagem torna-se muito mais baixo e menos trabalhoso.

Afinal, as imobiliárias arcam com o pagamento de anúncios, produção de cartazes, pagamento de contas de telefone e demais despesas do escritório. Ao corretor parceiro, cabe apenas fazer o atendimento, efetivar os negócios e receber as comissões, sem ter que se preocupar com os expedientes administrativos.

Parcerias com construtoras e incorporadoras

As construtoras e as incorporadoras também são ótimas parceiras para os corretores de imóveis. As grandes empresas, inclusive, mantêm estruturas semelhantes às das melhores imobiliárias, o que permite que o profissional atue em um ambiente apropriado, sem ter que arcar com os custos que ele gera.

Cabe destacar que as construtoras e as incorporadoras são os grandes motores do mercado imobiliário. São elas que fazem os lançamentos que movimentam os negócios com alto Valor Geral de Vendas (VGV) — que é a soma de todos os valores de um mesmo empreendimento ou de um estoque.

Para tanto, essas empresas investem pesado em publicidade, criam estruturas de venda sólidas e, muitas vezes, chegam a investir em imóveis decorados, que facilitam bastante a apresentação dos lançamentos.

É importante ter em mente que as construtoras e as incorporadoras criam condições de pagamento bastante facilitadas nos lançamentos, o que favorece os fechamentos. Além disso, elas mantêm estoques de imóveis prontos que também formam um significativo VGV.

Ora, para viabilizar os negócios, as construtoras e as incorporadoras contam com parceria de negócios com imobiliárias e com corretores, o que merece ser aproveitado.

Parceiros em outros segmentos

Não resta dúvida que os negócios do mercado imobiliário estão concentrados nos corretores, nas imobiliárias, nas construtoras e nas incorporadoras. Todavia, existe uma série de outros profissionais e de empresas que, de um jeito ou de outro, estão conectados aos negócios com imóveis e que podem render ótimas parcerias.

Os arquitetos e os engenheiros civis, por exemplo, estão sempre em contato com pessoas que estão em busca de terrenos para construção, cujos projetos e execuções ficarão sob a responsabilidade deles. Ao mesmo tempo, essas categorias profissionais são contratadas para reformas de imóveis que serão destinados à venda, o que também pode ser fonte geradora de negócios.

Os consultores de investimento, gerentes de bancos, contadores e outros profissionais que estão em contato frequente com os aspectos financeiros e de investimento dos clientes que atendem também são ótimos parceiros. O mesmo ocorre com os advogados que, muitas vezes, atuam na administração patrimonial de empresas e de pessoas físicas e que podem indicar possibilidades concretas de negócios.

Frequentemente, esses profissionais exercem influência direta nas decisões dos clientes que atendem e boa parte dessas decisões implica em negócios com valores vultosos. Isso significa que eles podem ser ótimos parceiros.

Parcerias e rendimentos

Naturalmente, uma boa parceria de negócios é aquela na qual todos os participantes alcançam ganhos compatíveis com o papel que cumpriram na negociação. Portanto, o ganho do corretor de imóveis deve ser adequado para o trabalho que ele exerceu, considerando também todos os benefícios que o parceiro proporcionou.

Assim, em uma parceria com um colega de corretagem, na qual ambos tiveram participações iguais, é natural que a comissão seja dividida também em partes iguais entre eles. Essa é uma condição muito comum, por exemplo, nas ocasiões em que um corretor atua no atendimento ao cliente comprador, enquanto o outro é o captador do imóvel, atendendo o vendedor.

As parcerias com as imobiliárias, normalmente, seguem regras pré-estabelecidas. De modo geral, as comissões consideram os descontos de custeio da infraestrutura utilizada e também a escala de remuneração de diretoria e de gerência.

O mesmo ocorre com as construtoras e com as incorporadoras. Contudo, na parceria com essas empresas a comissão costuma ser um pouco menor do que nos negócios realizados por intermédio das imobiliárias. Porém, considerando que, nos lançamentos, há a possibilidade de um grande volume de vendas, a perspectiva de ganho em escala supera essa aparente desvantagem.

Aliás, vale considerar que, muitas vezes, os corretores de construtoras e de incorporadoras, que fazem lançamentos regulares e com grande VGV, alcançam remunerações muito interessantes. Frequentemente, superiores às obtidas pelos corretores que atuam sozinhos ou em imobiliárias.

Nas parcerias com profissionais, por sua vez, é preciso avaliar o nível de envolvimento de cada um com o negócio. Se a parceria surgir apenas pela apresentação de um provável comprador, a comissão deve ser compatível com a indicação. Contudo, se o profissional parceiro tiver um envolvimento maior, inclusive no processo decisório, é justificável que a comissão seja maior. 

Cada caso deve ser negociado de acordo com  as características particulares que apresentam. De qualquer forma, é sempre válida a ideia difundida no mercado imobiliário que diz que vale mais ter uma pequena participação em um negócio concreto do que toda a participação em um negócio inexistente. Ou seja, mais vale ter 50% de comissão na venda de um imóvel do que 100% de comissão em uma venda que não se concretiza. 

Com essas informações você está pronto para buscar uma parceria de negócios e aumentar o seu faturamento.

Contudo, se você ainda tem alguma dúvida ou se deseja dar a sua opinião sobre o assunto, deixe o seu comentário. Nós queremos saber o que você está pensando e teremos satisfação em ajudar!

Corretor de Imóveis

Descubra quanto ganha um corretor de imóveis

Quanto ganha um corretor de imóveis? Essa é uma questão importante para quem está pensando em entrar para o mercado imobiliário. Neste post, vamos verificar quais funções um corretor pode desempenhar e também as formas possíveis de exercício da profissão. Além disso, apresentaremos como é feito o cálculo da remuneração dos corretores.

Quais as funções e quanto ganha um corretor de imóveis

Pelo ponto de vista legal, para ser corretor de imóveis no Brasil é indispensável que o profissional tenha concluído o curso Técnico de Transações Imobiliárias (TTI) e que tenha efetuado o registro no Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI) de um dos estados da União ou do Distrito Federal.

Com essa condição, o profissional pode exercer a intermediação na compra, venda, permuta e locação de imóveis, podendo, ainda, opinar quanto à comercialização imobiliária, como estabelece a Lei Federal nº 6530, de 1978, que regulamenta a profissão de corretor de imóveis no Brasil.

O registro no CRECI também pode ser obtido pelos portadores de diploma nos cursos tecnológicos de Gestão Imobiliária ou de Negócios Imobiliários, que são de nível superior. Com esta condição, o profissional também pode emitir pareceres técnicos de avaliação de imóveis que tenham caráter mercadológico.

Portanto, o corretor deve ser remunerado​ pelos serviços que presta, o que ocorre conforme uma das situações abaixo.

Como corretor autônomo

Após a obtenção do registro no CRECI, mesmo na condição de pessoa física autônoma, o profissional pode exercer todas as atividades próprias da corretagem. Como resultado dos serviços prestados, o corretor fará jus a uma comissão, cujo valor será correspondente a um percentual do preço de venda do imóvel.

Esse percentual varia de estado para estado e é fixado por uma tabela estabelecida pelo CRECI do estado onde a negociação foi efetivada.

A tabela de comissão de negócios envolvendo imóveis urbanos no estado de São Paulo, por exemplo, define percentuais que ficam entre 6% e 8% do valor total da negociação. Isso significa que o corretor que faz a intermediação de um negócio imobiliário com o valor de R$500 mil, em São Paulo, passa a ter direito a uma comissão entre R$30 mil e R$40 mil, conforme for o acordo firmado com o proprietário do imóvel.

De fato, esse é um rendimento muito interessante. Porém, é preciso considerar que o mercado imobiliário é bastante concorrido, o que torna improvável que um corretor autônomo realize vendas com regularidade, todos os meses.

Média de ganhos mensais

Considerando que o corretor pode ficar um período sem vender, para chegar a uma renda mensal o profissional precisa considerar o faturamento anual e depois fazer a média.

Por exemplo, suponha que um corretor venda um total de R$2 milhões em imóveis ao longo de um ano e que ele seja comissionado com um percentual de 6% em todas as negociações. Assim, ele receberá uma comissão total de R$120 mil naquele ano, o que daria uma remuneração bruta mensal de R$10 mil.

É preciso, entretanto, descontar desse montante as despesas com telefone, internet, publicidade, entre outros. Portanto, o profissional terá que deduzir esses custos da remuneração bruta mensal de R$10 mil.

Ainda, vale ressaltar que, se houver a participação de outros corretores no negócio, a comissão deverá ser dividida em partes iguais entre todos eles.

Como corretor associado à imobiliária

A corretagem autônoma é frequente, mas uma das maneiras mais usuais de exercer a profissão é por meio da associação com uma empresa imobiliária. De acordo com a Lei nº 6.530, essa associação pode ser feita, inclusive, sem vínculos empregatícios.

A grande vantagem de se tornar um corretor associado está na possibilidade de acesso a um volume maior de clientes e também a uma carteira sortida de imóveis. Afinal, por um lado a empresa investe na captação de clientes. Por outro, como existem mais corretores captando imóveis, a carteira fica mais extensa, permitindo que o profissional encontre mais opções para ofertar aos clientes em atendimento.

Ao mesmo tempo, as imobiliárias se encarregam de investir na publicidade dos imóveis e oferecem a estrutura necessária para o desempenho da profissão, incluindo telefone e computador conectado à internet. As empresas bem estruturadas também possuem softwares que auxiliam os corretores no controle dos clientes e na seleção dos imóveis, o que é de extrema importância na organização do trabalho.

Além disso, as imobiliárias mantêm estrutura jurídica para a produção de contratos e ainda disponibilizam outros serviços que facilitam as negociações. Ao mesmo tempo, o corretor que se associa a uma imobiliária passa a trabalhar junto a uma equipe, aumentando as chances de fazer parcerias e realizar negócios.

Vale ressaltar também que uma boa imobiliária alcança uma projeção institucional importante no mercado e essa projeção é emprestada aos corretores associados. Essa é uma característica que facilita a atuação do profissional e contribui para o desenvolvimento de sua carreira.

Comissão do corretor associado

Contudo, para oferecer todas essas vantagens, a empresa deve arcar com um custo considerável, que é suportado pelas comissões que recebe. Além dos gastos com a infraestrutura e com as despesas com marketing, nesses custos estão incluídas a comissão do captador do imóvel e também as remunerações de diretores e de gerentes.

Ainda, é claro, há a remuneração da própria empresa, que precisa ser considerada. Sendo assim, a comissão do corretor associado vem deduzida de todos esses custos agregados.

Os percentuais de comissão dos corretores associados variam bastante de empresa para empresa. Contudo, de modo geral, ele gira em torno de 1% do valor do negócio.

De fato, comparado à possibilidade de receber a comissão de 6% do corretor autônomo, o percentual pago ao corretor associado pode parecer pouco atraente. Porém, é preciso levar em conta que, na imobiliária, o profissional atua em um ambiente que é muito mais favorável à geração de negócios.

Com isso, o corretor pode obter uma produtividade maior e, por consequência, uma remuneração mais interessante do que teria se estivesse trabalhando por conta própria.

Como corretor de locação

Mantendo o exemplo do estado de São Paulo, o corretor autônomo que intermedeia um contrato de locação com duração superior a 90 dias tem direito a receber o valor de um aluguel a título de remuneração. Para locações por temporada, que, na forma da lei, são aquelas por períodos inferiores a 90 dias, a remuneração será equivalente a 30% do valor do contrato.

Portanto, é necessário que o corretor autônomo tenha uma carteira com várias propriedades para que a administração de imóveis ofereça uma remuneração consistente. Além disso, é preciso considerar que essa carteira também gera custos com publicidade, por exemplo, e que precisam ser deduzidos do rendimento obtido pelo profissional.

Como captador de imóveis

Existem corretores que atuam exclusivamente na captação de imóveis, delegando a outros profissionais ou mesmo a imobiliárias o papel de promover as vendas. Quem opta por ser um captador por excelência recebe o mesmo percentual de comissionamento dos vendedores, podendo haver alguma variação no caso de captadores associados a imobiliárias.

A grande vantagem do captador é poder se dedicar exclusivamente à prospecção de imóveis sem ter que se preocupar com a venda. Assim, ele pode formar uma carteira extensa, multiplicando as possibilidades de negócios e, é claro, de remuneração.

Como corretor assalariado

Essa é uma condição muito rara. Quando existe, na maioria das vezes, ela só se torna possível a partir do momento em que o corretor alcança um estágio de destaque na profissão. Com isso, ele pode ser contratado por uma imobiliária ou por uma construtora para exercer funções de planejamento, entre outras relacionadas à gestão imobiliária.

Ser corretor de imóveis exige esforço e dedicação como qualquer outra profissão e os bons resultados dependem do grau de comprometimento do profissional.

Se você ainda tem dúvidas sobre quanto ganha o corretor de imóveis ou se deseja dar a sua opinião sobre o assunto, deixe abaixo o seu comentário. Queremos saber o que você está pensando e teremos grande satisfação em poder ajudar.

 
Corretor de Imóveis

O guia prático do corretor de imóveis para ser o melhor da região

A concorrência sempre existe. E quem trabalha no ramo da corretagem de imóveis sabe que essa realidade pode ser feroz. A boa notícia é que, para bons profissionais, isso não representa uma grande ameaça. Ao contrário: pode ser um combustível para conquistar mais clientes e melhorar as vendas e seu relacionamento com eles.

Mas para conquistar esse status de relativa calma diante de tantos concorrentes, é preciso estudar e se especializar, buscando a melhoria contínua no seu ramo de atuação. E é exatamente por isso que elaboramos este guia prático do corretor de imóveis.

Obstáculos e problemas fazem parte, mas, ao entender melhor esses desafios e necessidades, fica bem mais fácil pensar em soluções e práticas que te ajudem a fechar mais e melhores negócios.

Por isso, aqui você encontrará ferramentas e estratégias para aperfeiçoar todas as tarefas envolvidas no seu trabalho: planejamento, atendimento, vendas e marketing.

Aplicadas em conjunto, elas têm o poder de fazer com que você consiga ser um profissional ainda melhor, e obtenha o merecido destaque na sua região de atuação. Então, o que está esperando? Comece a leitura agora mesmo e aproveite cada uma das nossas dicas!

Invista em conhecimento

O médico, professor e escritor brasileiro, Augusto Cury, diz:

Procure a sabedoria e aprenda a escrever os capítulos mais importantes de sua história nos momentos mais difíceis de sua vida.

É por isso que não poderíamos começar o nosso guia prático do corretor de imóveis de outra forma.

Conhecer significa tomar consciência de algo novo, trazer novas informações para a memória. E o mais interessante sobre isso é que, contrário ao que muitos pensam, ele é dinâmico, mudando de acordo com a época, as pessoas, suas necessidades e desejos.

Nesse sentido, você sabe como você pode conseguir aprender mais? Vejamos algumas formas bem práticas e fáceis:

1. Capacitação contínua

Para conseguir seu CRECI, você provavelmente fez um curso de formação para profissionais de corretagem de imóveis, certo? Bom, você se engana se pensa que a sua educação deve parar por aí.

É muito importante realizar o que muitos profissionais chamam de “reciclagem”. Trata-se de cursos, workshops, treinamentos e outros formatos que visam trazer para os profissionais imobiliários novidades nos mais diversos aspectos de sua carreira.

Esses eventos, alias, também costumam ser ótimas formas de se entrar em contato com outros corretores, às vezes de regiões distantes da sua. Pessoas com quem você pode trocar diferentes experiências, sucessos e fracassos, ambos aprendendo como aprimorar suas técnicas.

2. Leituras

Não é à toa que se produz tanto conteúdo, sobretudo na internet. São artigos, livros, pesquisas e tudo mais que você pode imaginar, para ajudá-lo a resolver aquela dúvida que parece não ter solução, ou indicar uma nova forma (muito mais eficiente) de organizar sua carreira.

Por isso, procure boas fontes de informação (blogs, sites, revistas, livros) e aproveite o que eles podem te oferecer!

3. Rede de contatos

Também conhecida como networking, é sempre importante de se manter ativa. É geralmente por meio dela que as novidades chegam — além, é claro, de apresentar grandes oportunidades de negócios, parcerias e afins.

E uma boa forma de se fazer isso, hoje, é aproveitar as mídias sociais. Com elas, você não só pode estar mais próximo para saber de eventos e informações, mas também têm à disposição um canal para conversar (via texto, áudio ou chats, com e sem vídeo).

4. Grupos de pesquisa

Outra forma interessante de ampliar seus conhecimentos profissionais é criar ou participar de grupos de pesquisa.

Sim — à primeira vista, a ideia pode parecer um pouco antiquada, como algo dos tempos de colégio, mas, acredite: ainda é uma excelente opção para descobrir mais sobre suas habilidades e competências, e melhorá-las.

Como? Basta encontrar outros profissionais com problemas afins e criar um grupo numa rede social, no WhatsApp, ou mesmo em um ponto de encontro físico. Com várias cabeças pensando juntas, fica mais fácil encontrar uma resposta para um problema que, sozinho, parecia ser impossível solucionar.

E o mais legal dos grupos é que você não precisa, necessariamente, estar com outros corretores de imóveis. Dependendo da questão a ser resolvida, o contato pode ser feito com profissionais das mais diversas áreas — o que, além de tudo, ainda representa uma chance de conseguir mais clientes.

5. Material audiovisual

Realmente, não é só de leituras e contatos que o conhecimento é construído. Então, aproveite a amplitude da internet para encontrar conteúdo também em áudio ou audiovisual.

Imagine só encontrar um podcast que você pode ouvir no caminho para o trabalho, ou talvez uma série de vídeos que mostrem, de forma mais prática, aqueles conceitos sobre os quais você já leu mas não conseguiu entender direito. Uma maravilha da modernidade!

Contudo, lembre-se de que mais importante do que somar novos dados é incorporar o aprendizado à sua rotina.

Adote um CRM

CRM é uma sigla inglesa que significa Customer Relationship Management — traduzindo: Gestão de Relacionamento com o Cliente.

Nesse sentido, o CRM pode ser entendido como uma estratégia para a melhoria e ampliação dos resultados de vendas. Ele é implantado a partir de uma ferramenta de captação, armazenamento e cruzamento de dados de clientes e prospects.

Como funciona o CRM?

Imagine a seguinte situação — que talvez até seja próxima de alguma que você já tenha vivido: Maria liga para o seu escritório, querendo fechar o negócio naquele imóvel que visito no mês passado.

Você, para ganhar tempo, responde com um “Lógico!”, completando que vai pesquisar, coletar as informações e ligar de volta. Maria então desliga, antes que você possa pegar o seu número (ela ligou no seu fixo).

Você passa a correr, buscando na memória, nas anotações no caderno e na agenda, nos e-mails, nos contatos do celular… Quem será a tal Maria? Qual imóvel ela quer? E qual é o número dela? Enfim, uma situação desesperante, não?

Pois, a partir do momento em que você tem um CRM implantado e alimentado corretamente — com um cliente ou prospect a cada contato —, mesmo que a ligação se dê daquela forma, fica infinitamente mais fácil encontrar a Maria, os imóveis vistos por ela e seus dados de contato.

E mesmo que não saiba exatamente qual das propriedades visitadas foi a escolhida, você pode retornar a ligação informando quais, dos visitados, ainda está disponível. E, assim, sem sustos e em um curto espaço de tempo, retornar a uma negociação.

Como usar o CRM no setor imobiliário?

Para que seja completo este guia prático do corretor de imóveis, é preciso ir além do óbvio. E, no caso do CRM, não é diferente. Ele não serve apenas para te tirar do sufoco na hora de saber qual imóvel cada cliente visitou. Na verdade, um bom sistema pode te fornecer outras informações valiosas sobre o seu negócio, como:

1. Dados estatísticos

Que tal descobrir quais são as áreas e bairros que os clientes mais procuram? Ou, então, qual tipo de imóvel é mais buscado? Além disso, o sistema de gestão de clientes ainda te ajuda a saber o faturamento, quantos cadastros realizados, o número de atendimentos…

É possível, inclusive, descobrir como anda a sua produtividade. Afinal, você sabe a porcentagem dos seus atendimentos que se concretiza em vendas? O CRM pode te dar essas informações.

2. Perfil do cliente

Muitos corretores trabalham com um rápido questionário, que permite descobrir qual é o perfil do contato. Imagine, contudo, poder de armazenar todos esses dados para poder retomá-lo em outra hora, sem depender da memória?

Ao ter acesso a esses perfis dos clientes, fica muito mais fácil saber como fazer uma aproximação e desenvolver uma relação de confiança — tarefas importantes e bem complicadas da corretagem de imóveis.

3. Atendimento

Obviamente, ao ter esse acesso rápido e fácil aos perfis e atendimentos de clientes, o seu atendimento passa a ser muito mais rápido e assertivo.

Se você trabalha com locação, por exemplo, pode criar avisos para saber de contratos que estão próximos do fim, para já se antecipar às negociações e trâmites envolvidos. Também pode ter uma chance de fazer um contato com atendimentos anteriores, para descobrir se ainda precisam dos seus serviços.

Tudo isso faz com que o seu trabalho renda mais, e você deixe de ser apenas um profissional receptivo para trabalhar ativamente na conquista de clientes e no fechamento de novas vendas.

Anuncie imóveis na internet

Sabemos que a internet é um universo de oportunidades, portanto, também não poderia ficar de fora do nosso guia. O corretor precisa aprender a usá-la a seu favor, e uma das formas mais fáceis de fazê-lo é a partir do anúncio de sua carteira de propriedades.

Mais opções, acesso mais fácil

É cada vez mais comum a procura de propriedades para compra ou aluguel pela internet. Rápida e prática, essa é uma plataforma que dá ao cliente a possibilidade de fazer, ele mesmo, uma pré-seleção, chegando até você já com dados que te ajudarão a entender o que ele procura.

Outra facilidade de oferecer sua carteira na internet é que, dessa forma, você permite que clientes de outras cidades ou estados planejem sua mudança sem a necessidade de ficar viajando para fazer uma pré-seleção dos imóveis.

Aliás, recentemente, com as imagens em 360 graus e vídeos (gravados, ou ao vivo), há quem já feche negócio com apenas uma única visita!

Diante disso, crie uma bela vitrine de tudo o que você tem a oferecer e use o site da sua imobiliária, as redes sociais e os classificados online como mais uma forma de trazer os clientes até você.

Compartilhamento de links

Já que falamos da praticidade na hora de oferecer diferentes opções para os mais variados clientes, precisamos falar também sobre como é prático ter links de cada imóvel para compartilhar.

Hoje, a comunicação é muito facilitada no meio online. Um cliente que procura um apartamento com perfil X, por exemplo, pode achar outro, que é perfeito para seu irmão. Então, copia o link e já o passa por mensagem ou e-mail.

Ou, talvez, um cliente pode entrar em contato com você via celular, e já receber, pelo mesmo meio, alguns links de propriedades.

Dependendo da situação, você pode até lançar mão dos encurtadores de URL, que transformam longos endereços em sites curtos (alguns permitem até customizar o link para que você possa saber a referência.

Agilidade e praticidade

Nos classificados de jornal, um cliente faz suas seleções: cidade, bairro, apartamento ou casa, número de quartos. Depois, passa a ler os “tijolinhos”, marcando os que lhe interessam. Só que é difícil conseguir todos os detalhes assim, a partir de poucas palavras e abreviações. Então, ele liga para você, corretor, marcando uma visita.

Muitas vezes, no entanto, quando ele chega na porta e vê a fachada ao vivo, diz que não era bem isso que estava procurando e vai embora. E, de fato, quando o primeiro contato é iniciado com uma frustração, fica bem mais difícil estabelecer uma relação de confiança.

Tendo tudo isso em mente, ao já oferecer uma página com fotos, vídeos e informações, você poupa bastante tempo — seu e do seu cliente, para escolher algo que valha uma visita. O que otimiza o processo e aumenta as chances de venda.

Potencialize o marketing boca a boca

Uma das formas mais antigas de marketing é o clássico boca a boca. Um cliente fala para outro, que repassa para um terceiro, que comenta com o seu círculo… E por aí vai.

Mas, para que esse seja um ciclo produtivo, de fato, o mais importante é que o serviço que você presta seja de qualidade. Senão, esse repasse de pessoa a pessoa, em vez de indicá-lo, servirá para que outros se afastem de você.

Já demos várias dicas até agora sobre como ser um profissional melhor — e, sinceramente, se você está lendo um guia prático do corretor de imóveis, é muito pouco provável que não seja competente na sua área de atuação.

Portanto, voltemos ao que interessa. Ao contrário do que muita gente pensa, o marketing boca a boca não conta apenas com a sorte. Trata-se de uma ferramenta que pode ser planejada e estruturada, e ajuda bastante quem está começando a estabelecer sua marca no mercado.

Mas, então, você sabe como fazer mais gente falar bem do seu serviço?

1. Participar na comunidade

As pessoas da sua região te conhecem? Para indicá-lo, é preciso que elas saibam, ao menos, o fundamental sobre um profissional. Mas não estamos falando apenas de saber apontar para seu escritório quando alguém perguntar por sua imobiliária.

A questão aqui é fazer parte da comunidade. E uma boa forma de fazer isso é participar de causas sociais ou realizar uma trabalho voluntário. Não precisa ser nada grande ou custoso, mas é fundamental que tenha estas duas características: consistência e verdade.

Traduzindo de forma bem prática, significa fazer algo de verdade, com o seu coração, e de forma regular.

Você pode se tornar um ponto de coleta de itens (alimentos, roupas) para um asilo ou ONG, por exemplo, fazer parte de grupos que distribuem lanches para a população de rua, ou participar de programas de voluntariado para dar aulas.

Enfim, descubra o que toca o seu coração, e o que você pode fazer para ajudar o próximo. Além de te fazer conhecer mais pessoas, isso te ajudará a divulgar os seus serviços. E, acima de tudo, ainda te fará bem.

2. Saber divulgar a si mesmo

Não espere a sua clientela perceber sozinha que os seus negócios estão melhorando, ou que você fechou uma venda importante: divulgue.

E a melhor forma de fazer isso é por meio dos melhores clientes, pessoas com que você já tem uma relação de confiança estabelecida. Isso porque, se você chega em um primeiro contato listando, de cara, os seus feitos, é possível que ele ache que você está apenas se gabando.

Assim, uma forma bem simples e prática de se divulgar é enviar um cartão (talvez com um brinde) para os melhores clientes, com um texto que relate suas conquistas e valorize a participação deles para o seu crescimento.

3. Não esquecer dos clientes antigos

Nunca esqueça quem te ajudou desde o começo, não importa o quanto você tenha crescido. Programe ativações desses contatos de forma periódica — inclusive, o CRM pode entrar aqui para lembrar de aniversários ou outras efemérides.

Essa valorização contínua, ainda que singela, faz com que o cliente certamente se lembre de você quando alguém solicitar uma indicação de corretor de imóveis. E você ainda conquistará mais um cliente, apenas por permanecer junto dos antigos.

4. Resolver problemas: uma oportunidade

Essa é uma área ainda muito pouco explorada — talvez pela dificuldade que muitos profissionais (e até empresas) costumam ter com a resolução de problemas.

De fato, nem sempre tudo vai dar certo. Nem todo negócio sairá às mil maravilhas. Mas isso não é o fim do mundo, nem precisa ser motivo para azedar uma relação ou criar uma má impressão dos seus serviços. Pelo contrário: pode ser uma boa chance de conquistar um admirador do seu trabalho.

E o primeiro passo para nutrir uma boa resolução de problemas é ter rapidez no retorno. Lembre-se: quem tem um problema tem pressa para solucioná-lo. Imagine o medo de uma pessoa que acabou de realizar a maior compra da sua vida e ver que algo deu errado?

Se um cano estoura no apartamento recém-vendido, por exemplo, quanto mais tempo o cliente ver a água jorrando e estragando chão, mobília e paredes, pior será sua relação com ele. Então, coloque-se no lugar do cliente, e pense no que você pode fazer para resolver o problema da melhor forma, e no menor de tempo.

Use as redes sociais a seu favor

Já falamos um pouco sobre elas, mas, como esse é um guia prático, é preciso ter um cuidado extra para abordá-las. Afinal, sabemos que as redes sociais representam um canal de marketing e atendimento vital para o corretor imobiliário, atualmente.

Aliás, você sabe, mesmo, o que elas podem fazer pelo seu negócio? Além de permitir que você divulgue sua carteira de imóveis, conteúdo, e faça propaganda, também são um eficiente canal de atendimento e vendas. Uma plataforma gratuita, que oferece troca de mensagens, chat e muito mais!

Para te ajudar a usá-las da melhor forma, separamos algumas boas práticas para você aproveitar ainda mais os seus perfis e fanpages. Vejamos:

1. Planeje seus canais

Não adianta achar que presença online é criar perfis em todas as redes sociais do mundo. É preciso entender que um perfil, ou página, só funciona se for administrado e cuidado. E isso dá trabalho.

Portanto, veja, de acordo com seu público e região de atuação, quais são aquelas que merecem maior atenção, e concentre nelas os seus esforços.

2. Planeje seu conteúdo

Perfis e páginas não são veículos de propaganda, pura e simplesmente. Aliás, é difícil que você consiga seguidores se a sua página tiver apenas postagens como “COMPRE” e “ALUGUE”. Pode ser até que tenha visitantes esporádicos, mas, na verdade, pessoas procuram conteúdo relevante e consistente.

Uma casa costuma ser a maior compra realizada durante a vida, e as redes sociais são um canal popular para mostrar o seu domínio sobre a sua área de atuação. Em outras palavras: elas precisam perceber que você não só negocia imóveis, mas ajuda a resolver problemas, e a conquistar sonhos.

3. Participe de grupos

Essa é uma forma bastante inteligente de divulgar seu trabalho e sua carteira de imóveis nas redes sociais. Existem muitos grupos, inclusive, especializados em imóveis em determinadas cidades, bairros ou regiões.

Essas comunidades também são boas fontes de pesquisa de concorrência, valores praticados e até de oportunidades para aumentar sua carteira de imóveis e de clientes. Por isso, reserve um tempo na sua agenda para vasculhar conteúdos, postar seus anúncios e encontrar outros grupos para participar.

4. Invista em propaganda

Muitas redes sociais já entenderam o seu poder para vender anúncios. E, ao contrário das mídias impressas, seus valores costumam ser bem mais atraentes.

Além disso, em algumas delas, é possível decidir com uma precisão incrível quem verá o seu anúncio (por idade, sexo, localização, interesses etc.). Sem mencionar o orçamento e a duração da ação, que também podem ser decididos por você.

Portanto, pesquise bem para descobrir o que cada rede pode te oferecer, e invista em seus anúncios.

5. Interaja com o seu público

Redes sociais são, por definição, espaços para a interação. Então, participe! Comente, curta, mencione, compartilhe… Aproveite seus canais para levar informações interessantes ao seu público.

Use, também, o chat ou a troca de mensagens privadas como forma de atendimento. Essas são estruturas gratuitas e de fácil acesso — tanto para você e para o cliente. Incorpore-as aos seus canais oficiais e ajude o seu público a chegar até você!

Enfim, esperamos que você tenha gostado deste nosso guia prático do corretor de imóveis. Tentamos, com esse material, levantar as principais questões que envolvem o seu dia a dia, oferecendo soluções e dicas possíveis para que você continue se aprimorando na sua profissão.

Agora, aproveite que as informações ainda estão frescas na sua memória, sente-se e planeje como essas ideias em prática! Não tenha medo do diferente, ou dos erros. Eles fazem parte do processo de aprendizagem, e te ajudarão a superar os obstáculos para conquistar o merecido sucesso!

E, se gostou das nossas dicas de informações, deixe-nos o seu comentário! 

Corretor de Imóveis

Conheça a força das mulheres no mercado imobiliário

As mulheres no mercado imobiliário ganharam posição, destaque e se consolidaram como profissionais. Elas estão com tudo: representam mais de 40% da força que impulsiona os negócios com imóveis no país.

Entre direitos, deveres e conquistas, as corretoras estão em toda parte, ocupando posições antes reservadas somente aos homens. Continue a leitura e descubra toda a força dessas profissionais!

Como a mulher pode atuar nessa área?

Elas atuam em imobiliárias, estandes de lançamentos e como autônomas. Além de trabalharem nessas frentes, as mulheres ainda participam ativamente da vida das entidades de classe ligadas à corretagem de imóveis.

Lado a lado com os homens, ocupam posições de grande influência em diversos dos conselhos e sindicatos de corretores: como conselheiras, diretoras, vice-presidentes e presidentes.

Trajetória das mulheres no mundo imobiliário

Por incrível que possa parecer, faz menos de 60 anos que as mulheres começaram a trabalhar como corretoras. Até 1958, elas eram proibidas, pelo Código Comercial Brasileiro, de exercer a atividade.

A partir da mudança no Código, essas profissionais passaram a escrever sua história no mercado imobiliário. Primeiro, com tímida representatividade. E ao longo do tempo, principalmente após a década de 1990, de forma mais expressiva.

Participação feminina na corretagem de imóveis

Nos dias atuais, as mulheres já totalizam mais de 40% do contingente de profissionais de corretagem do país. Essa informação foi divulgada pela Federação Nacional dos Corretores de Imóveis (FENACI).

Uma pesquisa realizada pelo Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Rio de Janeiro (CRECI-RJ) mostra como elas vêm mesmo ganhando espaço. O levantamento, divulgado pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (ADEMIRJ), mostra um aumento de 122% no número de mulheres que trabalha nessa área no Rio. Essa evolução se deu em uma única década: de 2006 a 2016.

Desafios enfrentados pelas corretoras

Mesmo com tantas conquistas na bagagem, as mulheres que atuam como corretoras ainda se deparam com desafios. Dentre eles, está o fato de ter que lidar com a dupla jornada de trabalho, questão vivenciada pela maioria das trabalhadoras de todos os setores.

Se a dupla jornada provoca sobrecarga em praticamente todas as mulheres, com as corretoras a dificuldade acaba sendo até maior. Isso porque, quando se trata de atender à clientela, restrições de dia e horário são deixadas de lado.

Afinal, inserida em um mercado altamente competitivo, essa profissional acaba tendo que adequar sua disponibilidade às necessidades dos clientes. Desse modo, não raro executa seu trabalho aos finais de semana e feriados, bem como em horários atípicos.

Quais são as vantagens de trabalhar com imóveis?

Se a dupla jornada joga contra as mulheres corretoras, os benefícios da profissão pesam a favor de quem decide fazer dos imóveis seu ganha pão. Confira, abaixo, 5 vantagens proporcionadas por esse ofício:

  1. possibilidade de crescer na profissão — coordenação de equipe, gerência e até mesmo cargos de direção são as carreiras que podem ser seguidas na corretagem de imóveis;
  2. recompensa financeira — a corretora recebe comissões sobre as transações imobiliárias das quais participa. A quantia depende do potencial da profissional, não sendo limitada;
  3. flexibilidade de horários e autonomia — há diversos horários nos quais uma corretora consegue exercer seu trabalho. É possível, inclusive, ser autônoma na profissão;
  4. a carreira abrange todas as faixas de idade — não existem restrições quanto à idade da profissional, pois o trabalho é adequado tanto às jovens como às mais experientes;
  5. há diferentes áreas de atuação para serem escolhidas — a corretora pode trabalhar na venda de lançamentos, imóveis novos ou usados, bem como captar e atuar em imobiliárias com locação e administração.

O que é preciso para se tornar uma corretora de imóveis?

Registrar-se no CRECI

O primeiro passo para atuar na área é obter o registro no Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI). Cada estado possui um CRECI, então é preciso verificar o órgão que funciona em determinada região. De posse dessa informação, é preciso preencher os requisitos para obter tal registro.

Dominar competências técnicas

É necessário possuir competências técnicas para se firmar na profissão de corretora de imóveis. Entre os conhecimentos determinantes do sucesso de uma corretora, desponta o uso dos principais softwares empregados no cotidiano de quem trabalha no meio imobiliário, como editores de textos, planilhas e outras ferramentas tecnológicas.

Ter afinidade com tecnologias de informação e comunicação

Em um mundo hiperconectado, impulsionado pelas tecnologias da informação e comunicação (TICs), cabe às corretoras a tarefa de se manterem atualizadas. Outro elemento fundamental da carreira é ter aptidão para explorar ao máximo os benefícios da comunicação digital.

Apresentar competências humanas

A capacidade de interagir com diferentes perfis de consumidores e com a diversidade de pessoas que há no ambiente de trabalho é um pré-requisito fundamental para o sucesso na corretagem de imóveis.  

A corretora também tem que ser proativa, motivada e comprometida com suas tarefas. Simpatia e carisma ajudam (e muito!) na ascensão da profissional, que lucra ainda mais ao possuir o dom da liderança.

Ser organizada

A organização é mais um requisito indispensável a essa carreira, pois é a partir dela que a corretora consegue fazer fluir seu trabalho. É preciso gerir com eficácia sua carteira de clientes, saber em qual etapa está cada atendimento e comparecer pontualmente a todos os compromissos agendados.

Além disso, por ser muito dinâmico, o mercado imobiliário está em constate transformação. Portanto, é primordial que a profissional faça sobrar tempo para cursos, com o objetivo de ampliar os conhecimentos sobre o setor imobiliário.

Ainda existe preconceito com as mulheres no mercado imobiliário?

Embora estejamos um pouco distantes da época em que as mulheres no mercado imobiliário eram vistas com desconfiança, essas profissionais acabam tendo de lidar com situações de preconceito. Um cliente pode manifestar preferência pelo atendimento de um corretor do sexo masculino, por exemplo.

Casos assim ainda acontecem, porém com uma frequência menor do que se via há algumas décadas. Ao considerar a atual posição das mulheres na corretagem de imóveis e compará-la às situações em que elas ainda sofrem preconceito, percebe-se que está havendo uma melhora no quadro.

Como as mulheres no mercado imobiliário entraram para somar, nada mais justo do que estarem em ascensão. Cientes do seu papel e de sua importância, elas não decepcionam. Desde as corretoras principiantes até as mais reconhecidas, a capacidade e a garra são marcas registradas de quem multiplica conquistas.

E você? Conhece uma corretora que sirva de exemplo para todos esses pontos abordados? Conte-nos nos comentários! 

Corretor de Imóveis

9 livros para corretor de imóveis que você deve ler já

Sabemos que o mercado imobiliário é um setor bastante complexo, e que requer uma série de conhecimentos específicos dos profissionais. Nesse sentido, como nem sempre é fácil achar boas referências, contar com alguns livros para corretor de imóveis pode fazer toda a diferença.

Nessas obras, você poderá encontrar uma variedade importante de informações e dicas, que te darão um embasamento muito maior para que você consiga não apenas ganhar mais clientes, mas também compreender melhor esse meio tão interessante.

Para te ajudar com isso, neste post veremos quais títulos não podem faltar na sua estante e na sua cabeceira. Interessado? Então, continue lendo e confira!

1. A Bíblia de Vendas, de Jeffrey Gitomer

Jeffrey Gitomer é um renomado palestrante internacional, e expert em negociações. E, embora sua obra não seja tão específica para o setor de imóveis, ela ainda é interessante para qualquer profissional que precise lidar com o público e dependa de vendas para sobreviver.

“A Bíblia de Vendas” traz alguns mandamentos para ter sucesso como vendedor, e está recheada de dicas bem práticas e diretas para conquistar compradores em potencial. Aplicando essas dicas no seu dia a dia, o corretor tem tudo para melhorar os seus resultados e conseguir excelentes lucros no final do mês!

2. Corretagem de Imóveis de A a Z, de Ari Travassos

Esse livro é um dos mais procurados do mercado imobiliário, e é uma excelente opção para quem quer aprimorar seus conhecimentos no setor — especialmente para os profissionais que estão começando a sua atuação. Uma leitura obrigatória para quem deseja ser referência na profissão um dia.

O autor, Ari Travassos, tem muita experiência no mercado e já escreveu outros livros importantes sobre o tema (veremos mais dele por aqui, inclusive).

Sua linguagem é simples e direta, o que é excelente para quem precisa aprender e se familiarizar com os diversos termos técnicos que encontramos nos contratos ou documentos jurídicos e fiscais, tão comuns nessa carreira.

3. Corretor de imóveis: consultor em vendas, de Wamberto Fernandes

Muito mais do que um mero vendedor, o corretor de imóveis precisa ser um verdadeiro consultor de vendas para os seus clientes. E é exatamente isso que o Wamberto Fernandes tenta ensinar para os profissionais nessa interessante leitura “Corretor de imóveis: consultor em vendas”.

A obra mostra, de forma didática, como é fundamental compreender as necessidades do cliente para, assim, poder oferecer as opções mais adequadas e atraentes, de forma a finalizar as transações naturalmente.

Além disso, o livro também trata da importância da preparação para acompanhar o dinamismo do setor, ressaltando que é essencial se relacionar.

4. É assim que se faz: compra e venda de imóveis, de Ari Travassos

“É assim que se faz: compra e venda de imóveis” é outra obra de Ari Travassos — um escritor que, como já dissemos, tem bastante embasamento teórico e prático.

Ao longo dessas páginas, podemos ver a importância que a especialização da mão de obra desempenha no sucesso dos negócios. E o conteúdo é feito sob medida para corretores que desejam crescer na carreira, seja como autônomo ou como parte de uma empresa.

5. Consiga o Que Você Quer, de Stuart Diamond

Nessa obra, podemos ver um novo estilo de negociação, que é utilizado pelo Google para treinar seus colaboradores em todo o planeta. O modelo tem como premissa básica levar a percepção do interlocutor em conta e, dessa forma, estar mais pronto para atender às suas demandas, expectativas e anseios.

Aqui, Stuart Diamond nos mostra que descobrir e valorizar as emoções da outra parte é bem mais vantajoso do que apostar apenas no uso do poder e da lógica — vertentes tão incentivadas pela sabedoria convencional.

6. Corretores de Imóveis – Empregados ou Autônomos?, de Rodrigo Arantes Cavalcante e Renata do Val

Escrito em conjunto por Rodrigo Arantes Cavalcante e Renata do Val, esse livro tem como principal premissa retratar, de maneira clara e objetiva, como é a profissão de corretor de imóveis em um aspecto mais prático e jurídico.

Assim, você poderá observar maneiras de trabalhar na área, tanto na própria corretagem como em variantes de cargos em determinadas situações. Além disso, a obra ainda aborda outros fatores, como a remuneração no ramo, a tabela do órgão de classe e outros pontos relevantes da área.

7. Criando Competências: Corretagem Imobiliária e Marketing Imobiliário Integrado, de Ari Travassos

Mais um livro de Ari Travassos. Dessa vez, o foco principal é exibir um fundamento mais teórico sobre o setor, baseado em sua larga experiência profissional no setor. De fato, um tema bastante relevante, especialmente em tempos de internet e marketing digital.

Entre outras coisas, ele promove a reunião de diversas matérias que compõem o conjunto de assuntos necessários para um desenvolvimento adequado do corretor imobiliário. A obra serve, inclusive, como material de estudo para cursos específicos sobre o ramo.

8. Como fazer amigos & influenciar pessoas, de Dale Carnegie

Esse livro foi lançado há muitas décadas, mas isso não fez com que ele perdesse seu poder de ensinar valiosas lições para os leitores. A obra ainda é um tremendo best-seller do autor Dale Carnegie, simplesmente indispensável para quem deseja aprimorar suas habilidades.

Aqui, entre outros ensinamentos, podemos aprender a melhorar os nossos relacionamentos, tanto na esfera pessoal como no âmbito profissional.

Além disso, ao longo do conteúdo é possível observar dicas sobre como se relacionar melhor, que abordam, entre outras coisas, a importância da simpatia e de alguns atos simples — como se lembrar o nome das pessoas, por exemplo. Vale a pena conferir!

9. Consiga o que você quer, de Stuart Diamond

Outro livro do escritor Stuart Diamond, essa obra aborda 12 estratégias fundamentais para fazer do corretor imobiliário um negociador mais competente e efetivo no relacionamento com o público.

Característica essa, aliás, que é fundamental para qualquer um que deseje sobreviver neste mercado, tão dinâmico e competitivo. Sem dúvidas, trata-se de um dos melhores livros para corretor de imóveis do momento!

Enfim, esses são alguns dos livros para corretor de imóveis que você precisa ler para se garantir no mercado! Já conhecia algumas dessas obras? Gostou das nossas dicas? Então, aproveite para compartilhá-las com os seus amigos nas redes sociais!