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5 itens para avaliar uma empresa de construção civil

A compra do imóvel perfeito é o sonho de muitas pessoas, que acabam recorrendo aos corretores para auxiliar nessa missão. Aí podemos ver o tamanho da responsabilidade desses profissionais, concorda?

Por isso, eles devem ter cuidados essenciais, como, por exemplo, ao avaliar a empresa de construção civil responsável pelo imóvel.

Analisar alguns aspectos da construtora para verificar se a empresa é confiável e oferecerá imóveis de alta qualidade é importante, pois essa questão não está sob controle do corretor, mas afeta diretamente a eficiência de seu trabalho, já que impacta na satisfação do consumidor final.

Quer potencializar seu trabalho e oferecer os melhores imóveis para os clientes? Então conheça 5 itens para avaliar uma empresa de construção civil e não deixe que esse elemento afete a qualidade do seu trabalho!

1. Analise o tempo de mercado da empresa

Assim como as empresas avaliam o histórico de seus clientes, o contrário também pode ser feito!

É importante que o corretor avalie qual a demanda de imóveis da empresa, se ela cumpre os prazos corretamente e quais as obras já foram concluídas — neste último elemento o fator da qualidade deve ser o principal item a ser avaliado.

Mesmo que a construtora seja renomada, muitas vezes ela pode não estar em uma boa fase, resultando em atrasos nos serviços realizados e insatisfação do cliente, que se sentirá enganado pelo corretor de imóveis, já que foi ele o profissional responsável pela escolha da empresa.

Como o corretor já está envolvido nesse ramo, ele não terá dificuldades para encontrar informações atualizadas sobre a empresa de construção civil escolhida — ele pode, inclusive, tentar contato com a própria organização, para obter informações recentes e verdadeiras.

2. Busque informações sobre a saúde financeira da empresa

Conhecer o balanço geral da empresa, com relatórios financeiros e fluxo de caixa é o caminho ideal para o corretor na escolha da melhor empresa de construção civil.

Esse é um tipo de análise bem fundamentada, já que utiliza dados concretos sobre a empresa, evitando problemas futuros resultantes de danos financeiros da organização escolhida.

Empresas desse ramo lidam diariamente com uma grande quantidade de capital e qualquer erro, por menor que seja, pode resultar em sérias consequências para os clientes.

Apesar de ser um aspecto que não impacte diretamente no trabalho do corretor — já que ele é contratado pelo cliente, e não pela construtora — um cliente insatisfeito pode ser sinônimo de uma reputação abalada, já que o boca a boca é o principal marketing dos profissionais.

Além disso, é possível consultar órgãos que disponibilizam informações sobre as reclamações dos clientes com relação a determinada empresa, como o Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon).

3. Conheça a capacitação dos profissionais envolvidos no projeto

A capacitação de profissionais é um cenário relativamente novo nas construtoras, que passaram a investir nesse aspecto com o intuito de suprir a falta de mão de obra qualificada nos canteiros de obras.

Porém, nem todas as empresas acreditam que esse seja um fator crucial, deixando-o de lado!

Imagine que você vá a um dentista e ele não sabe realizar o procedimento necessário, fazendo o serviço pela metade e te obrigando a procurar por outro profissional? Não seria uma experiência agradável, concorda?

Essa mesma analogia pode ser feita com uma empresa de construção civil: ela deve oferecer os melhores serviços, com profissionais capacitados para atender aos pedidos do cliente.

Por isso, esse deve ser um fator crucial para o corretor, que não deve analisar somente a parte administrativa da construtora, mas também como é o tipo de serviço por ela ofertado.

Para isso, ele deve analisar se a equipe técnica possui a certificação necessária para desempenhar as funções as quais ela está submetida, garantindo a qualidade dos serviços e segurança no canteiro.

A capacitação de profissionais é um elemento tão importante que está relacionado também com o andamento da obra.

Quando a equipe possui conhecimentos necessários para realizar o trabalho com eficiência e qualidade, não haverá nenhum problema com o prazo de entrega do projeto.

Porém, quando os colaboradores precisam primeiro tomar conhecimento do tipo de trabalho que devem executar para depois realizá-lo, o tempo para conclusão da obra é maior, comprometendo o prazo final.

E não é só isso: quando falamos que o corretor deve analisar a equipe da empresa de construção civil escolhida, estamos incluindo também os colaboradores indiretos — como os fornecedores.

Se o fornecedor atrasa na entrega dos produtos, todo o andamento da obra está comprometido, não é?

Por isso, é responsabilidade da construtora escolher o melhor fornecedor, que cumpra os prazos e ofereça materiais de qualidade, garantindo um bom resultado final no projeto.

4. Não fique focado somente na teoria

Agora que você já fez todas as pesquisas necessárias pra conhecer o tipo de empresa que deseja contratar, é o momento de ir para a prática!

Muitas vezes, um projeto realizado pela construtora pode ser perfeito no papel, porém, a realidade pode ser outra totalmente diferente.

Portanto, é importante que o corretor invista nesse quesito, já que terá provas reais sobre a qualidade dos serviços realizados pela empresa de construção civil.

Dessa maneira, ele poderá garantir que o cliente se sentirá satisfeito com o projeto desenvolvido pela construtora, impedindo que esse elemento afete a sua reputação profissional — um projeto mal realizado, mesmo que não tenha interferência do corretor, incide diretamente na qualidade dos serviços deste.

Não deixe de buscar informações também com os moradores: converse com pessoas que vivem em imóveis desenvolvidos pela construtora, obtendo o maior inúmero de informações possíveis sobre a qualidade dos serviços realizados, como materiais usados, cumprimento do prazo de entrega e resultado final.

Como essas são informações reais e concretas, o corretor poderá conhecer ainda mais a empresa, evitando se deixar levar por informações enganosas.

5. Deixe a preguiça de lado e compare

Avaliar requer realizar comparações, não é? Então, nada mais justo que comparar a empresa de construção civil escolhida com outras que atuam no mesmo ramo.

Isso é importante para que o corretor tenha uma ideia de como é o tipo de serviço realizado pela construtora escolhida — se ela utiliza tecnologias disponíveis, se o prazo é condizente com o tipo de obra ou se o valor cobrado está de acordo com o mercado, por exemplo — e não tenha surpresas desagradáveis após a sua escolha.

O valor total apresentado pelo cliente não leva em consideração somente quanto o corretor ganha, mas todo o restante envolvido, como o valor dos serviços realizados pela construtora. 

Gostou de conhecer mais sobre o processo de avaliação em uma empresa de construção civil? Não se esqueça que o serviços realizados por essa empresa impactam diretamente na qualidade do seu trabalho como corretor e, por isso, esse procedimento merece atenção especial!

Agora que você já sabe quais itens considerar na avaliação de uma empresa de construção civil, que tal compartilhar nosso post em suas redes sociais e ajudar seus amigos nesse assunto? 

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Mercado imobiliário no Brasil: esclarecemos 8 mitos para você

Sabemos que o mercado imobiliário no Brasil é uma área extremamente valorizada, especialmente nos grandes centros urbanos. Os valores envolvidos nessas transações costumam ser bastante substanciais, logo, não é raro que as pessoas criem e espalhem alguns mitos sobre o setor.

Mas isso nem sempre é positivo, pois diversos interessados em potencial podem acabar desistindo de uma negociação por conta de alguma inverdade. Até mesmo profissionais podem fechar negócios pouco vantajosos por conta dessa desinformação.

Então, para evitar esse tipo de coisa, continue lendo este post e confira alguns desses mitos sobre o mercado imobiliário no Brasil!

1. “Negociar imóveis é um dom”

Um dos mitos mais fortes do mercado imobiliário é que negociar imóveis é um dom. Embora seja inegável que alguns vendedores realmente nascem com as características certas para convencer e encantar os clientes e lidar bem com o público, o fato é que a grande maioria das qualidades podem e devem ser aprimoradas.

Praticamente tudo pode ser aprendido e melhorado. Na realidade, a profissão de corretor tem muitos desafios específicos, e quem desenvolver as habilidades certas para vencer esses percalços terá muito mais chances de êxito.

Então, mantenha-se informado, atualizado e, principalmente, atento às demandas do setor.

2. “Os clientes são todos iguais”

Outro mito clássico do mercado imobiliário no Brasil é o hábito de tratar todos os clientes da mesma maneira, trabalhando mais ou menos como se segue uma receita de bolo.

Muitos profissionais tendem a categorizar o seu público sob uma mesma perspectiva, e acabam prestando atendimentos monótonos que não consideram os anseios, as demandas, as necessidades e as expectativas de cada cliente, individualmente. Não faça isso.

Lembre-se: as pessoas sempre são diferentes entre si. O que é muito interessante para um indivíduo, pode ser pouquíssimo atraente para outro. Mesmo que os compradores tenham um perfil parecido, suas motivações sempre serão únicas.

3. “Dá para ficar rico em pouco tempo”

De fato, a grande valorização que o mercado imobiliário brasileiro experimentou nos últimos anos — especialmente com a escolha do país como sede da Copa do Mundo e das Olimpíadas — fez com que muitas pessoas, inclusive profissionais do ramo, acreditassem que é fácil ficar rico trabalhando nessa área.

E esse mito é muito perigoso, pois os corretores podem ter suas expectativas quebradas rapidamente ao perceberem que o setor também apresenta seus desafios e dificuldades.

Enfim, embora seja perfeitamente possível ter bons resultados no final do mês, o fato é que você precisará ralar bastante para isso.

4. “É possível conhecer um imóvel pela planta”

Muitos corretores, especialmente quando já habituados aos meandros do setor, acabam achando possível conhecer um imóvel apenas ao observar a sua planta, as propagandas e o memorial descritivo.

Isso, de fato, é necessário algumas vezes, especialmente nas unidades na planta —mas nada substitui a boa e velha visita. Afinal, é preciso compreender que cada propriedade é única e, mesmo que esteja apenas em um andar ou torre diferente, é fundamental dar uma boa olhada nela.

A incidência da iluminação, por exemplo, sempre será própria de cada propriedade, além da vista, e até da posição do sol, que podem variar e refletir em ângulos exclusivos e diferenciados.

5. “O mercado imobiliário no Brasil está ruim”

Realmente, o mercado imobiliário no Brasil valorizou muito e, depois, acabou se estagnando por conta da crise experimentado nos últimos tempos. Mas isso ainda não quer dizer que o mercado esteja ruim.

Até porque, como se trata de uma área extremamente valorizada e segura, muitas pessoas a acabam procurando nesses momentos de conjuntura econômica pouco favorável. Assim, a verdade é que estamos vivenciando um período de perspectivas bem interessantes.

Há uma enorme gama de oportunidades, para quem tiver paciência e souber garimpar. Muita gente deseja vender, e outros precisam comprar — até a demanda para a locação, por exemplo, está permanentemente elevada.

6. “As pessoas estão ficando malucas”

É comum acharmos que as pessoas estão ficando malucas, especialmente em dias tão conturbados e controversos como os de hoje.

No entanto, é preciso ter a mente aberta para entender que, ao contrário do que ocorria no passado, há cada vez menos medo de revelar os próprios desejos, demandas e anseios na hora de procurar uma propriedade.

Os clientes estão mais ativos em todo esse processo e, especialmente por conta da internet, buscam mais informações antes de finalizar as negociações — mesmo que elas não sejam propriamente verdadeiras.

Diante disso, analise quais comportamentos você precisa estimular no seu dia a dia, e procure entender melhor o seu público.

7. “O corretor de imóveis vende sonhos”

Outro grande mito do mercado imobiliário no Brasil é achar que o corretor de imóveis “vende sonhos”.

Francamente: o corretor vende imóveis, e compreender isso garante ao profissional a capacidade de ser muito mais realista e efetivo para finalizar suas transações. Afinal, é muito importante estar focado no que é real e palpável, ao invés de se iludir e iludir os clientes.

Antes de mais nada, você precisa, sim, ter o conhecimento necessário e a capacidade para entender as necessidades e os desejos das pessoas. Mas deixando claro que nem sempre será possível fazer mágica, especialmente nos grandes centros urbanos, ou com orçamentos mais apertados.

8. “Existe uma fórmula para vender bem”

Por fim, saiba que não existe uma fórmula pronta para vender bem. Tenha consciência de que não é porque uma negociação na qual você agiu de determinado jeito foi bem-sucedida que todas as outras o serão.

Mesmo que os resultados tenham vindo de maneira fácil e rápida, você não deve, obrigatoriamente, repetir todas as suas táticas com o próximo cliente. Isso é generalizar as vendas e o mercado.

Como já dissemos, cada pessoa tem suas características específicas, e o profissional de sucesso é justamente aquele que consegue se adequar mais facilmente a elas, de acordo com a situação que se apresenta diante dele.

Enquanto uns podem odiar que você insista, por exemplo, outros podem querer mais a sua presença. Então, use seu instinto e poder de observação para agir adequadamente a cada cliente e situação.

Enfim, esses são alguns dos principais mitos do mercado imobiliário no Brasil. E aí, gostou do conteúdo? Ainda ficou com alguma dúvida, ou tem uma sugestão sobre o tema? Não deixe de fazer o seu comentário, e divida sua experiência conosco!

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Investimento em imóveis: o que eu preciso saber?

Entre os brasileiros, a forma de investimento mais comum é a compra de imóveis. Esse comportamento é notado tanto em pessoas que possuem um pequeno patrimônio quanto em grandes investidores. Ou seja, todos têm o mesmo sonho: ter um ativo no mercado imobiliário.

De fato, comprar um imóvel é uma boa maneira de aplicar o seu dinheiro. No entanto, como acontece em todo tipo de investimento, é preciso ter alguns cuidados antes de fechar um negócio. Se você deseja injetar capital no setor de imóveis sem surpresas desagradáveis, este artigo vai te ajudar.

Vamos a algumas dicas valiosas!

Veja a localização do imóvel

Antes de decidir pela compra de um imóvel, verifique a região onde ele está localizado. Provavelmente, você pagará um valor mais baixo por uma habitação mais afastada do centro da cidade. Porém, será preciso fazer uma avaliação precisa sobre essa alternativa. Para isso, é fundamental visitar a região para ver de perto as reais condições da localidade.

Fazer isso é importante porque você terá a oportunidade de conversar com os moradores do local, visitar os órgãos públicos que administram o logradouro e tirar suas próprias impressões. Quer saber o que levar em consideração nessa inspeção?

Você poderá questionar sobre a presença do poder público no local ao conversar com os vizinhos do imóvel. Confira se o lugar conta com coleta de lixo, abastecimento de água, tratamento de esgoto e limpeza das ruas.

Outro item primordial a ser avaliado é: quando chega a época das chuvas, o local costuma ter enchentes? Parece exagero perguntar isso, mas até lugares asfaltados e sem rios por perto lidam com esse problema.

Em seguida, visite os órgãos públicos que administram a região, tente descobrir se há algum projeto de investimento em obras para o local. Além disso, converse sobre o ritmo de crescimento da localidade e qual é o perfil de pessoas que moram lá.

Se o funcionário público indicar que a região está em expansão e que há planos municipais para a realização de obras de melhoria, talvez você esteja diante de um “azarão” imobiliário ou seja, de um bairro que vai valorizar ao longo do tempo.

Por outro lado, caso você decida comprar um imóvel em um local mais nobre, o investimento será maior. No entanto, a certeza de que você adquirirá um patrimônio bem localizado, em um local com uma boa infraestrutura e muito valorizado dispensa preocupações.

Invista em terrenos

Algumas pessoas “torcem o nariz” ao pensar na possibilidade de comprar um terreno sem área construída. No entanto, esse ponto de vista pode ofuscar um bom negócio. Diante do crescimento de muitas cidades brasileiras, investidores experientes decidem comprar terrenos no entorno dessas metrópoles.

Após alguns anos, quando a região se desenvolve, eles conseguem vendê-los por um valor muito maior do que o da compra. Outro aspecto interessante a ser considerado para a aquisição de um terreno é o apelo comercial ou residencial da região.

Caso você note nas proximidades a construção de prédios, condomínios, resorts e escritórios empresariais, por exemplo, isso pode ser um sinal de que os lotes vazios da área em breve serão comprados.

Nessas regiões com alguma vocação específica e em expansão vale a pena investir em terrenos alagados, com brejos ou desníveis. Embora não tenham valor aos olhos de uma pessoa comum, eles são adquiridos por empresas que possuem recursos para construir nesses locais.

Por outro lado, essa dica não se aplica aos terrenos localizados em regiões que não se enquadram no perfil descrito no parágrafo anterior. Pelo contrário: normalmente, em outras localidades, os lotes com características desfavoráveis são desvalorizados.

Após a escolha do terreno, vale a pena seguir as mesmas orientações dadas no tópico sobre os imóveis antes de fechar o negócio.

Construa para alugar

O aluguel sempre será um bom investimento em imóveis. Afinal, novas famílias serão formadas todos os dias, jovens decidem morar sozinhos, estudantes e profissionais desejam morar perto da faculdade ou do trabalho e todas essas pessoas sempre estarão à procura de uma residência para alugar.

Normalmente, a busca por casas para alugar é bem grande tanto nos grandes centros como nas cidades pequenas. Assim, investidores decidem construir um ou mais imóveis para ter uma renda extra com a locação deles.

Caso você queira entrar nesse ramo, um ponto importante a ser considerado é a lei da oferta e procura na região onde pretende construir, o perfil dos moradores e o estilo de habitação encontrado ali. Com essas informações, será mais fácil edificar um imóvel que atrairá a atenção das pessoas.

Para conseguir capital para construir mais de uma habitação, alguns decidem comprar um terreno com espaço para levantar um pequeno prédio com vários apartamentos. Ao finalizar as primeiras residências, estas ficam disponíveis para a locação com o dinheiro gerado pelos aluguéis, é possível terminar a obra nos apartamentos restantes.

Além do ramo residencial, existem outros que podem ser uma boa opção para construir e alugar, como salas comerciais, flats, galpões, lojas, casas de veraneio e pousadas.

Analise os imóveis usados

Apesar de pouco lembrados, os imóveis usados são uma excelente alternativa de investimento em imóveis. Entretanto, com um pouco de paciência e cautela é possível encontrar, nas imobiliárias ou nos classificados, residências bem localizadas, conservadas e esquecidas pelos compradores.

Esse fato pode ajudar você a fazer um bom negócio, pois o valor pago na compra de um imóvel usado que está à venda por muito tempo pode ser menor do que o necessário para adquirir um terreno e construir uma habitação nova.

Mesmo que seja preciso fazer algumas reformas na residência, talvez a localização dela faça tudo valer a pena. Afinal, o valor cobrado no aluguel em um lugar mais valorizado logo cobrirá as despesas com os reparos.

Sendo assim, seguindo nossas dicas você conseguirá investir bem o seu dinheiro. Lembre-se: a compra de um imóvel é um patrimônio para a vida toda. Ganhar dinheiro com ele pode ser um bônus que você usufruirá com alegria.

Gostou de conhecer melhor como fazer o investimento em imóveis? O que acha de entender melhor sobre esse assunto com a ajuda de especialistas do ramo imobiliário? Entre em contato conosco e saiba como podemos ajudá-lo.

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Afinal, como funciona o Minha Casa Minha Vida?

Segundo uma pesquisa feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em parceria com a Secretaria Nacional de Habitação, os beneficiários do Minha Casa Minha Vida (MCMV) deram a nota 8,77 — em uma escala de 0 a 10 — para os imóveis construídos pelo programa.

Em vista disso, muitos estão interessados em participar desse projeto do governo. Mas o que é e como funciona o Minha Casa Minha Vida? Preparamos esse artigo para responder a essas perguntas!

O que é o programa Minha Casa Minha Vida?

O Minha Casa Minha Vida é um programa do Governo Federal que visa a ajudar famílias que possuem renda mensal de até R$ 9.000 a adquirirem sua casa própria. Além disso, o MCMV impulsiona o setor da construção civil, que é muito importante para a economia brasileira.

Essas habitações são construídas por meio do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), com recursos da OGU — Orçamento Geral da União. Com esses recursos, milhões de moradias já foram entregues.

Só nos primeiros anos, o Minha Casa Minha vida entregou quase 4 milhões de residências e, para o ano de 2017, pretende construir mais 170 mil novos imóveis na faixa de renda 1. E a meta do Governo Federal é chegar ao total de 610 mil residências até o fim do ano.

Como funciona?

O programa é dividido em faixas de rendas:

  • famílias com renda mensal de até R$ 1.800;

  • famílias com renda mensal de até R$ 2.600;

  • famílias com renda mensal de até R$ 4.000;

  • famílias com renda mensal de até R$ 9.000.

Além de precisar se enquadrar dentro de uma dessas classes, a pessoa que deseja fazer parte do programa não pode possuir casa própria ou outro financiamento do Governo Federal ou já ter participado de benefícios do governo de natureza habitacional.

Como é feito o financiamento?

Para a parcela da população que se enquadra no rendimento mensal de até R$ 1.800, o governo paga até 90% do valor do imóvel. Após isso, o comprador paga uma parcela de até 10% da sua renda financeira com juros de 5% ao ano e a duração do financiamento é de até 10 anos.

Na faixa de renda 1.5, fica mantida a taxa de juros de 5% ao ano. O valor do subsídio do governo varia de R$ 11.000 a R$ 45.000 — de acordo com a região onde será construída a habitação — e pode ser dividido em 360 meses (30 anos).

Famílias com renda até R$ 4.000, recebem do governo um valor de no máximo R$ 45.000 para dar entrada no imóvel. Nesse caso, os juros do financiamento variam entre 5,5% a 7,0% ao ano.

As pessoas que se encontram na faixa 3 são divididas em duas categorias: as que possuem renda entre R$ 4.000 e R$ 7.000 pagam juros de 8,16% de financiamento, enquanto os que ganham entre R$ 7.000 e R$ 9.000 precisam pagar juros de 9,16%.

Quais são as formas de financiamento?

De acordo com a faixa de renda, há maneiras diferentes de financiar o imóvel desejado. Assim, para subsidiar a aquisição do imóvel o governo pode:

  • pagar parte do imóvel para o beneficiário do programa;

  • pagar parte da entrada da habitação (chamado de subsídio);

  • reduzir o valor cobrado pelo seguro de um financiamento residencial; e

  • diminuir o valor das parcelas do financiamento, ao oferecer juros menores que os encontrados no mercado.

Qual é o teto do valor pago pelo governo?

Recentemente o Governo Federal aumentou o teto do valor dos imóveis que serão financiados. Os novos valores ficaram assim:

  • Imóveis do Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo: R$ 240.000;

  • Imóveis da Região Sul, Espírito Santo e Minas Gerais: R$ 215.000;

  • Imóveis da Região Centro-oeste: R$ 190.000;

  • Imóveis das regiões Norte e Nordeste: R$ 190.000.

Essas quantias diminuem de acordo com o tamanho dos municípios e em que região o imóvel será construído.

Como posso me cadastrar?

Para se inscrever no programa, basta que a pessoa vá até a prefeitura da sua cidade e cadastrar-se no CadÚnico. Depois, terá que aguardar o andamento do processo.

Outra maneira é ir diretamente à Caixa Econômica Federal, que fará toda a análise dos dados sociais e financeiros do candidato e dará todas as informações necessárias para a participação no programa.

Caso o interessado tenha uma conta em uma das agências da Caixa Econômica Federal, fica ainda mais fácil. Mas, se a conta do comprador for em outro banco, será solicitada a ele a obtenção dos seus dados financeiros no banco em que mantém sua conta.

Que documentos são exigidos?

Para fazer a inscrição são exigidos os seguintes documentos:

  • CPF;

  • carteira de identidade;

  • ficha de cadastro;

  • cadastro habitacional;

  • comprovante de renda dos últimos seis meses;

  • extrato atualizado do FGTS;

  • carteira de trabalho e previdência social;

  • declaração de imposto de renda;

  • certidão de casamento (se possuir)

  • comprovante de despesas: aluguel, conta de água, luz etc.

  • extrato bancário dos últimos 6 meses.

Se a minha inscrição for aprovada, em quanto tempo sai o financiamento?

Normalmente, o período de espera é de quinze dias. Porém, caso ultrapasse esse tempo, o comprador deve entrar em contato com a entidade que realizou sua inscrição e informar o ocorrido.

O imóvel adquirido pode ser vendido?

É possível vender o imóvel caso o inscrito seja das faixas de renda 2 e 3. Entretanto, se for efetuada a venda do imóvel, o dono nunca mais poderá se inscrever no programa. Mas, caso o dono do imóvel se encontre na faixa 1, não pode vender a residência.

Uma pessoa casada pode se inscrever sozinha no programa?

Se uma pessoa for casada no regime de separação total de bens, pode se inscrever somente com o seu nome. Porém, para a concessão de financiamento é levada em consideração a renda total do casal.

Sendo assim, se você se encaixar nos requisitos, pense na possibilidade de conquistar seu imóvel próprio por meio dos benefícios desse programa.

O que achou de nosso artigo? Ele ajudou você a entender melhor o programa Minha Casa Minha Vida? Então aproveite para ler também o guia definitivo do financiamento da caixa para comprar imóvel!

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Passo a passo: aprenda como usar o FGTS para comprar imóvel

O momento de trocar de imóvel chegou? Muitos motivos podem levar a essa decisão — como barulho, tamanho e localização do seu imóvel atual, por exemplo. No entanto, por mais longo que seja o processo para encontrar outro, com certeza o ganho em conforto e qualidade de vida provarão que todo o esforço valeu a pena!

Ter um imóvel próprio gera uma tranquilidade e tanto, mas você talvez pense que não tem tantas reservas para adquirir o seu nesse momento. Por isso, é bom considerar a possibilidade de usar suas economias para fazer esse investimento.

Uma boa reserva para quem trabalha registrado há algum tempo é o FGTS. Você sabia que é possível sacá-lo sem ser demitido do seu trabalho? Existem algumas exceções para retirar o fundo de garantia e uma delas é para comprar um imóvel!

Não se preocupe se você não sabe como usar o FGTS! Neste post faremos um passo a passo para que você entenda as regras e possa usufruir desse recurso! Vamos lá?

O que é o FGTS

O FGTS — ou Fundo de Garantia por Tempo de Serviço — é a porcentagem do seu salário que será guardada mensalmente em uma conta vinculada ao seu nome.

É como se o governo criasse uma poupança para você, que poderá ser usada em algumas situações específicas, como para comprar um imóvel. O FGTS é um benefício de quem tem um contrato CLT (ou seja, para quem trabalha com carteira assinada), e corresponde a 8% do salário.

Quando sacar o FGTS

Esse valor só pode ser retirado em casos muito específicos. Afinal, o FGTS é uma reserva para garantir recursos para o trabalhador em caso de dispensa ou mesmo de aposentadoria. Veja as ocasiões em que é possível sacar o valor do fundo:

  • demissão (sem justa causa);

  • aposentadoria;

  • quando o titular completar 70 anos;

  • em caso de doenças graves;

  • compra de imóvel.

Só é possível usá-lo para comprar um imóvel à vista?

Não! Para usar o FGTS, você não precisa quitar o imóvel utilizando o fundo. Você também pode utilizá-lo para pagar parcelas, para amortizar a dívida ou mesmo para construir uma casa.

É possível usar só uma parte do FGTS?

Sim! Você não precisa utilizar todo o fundo para comprar um imóvel. Você pode sacar só uma parte e deixar o restante rendendo na conta.

Como usar o FGTS para comprar um imóvel?

Agora vamos ao que interessa! Se você trabalha em regime CLT há alguns anos, talvez já tenha uma quantia interessante acumulada no FGTS. Para usar o fundo em um financiamento imobiliário, você deve optar pelo Sistema Financeiro de Habitação — como é o caso do financiamento da Caixa Econômica Federal.

Como usar o FGTS para comprar um imóvel

Vamos ver, a seguir o passo a passo para utilizá-lo:

Passo 1: consulte seu saldo no FGTS

Você poderá consultar o valor que já tem guardado no seu fundo de garantia em uma unidade da Caixa Econômica Federal, no site ou no aplicativo do FGTS. Assim, você saberá a quantia de que dispõe para comprar um imóvel.

Passo 2: verifique se você pode utilizar o fundo

Mesmo com uma quantia significativa no FGTS, nem sempre você poderá usá-la para comprar um imóvel. Veja as restrições abaixo:

  • você precisa ter trabalhado no regime CLT há pelo menos 3 anos, mesmo que esse período não seja contínuo e em empresas diferentes. Exemplo, se você trabalhou 2 anos em uma empresa e está há um ano em outra — e em ambas você teve a carteira assinada —, você somou 3 anos no regime CLT e poderá utilizar o fundo;

  • você não poderá ter outro financiamento no SFH em andamento;

  • você não pode ter outro imóvel residencial em área urbana no seu nome.

É importante frisar que, em alguns casos, não é possível utilizar o FGTS. São eles:

  • para comprar um imóvel comercial (lojas, salas, andares);

  • para reformar ou ampliar um imóvel;

  • para comprar material de construção;

  • para comprar um imóvel que não seja para o titular;

  • para comprar um terreno sem construção.

Passo 3: veja se o imóvel que você quer pode ser adquirido com o FGTS

Existem, ainda, algumas restrições com relação ao imóvel a ser adquirido com o FGTS. Confira:

  • ele não pode ultrapassar o valor de R$ 750 mil em SP, RJ, MG e DF e R$ 650 mil nos outros estados do Brasil;

  • deve ser residencial e urbano;

  • deve ser para moradia do titular do FGTS;

  • caso seja para construção, o terreno deverá ser do titular;

  • ele deve estar matriculado corretamente e sem gravame que impeça a venda;

  • estar habitável no momento da avaliação do imóvel;

  • caso seja um terreno com construção em andamento, o terreno não pode ter sido adquirido com FGTS há menos de 3 anos.

Passo 4: dê entrada na documentação

Se tudo estiver correto com o titular e com o imóvel até aqui, podemos prosseguir com o pedido de financiamento via FGTS e dar entrada com a documentação na Caixa. Confira abaixo os documentos necessários:

  • documento de identificação oficial (RG, CPF);

  • carteira de trabalho com registros que provem o tempo de trabalho;

  • extrato do FGTS;

  • em caso de trabalhador avulso: declaração do órgão gestor ou sindicato;

  • declaração de Imposto de Renda Pessoa Física (DIRPF) do titular e, se for casado ou em união estável, também do cônjuge.

Passo 5: saiba como fazer a liberação do FGTS

Muitas pessoas acham que o processo para liberar o Fundo de Garantia demora muito, mas não é bem assim. Após a análise de toda a documentação do comprador e do imóvel e da vistoria desse — que são processos mais demorados —, quando o financiamento é aprovado não costuma demorar mais do que 5 dias para a liberação do FGTS.

Passo 6: Após utilizar o FGTS

Pronto! Deu tudo certo e você poderá adquirir seu imóvel usando o fundo de garantia. Porém, existem algumas questões sobre o pós-saque do FGTS que são importantes. Você deverá declarar no Imposto de Renda a compra do imóvel em Bens e Direitos, enquanto o saque do FGTS ficará em Rendimentos Isentos e não Tributáveis, por exemplo.

Agora que você já conhece o passo a passo e entendeu como usar o FGTS para comprar um imóvel, vai ficar bem mais fácil sair em busca de outro lar, não é mesmo? Lembre-se de contar com uma imobiliária de confiança para auxiliar e acompanhar todo o processo.

E então, o que achou deste conteúdo? Ele ajudou você a entender como funciona o uso do FGTS na compra do imóvel? Deixe um comentário!

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Financiamento da Caixa: esclarecemos 4 mitos para você

Você sonha com a casa própria, mas não sabe por onde começar? Certamente, já “ouviu dizerem” muitas coisas em relação às diversas formas de financiamento da Caixa e tenham ficado muitas dúvidas sobre a fidedignidade dessas informações. Será que tudo o que dizem por aí é mesmo verdade?

O financiamento imobiliário continua sendo a alternativa mais viável para as pessoas que desejam adquirir seu imóvel próprio, mas que não possuem os meios necessários.

Durante décadas, a Caixa Econômica Federal se solidificou como a principal operadora dos recursos para habitação no país. Não é à toa, portanto, que a instituição é a mais lembrada quando o assunto é a contratação de crédito imobiliário.

Embora seja uma operação bastante popular, especialmente após o advento do programa “Minha Casa, Minha Vida”, no decorrer da década passada, o financiamento da Caixa está cercado de uma série de mitos que confundem para a tomada de providências para a aprovação do crédito imobiliário.

Para que você se sinta seguro para investir na casa que sempre sonhou, esclarecemos quatro mitos largamente difundidos em relação ao financiamento da Caixa. Confira!

1. Qualquer pessoa pode fazer um financiamento da Caixa

Provavelmente, o mito de que qualquer pessoa poderia financiar um imóvel pela Caixa se popularizou quando o banco passou a operar com o “Minha Casa, Minha Vida”, como o principal responsável pela execução da política habitacional do Governo Federal.

Na prática, as coisas não são bem assim. O comprador precisa comprovar a capacidade de pagamento das parcelas que serão assumidas, além de ser submetido a uma minuciosa análise de crédito que, por si só, é responsável pela eliminação de um número considerável de pretendentes.

Vale destacar, ainda, que a Caixa não financia o valor integral do imóvel. Assim, o comprador deve dispor de recursos próprios para totalizar o valor da compra, em um percentual que pode chegar a até 30%, conforme o imóvel.

2. É possível financiar qualquer imóvel pela Caixa

Esse é outro mito que derruba muita gente. A documentação do bem passa por uma análise rigorosa antes da liberação do financiamento. O registro do imóvel deve estar devidamente regularizado, bem como o pagamento do IPTU.

A Caixa avaliará também as condições físicas do imóvel. Uma das etapas que antecedem a liberação do financiamento é a vistoria, quando um engenheiro da Caixa verifica as condições do imóvel e avalia, além do valor de mercado, se ele reúne condições para ser utilizado como garantia.

3. A liberação é rápida e sem burocracia

Muitas pessoas são pegas de surpresa com a demora na liberação do crédito imobiliário pela Caixa. A tradição que a instituição granjeou no setor ao longo das décadas ajudou a construir o mito de que a aprovação do crédito para o financiamento da Caixa é rápida.

Na verdade, as condições variam conforme cada caso. Alguns processos são realmente mais rápidos, mas algumas liberações de crédito podem demorar meses, especialmente quando há problemas na documentação de um dos envolvidos.

Não são raros os casos em que a validade das certidões apresentadas, logo no início do processo, expira, sendo necessária a expedição de novos documentos.

4. O FGTS pode ser utilizado em qualquer circunstância

É mito! Existem requisitos para a utilização dos recursos do Fundo de Garantia, embora um grande número de pessoas faça quase que instintivamente a associação entre o financiamento imobiliário e o FGTS.

Para começar, é preciso que a conta vinculada receba depósitos por um período de, pelo menos, três anos, não necessariamente consecutivos. Além disso, o titular dos recursos não pode possuir outro financiamento imobiliário ativo, tampouco outro imóvel no mesmo município de residência ou trabalho.

Agora que já desmistificamos os maiores mitos relacionados ao financiamento da Caixa, confira as etapas — verdadeiras — para realizar o seu sonho de adquirir o imóvel próprio:

1. Simulação

Antes de dar início aos trâmites, é importante fazer uma simulação para saber se o imóvel desejado está de acordo com a sua realidade financeira, ou seja, se o financiamento cabe no seu bolso.

A própria Caixa possui um simulador habitacional para ajudar os interessados. Basta informar alguns dados relativos ao valor e à localização do imóvel, além da sua renda mensal e outras informações pessoais.

2. Cadastramento

Uma vez que os valores simulados ficaram dentro do que você consegue pagar, é o momento de realizar o seu cadastro junto à Caixa. Reúna os documentos necessários, informados na própria simulação, e os leve até o banco.

Depois de alguns dias, após a apresentação dos documentos, a Caixa dará o seu parecer quanto à análise de crédito.

Nunca é demais lembrar que é possível realizar a composição de renda, em que são somados os rendimentos de duas pessoas para definir a margem a ser liberada.

O valor das parcelas do financiamento da Caixa não pode ser superior a 30% da renda mensal, por isso a possibilidade de aumentar a margem costuma ser vista com bons olhos pelos compradores.

3. Avaliação do imóvel

Como falamos anteriormente, não é qualquer imóvel que pode ser financiado junto à Caixa. Após a liberação do crédito, o imóvel que você pretende comprar será submetido à avaliação dos técnicos da instituição.

Além da vistoria realizada pelo engenheiro, é nessa etapa que a documentação do bem e dos vendedores é verificada. Somente após concluído o processo de avaliação, a Caixa dará o sinal verde para a concretização do negócio.

4. Contrato

Vencidas todas as etapas anteriores, é o momento da assinatura do contrato. A formalização é realizada na própria agência da Caixa, com a presença dos vendedores e compradores. No contrato, que tem status de escritura até a quitação do financiamento, estão descritos todos os detalhes do bem e da transação.

Após a assinatura, a Caixa liberará o valor financiado para o vendedor. O comprador será responsável por completar o valor do imóvel, o que pode ser feito também com os recursos da conta vinculada do FGTS.

Enquanto o financiamento não for liquidado, o imóvel permanecerá vinculado à Caixa, que poderá exigir a posse do bem caso haja atraso no pagamento das prestações.

Como vimos, não é tão complicado saber como funciona o financiamento da Caixa. Derrubando mitos e entendendo as etapas envolvidas, você reúne plenas condições de fazer um bom negócio.

Você conhece mais algum mito sobre o financiamento da Caixa? Deixe um comentário!

Notícias Imobiliárias

Locador e locatário: tire suas dúvidas sobre o contrato de aluguel

São inúmeros os motivos que levam alguém a alugar um imóvel, entre eles, podemos destacar a necessidade de encontrar uma residência adequada para acomodar a família. No entanto, essa não é uma tarefa fácil e, para ser bem-sucedido, é preciso que locador e locatário conheçam bem as regras do contrato de aluguel.

O seu objetivo é se informar sobre as normas de locação de imóveis antes de fechar um acordo de locação? Neste artigo selecionamos algumas informações para que você tire as suas principais dúvidas sobre nesse processo. Vamos lá?

Quais são as informações que um contrato precisa ter?

Não existe uma regra específica sobre dados que precisem ser incluídos em um acordo de aluguel, mas no documento devem constar todas as informações necessárias para garantir o direito do locador e do locatário.

Por exemplo, é importante que estejam por escrito detalhes sobre a conservação do imóvel, dados pessoais do locatário e do fiador (caso seja solicitado um), valor do aluguel, data de pagamento, multas por atraso de parcelas ou rescisão de contrato, duração do acordo e a forma de reajuste adotada.

Quais são os documentos exigidos para o contrato?

É de praxe que o locador exija os documentos de identidade, CPF e comprovante de renda. Em alguns casos, é solicitada a certidão de antecedentes criminais.

Quando o acordo pede um fiador, é preciso apresentar alguns documentos dele, como: identidade, CPF, certidão de casamento (caso seja casado) junto com a identidade e o CPF do cônjuge, comprovante de renda e certidão de posse de um imóvel sem débito de IPTU.

Que garantias podem ser pedidas pelo proprietário?

Pela lei, não é preciso que o inquilino apresente uma garantia para alugar uma moradia, porém, é muito difícil um proprietário não requerer essa precaução. Geralmente, as garantias exigidas são:

  • fiador: alguém de confiança do inquilino que assuma a responsabilidade de quitar o aluguel caso haja atraso no pagamento;

  • seguro fiança: o locatário desembolsa à vista ou em parcelas uma quantia um pouco maior que a do aluguel. Desse modo, mediante a falta de pagamento de uma mensalidade, o seguro cobre esse valor ao locador;

  • depósito caução: essa quantia é solicitada antecipadamente pelo proprietário como uma precaução para evitar possíveis prejuízos. Normalmente, o valor desse adiantamento é três vezes o do aluguel, e no fim do contrato o proprietário devolverá a soma depositada pelo locatário corrigida pelos juros da poupança.

Quem deve pagar as diversas taxas?

De acordo com a legislação, o IPTU e as taxas do condomínio devem ser pagas pelo inquilino. Por outro lado, o proprietário não deve cobrar a taxa para manutenção do imóvel, pois esses reparos são de responsabilidade do inquilino.

Como deve ser feito o pagamento do aluguel?

Essa questão precisa ser acordada entre locador e locatário, visto que não existe uma regra específica para esse assunto. Porém, as transferências eletrônicas são muito recomendadas por serem mais simples, rápidas e seguras.

Reajuste e revisão do aluguel: existe diferença?

Existe um contraste entre ambos. No caso do reajuste, a quantia do aluguel é atualizada todo ano com base nos índices nacionais de valor da locação. Em contrapartida, a revisão ocorre quando a mensalidade do contrato é aumentada ou diminuída por meio de um acordo entre as partes.

O locatário pode sair do imóvel antes do fim do contrato?

O inquilino tem esse direito. Entretanto, uma multa é paga por essa rescisão e será proporcional ao tempo que resta para findar o contrato. Ou seja, quanto mais prematura for a quebra do acordo, maior será o valor.

Contudo, o locatário fica isento da multa rescisória porque foi transferido por uma empresa para outra região, mas o locador precisa ser notificado trinta dias antes da desocupação do imóvel.

O prazo do acordo entre locador e locatário pode ser estendido?

É claro que sim. Para isso, é necessário o consentimento dos envolvidos no contrato de aluguel. Caso haja um acordo positivo, o locador pode, ao findar o período estipulado de permanência do inquilino, gerar um novo documento com “prazo indefinido” e, assim, conceder a permissão para o locatário continuar morando no imóvel.

Que responsabilidades básicas o inquilino tem?

Entre as principais obrigações do locatário estão:

  • quitar mensalmente as parcelas do aluguel;

  • manter o imóvel em boas condições de conservação;

  • entregar a propriedade ao dono no estado em que estava quando o inquilino entrou nela;

  • permitir a entrada do proprietário para vistorias na residência (desde que agendadas).

O locatário pode reformar o imóvel?

Uma reforma para melhorias ou benfeitorias podem ser feitas pelo locatário desde que o locador seja avisado antes e conceda a permissão para isso. Mas quem pagará por essas melhorias? Nesse caso, o proprietário não é obrigado a arcar com as despesas, mas pode haver um acordo entre as partes para que os custos sejam descontados do valor do aluguel.

Todavia, os gastos por reformas estruturais, causados por terceiros ou desgaste, ficam por conta do locatário.

E que responsabilidades principais o proprietário possui?

O locador deve entregar o imóvel em boas condições, por isso, é fundamental estar no acordo a descrição do imóvel e em quais condições ele foi entregue ao inquilino. Além disso, o dono da propriedade precisa cumprir à risca as regras estipuladas no acordo.

A casa pode ser vendida durante o período do contrato?

O proprietário tem esse direito sobre o seu bem. Apesar disso, alguns aspectos devem ser respeitados, como: o inquilino tem preferência na compra do imóvel, os compradores podem visitar a residência no dia e hora previamente agendados pelo locador e locatário, e o dono do imóvel deve dar um prazo de noventa dias para a sua desocupação.

Caso o novo proprietário queira alugar a residência, haverá um repasse de locação, e o inquilino poderá permanecer no imóvel.

E se o locatário devolver o imóvel com defeito?

Segundo a lei do inquilinato, o locatário precisa entregar o imóvel nas mesmas condições em que o recebeu, caso contrário, o dono poderá mover uma ação judicial contra ele.

Apesar de ser uma tarefa árdua, é muito gratificante quando encontramos um imóvel que se encaixa direitinho em nossas necessidades. Melhor ainda, é quando temos a tranquilidade de possuir um contrato de aluguel que assegure nossos direitos. Sendo assim, siga as sugestões deste artigo e seja muito feliz na sua nova residência!

O que achou de nosso artigo? Ele tirou suas dúvidas sobre as responsabilidades do locador e locatário? Tem mais algum questionamento? Deixe seu comentário no post!

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Tipos de financiamento imobiliário: conheça 4 opções

Qual brasileiro não sonha em conquistar uma casa própria para a sua família e nunca mais ter que se preocupar com aluguel? Mas o alto valor dos imóveis, especialmente após a valorização imobiliária dos últimos anos, é um fator que dificulta a realização desse desejo.

Então, já que os altíssimos valores à vista transformam essa aquisição em uma missão impossível, o financiamento imobiliário é única opção disponível para que o grande valor do pagamento seja quitado a longo prazo.

Por isso, no post de hoje você vai conhecer diferentes tipos de financiamentos que podem agilizar a compra de uma moradia própria, além de conhecer as principais características de cada um deles. Confira!

1. SAC

O Sistema de Amortizações Constantes (SAC) é um dos mais populares entre os brasileiros porque permite que as primeiras parcelas do pagamento sejam maiores, de forma que o devedor lide com cada vez menos gastos ao longo do tempo.

Essa é uma boa opção para quem já conseguiu poupar dinheiro suficiente para dar entrada no imóvel e não quer ver o seu orçamento comprometido, já que a amortização tornará mais acessíveis os valores a se pagar.

Grosso modo, isso promove mais segurança para o comprador, que fica a salvo de possíveis imprevistos e incertezas futuras.

Além de a taxa de juros ser decrescente, a correção mensal também se dá por meio da Taxa Referencial (TR), que é calculada a partir da Taxa Básica Financeira (uma média das aplicações de Certificados e Recibos de Depósitos Bancários emitidos por instituições financeiras do Brasil).

As taxas dessas aplicações — que nada mais são do que títulos de dívidas usadas para captação de recursos pelos bancos — tendem a acompanhar a evolução da principal taxa de juros no Brasil: a Selic. Sendo assim, o crescimento de uma afeta também a elevação da outra.

E tanto as taxas de juros quanto a TR são as mesmas para todas as modalidades aqui apresentadas, com exceção do “Minha Casa Minha Vida”. Apesar de ambas impactarem o preço do imóvel, poucos compradores se atentam para as suas oscilações na hora de assinar o contrato.

2. Sistema Price

Na Tabela Price, as prestações são fixas e as amortizações crescentes. Sendo assim, o comprador começa a pagar parcelas mensais mais baixas que a do SAC, por exemplo, mas vai desembolsando dinheiro ao longo do tempo para as prestações futuras, que ficam mais altas.

Isso significa que, nos primeiros meses, a maior parte do valor da prestação está atrelada ao pagamento dos juros, junto ao valor de uma pequena amortização. No restante das parcelas, a quantia referente aos juros já é menor, pois o saldo devedor diminui com o pagamento de antes.

No Brasil, o valor das prestações pode variar de acordo com a inflação, já que a TR costuma ser fixada após o fechamento do contrato de financiamento imobiliário. O prazo máximo para a finalização do pagamento é de 20 anos, e apenas 25% da renda familiar pode ser comprometida.

No geral, essa não é uma opção muito interessante para o profissional que não tiver o próprio salário reajustado na mesma proporção da sua dívida. Afinal, as prestações podem chegar a comprometer seu orçamento no futuro.

3. SACRE

Recentemente, o Sistema de Amortização Crescente (SACRE) é muito explorado pela Caixa Econômica Federal. Trata-se de um financiamento imobiliário com taxas de juros decrescentes, parcelas constantes e amortização crescente.

Essa opção é um pouco parecida com a SAC, porém, em vez de diminuir, as cotas mensais se mantêm relativamente estáveis enquanto a amortização aumenta. E, com o passar do tempo, o valor das parcelas também tende a cair.

O SACRE pode ser uma boa escolha para que não possui um poder aquisitivo muito alto, já que o valor das primeiras prestações são mais baixas, em comparação ao SAC, e o tempo de financiamento possui um limite maior do que o oferecido pelo Sistema Price.

O prazo máximo para a quitação da dívida é de 25 anos, e o valor das prestações pode comprometer até 30% da renda do consumidor do imóvel.

4. Minha Casa Minha Vida

Criado pelo Governo Federal em 2009, o programa “Minha Casa Minha Vida” é um princípio de inclusão social que tem como objetivo facilitar o acesso a uma moradia própria para famílias de baixa renda.

Para isso, a opção oferece um financiamento imobiliário com menos burocracias e baixa taxa de juros. O programa se divide em duas modalidades:

Famílias que recebem até R$ 1600 por mês

Essas pessoas podem receber uma opção de financiamento para até 95% do valor total do imóvel, e com juros reduzidos. Nesse caso, o valor mínimo de cada parcela seria de R$ 25, com um prazo máximo de dez anos para quitar a dívida.

Famílias que recebem até R$ 5000 por mês

Com essa renda, o governo não vai subsidiar o valor da habitação, mas os juros continuam com um valor abaixo do que é normalmente praticado no mercado. Nessa modalidade, a dívida poderá ser paga em até 30 anos.

As famílias que não são beneficiadas por essa iniciativa certamente terão dificuldades em encontrar opções para financiar imóveis tão vantajosas no mercado imobiliário. Atualmente, cerca de 10,5 milhões de brasileiros são contemplados com essa oportunidade.

Por fim, vale ressaltar que o ”Minha Casa Minha Vida” possui regras próprias, que todos os bancos devem acompanhar. Por isso, não há muita diferença nas características do financiamento em instituições diferentes — embora o banco que receba mais solicitações desse programa seja a Caixa Econômica Federal.

De fato, o financiamento imobiliário pode ser uma dos compromissos mais sérios que você deverá tomar ao longo da vida, já que você está prestes a lidar com pagamentos mensais durante muito tempo.

Por isso, não deixe de analisar todas as opções do mercado com cautela, e procure aquela que oferecer as melhores condições em taxas de juros e tempo de quitação da dívida. E lembre-se: você só deve assinar o contrato depois de pensar bastante — vale até consultar um advogado, se sentir necessidade.

E aí, gostou do post? Quer saber mais sobre os principais tipos de financiamentos imobiliários disponíveis no mercado? Entre em contato conosco e descubra como podemos ajudar!

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O guia definitivo do financiamento da Caixa para comprar imóvel

Quem está pensando em adquirir um imóvel, mas não dispõe do todo o dinheiro para fazer um pagamento à vista, pode encontrar no crédito imobiliário uma boa alternativa. Afinal, apenas com o valor da entrada e com a complementação feita com o dinheiro emprestado pelo banco é possível realizar esse objetivo.

Contudo, é preciso avaliar as modalidades de financiamento existentes e as opções oferecidas pelas várias instituições financeiras, uma vez que pode haver diferenças significativas nos juros cobrados.

Neste guia, vamos analisar como funciona o financiamento da Caixa Econômica Federal (Caixa), que cobra as menores taxas do país. Também analisaremos se vale a pena buscar os recursos junto ao banco e indicaremos caminhos que facilitarão a obtenção do crédito. Confira!

1. O que é o financiamento da Caixa?

Fundada em 1861, a Caixa é uma empresa pública do Governo Federal que figura em segundo lugar no ranking dos bancos brasileiros, encerrando 2016 com ativo total de R$1,242 trilhão, atrás apenas do Banco do Brasil. De acordo com o Decreto Lei nº 759, de 1969, ela opera como instituição financeira que tem finalidades sociais.

Portanto, como determina o decreto, a Caixa deve conceder empréstimos e financiamentos de natureza assistencial, cooperando com as entidades de direito público e privado na solução dos problemas sociais e econômicos.

Nesse sentido, o banco opera de maneira especializada no setor habitacional, se apresentando como sociedade de crédito imobiliário e principal agente do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), que sucedeu o antigo Banco Nacional da Habitação (BNH). Sendo assim, ela tem como uma das suas finalidades principais fornecer recursos para que a população brasileira consiga adquirir a casa própria.

Em outras palavras, isso significa que o financiamento da Caixa deve apresentar condições mais favoráveis do que as dos seus congêneres, ofertados por outros bancos.

1.1 O SFH

Criado em 1964, o BNH foi sucedido pelo SFH, mantendo a mesma natureza social de conceder crédito à população brasileira, a fim de dar condições de acesso à casa própria. Ele emprega recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE) e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que são canalizados para a construção, reforma ou para compra de imóveis residenciais.

Pelo SFH podem ser adquiridos imóveis como valor limite de R$ 950 mil, quando localizados no Distrito Federal e nos estados de Minas Gerais, Rio Janeiro e São Paulo, e R$ 800 mil, para imóveis nos demais estados da União.

As taxas de juros cobradas pela Caixa no SFH são a partir de 9,75% ao ano, abaixo do limite do sistema, que é fixado em 11% ao ano. Além disso, quem é optante do FGTS pode utilizar o saldo do fundo para o pagamento de parte do financiamento ou para a quitação do imóvel.

O prazo máximo de pagamento é de 35 anos e pode ser financiado até 90% do imóvel, se ele for novo, e 70% para imóvel usado. As parcelas não podem ultrapassar 30% da renda apresentada.

1.2 Pró-cotista

O sistema Pró-cotista tem regras idênticas às do SFH e se destina a atender exclusivamente aos trabalhadores que sejam titulares de contas vinculadas ao FGTS. Para ter acesso ao financiamento, é necessário que o trabalhador também cumpra as regras que seguem descritas:

  • ele deve trabalhar há pelo menos três anos sob o regime do FGTS. A contagem do tempo é feita considerando os períodos consecutivos ou não que tenham sido trabalhados na mesma empresa ou em empresas diferentes;

  • é preciso comprovar contrato de trabalho ativo, inclusive quando os recolhimentos devidos não tenham sido realizados pelo empregador, o que significa que a conta não terá saldo;

  • caso não haja contrato ativo, é possível apresentar contrato de trabalho inativo que tenha gerado saldo em conta vinculada do FGTS na data da concessão do empréstimo. O saldo deve corresponder a, no mínimo, 10% do valor do imóvel, na avaliação da Caixa;

  • o proponente não pode ser proprietário ou promitente comprador de imóvel residencial pronto ou em construção que esteja na região metropolitana do local onde reside na atualidade ou onde exerça a ocupação principal;

  • ele também não pode ser titular de outro financiamento ativo em qualquer parte do território nacional que tenha sido concedido pelo SFH.

1.3 SFI

A Caixa também financia imóveis com valores superiores a R$ 950 mil, até o limite de R$ 3 milhões. Esse financiamento pode ser feito por intermédio do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), outra modalidade de crédito, que não utiliza recursos do FGTS. O limite de financiamento é de até 80% do valor do imóvel.

As taxas de juros do SFI variam de acordo com o nível de relacionamento do mutuário com o banco e ficam limitadas a 12,5% ao ano.

1.4 Minha Casa Minha Vida

A Caixa atua com o Programa Minha Casa Minha Vida que, com as novas regras anunciadas pelo Governo Federal em 2017, ampliou a abrangência. Agora, têm acesso à linha de crédito habitacional do programa famílias com renda mensal de até R$ 9 mil, enquanto anteriormente o rendimento era limitado a R$ 6,5 mil.

O Minha Casa Minha vida se distribui em quatro faixas de renda, cada uma delas obedecendo às regras descritas a seguir:

Faixa 1

Na Faixa 1 do Minha Casa Minha Vida estão os imóveis residenciais destinados a famílias com renda bruta mensal limitada em R$ 1,8 mil. Os preços máximos dos imóveis são estipulados de acordo com a localidade e 90% do valor pode ser custeado pelo programa, havendo ainda a possibilidade de concessão de subsídio para a compra, dependendo da renda familiar apresentada à Caixa.

Os imóveis são entregues aos interessados que tenham se cadastrado junto ao Minha Casa Minha Vida, o que pode ser feito na própria Caixa, e que sejam ganhadores dos sorteios que são feitos nas cidades onde os empreendimentos são construídos.

Faixa 1,5

A Faixa 1,5 contempla famílias com renda mensal acima à da Faixa 1 e limitada a R$ 2,6 mil. Os subsídios podem chegar a R$ 45 mil, com valor máximo do imóvel fixado em R$ 135 mil, também dependendo da localização.

Para obter o benefício, o interessado deve seguir os mesmos passos estabelecidos para a Faixa 1, se cadastrando na Caixa e aguardando a realização do sorteio para a entrega do imóvel.

Faixa 2

Famílias com renda superior à da Faixa 1,5 até o limite de R$ 4 mil se enquadram na Faixa 2 e não precisam se cadastrar. Basta solicitar o financiamento direto na Caixa, que fará uma análise de crédito para definir o valor do subsídio.

Faixa 3

Famílias com renda superior a R$ 4 mil, limitada a R$ 9 mil, podem se beneficiar do Minha Casa Minha Vida, obtendo um financiamento com recursos do FGTS e taxa de juros de, no máximo, 8,16% ao ano, que é bastante inferior às demais praticadas pelo mercado.

Para se habilitar ao programa, além da renda familiar adequada, o candidato também não pode ser beneficiário de qualquer outro programa público que conceda parte de pagamento de um imóvel ou taxas de juros reduzidas. Essa condição é verificada pela Caixa antes da concessão do financiamento.

Também não há sorteio. Basta que os interessados se dirijam a uma agência da Caixa para fazer o cadastro, que será submetido à análise. O valor limite dos imóveis também varia, de acordo com a localidade onde eles se situam.

1.5 Sistemas de amortização adotados pela Caixa

O sistema de amortização influencia na forma como a parcela mensal do financiamento é composta. Como ocorre com todo tipo de empréstimo, além das taxas e seguros que são cobradas nos financiamentos imobiliários, há também a cobrança de juros e da parcela referente ao valor principal do crédito.

Portanto, quando uma parcela é paga, está sendo pago parte do valor emprestado e outra parte correspondente aos juros. O sistema de amortização influencia nessa relação e tem peso sobre os valores das parcelas e no custo final do empréstimo, o que torna importante conhecê-lo. Confira quais são as modalidades utilizadas pela Caixa:

Tabela Price

Pela Tabela Price, durante todo o período em que o financiamento é pago, as parcelas permanecem fixas, com uma parte maior da parcela formada pelos juros e a parte menor formada pelo principal da dívida. Com o tempo, essa situação vai sendo invertida e o mutuário passa a pagar uma quantia menor referente aos juros e uma quantia maior referente ao principal da dívida.

A Tabela Price oferece a vantagem das prestações iniciais serem menores do que seriam, se utilizado o Sistema de Amortização Constante (SAC), que veremos a seguir. Porém, no final, o custo do empréstimo pelo sistema Price é maior do que seria pelo SAC.

Para formar uma ideia de como funciona o sistema, a Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac) fez uma simulação de um empréstimo qualquer, com valor de R$ 100 mil — com juros anuais de 14% e com prazo de pagamento de 10 anos. Utilizando a Tabela Price, teríamos parcelas fixas mensais de R$ 1.552,66. O total pago seria de R$ 186 mil, desconsiderando eventuais taxas e seguros. Portanto, ao valor emprestado, houve um acréscimo de R$ 86 mil pelo serviço dos juros.

SAC

No SAC, o valor da amortização é fixo, enquanto os juros são decrescentes ao longo do período. Ou seja, ao longo do tempo, a amortização da dívida cresce, enquanto o serviço dos juros cai. Com isso, as prestações também decrescem.

Contudo, como desvantagem numa comparação com a Tabela Price, esse sistema apresenta o fato da parcela inicial da prestação ser maior. Por outro lado, o valor final do financiamento é menor.

Retomando a simulação da Anefac, para um empréstimo bancário de R$ 100 mil, teríamos uma prestação inicial de R$ 2 mil, cerca de R$ 450 mais cara do que pelo sistema Price. Mas, a parcela final seria de R$ 879,93 e a soma de todas as parcelas totalizaria R$ 172 mil. Ou seja, R$ 14 mil a menos que pelo sistema Price.

Em um comparativo entre o sistema Price e o SAC é possível dizer que, com parcelas menores no início, o primeiro facilita o financiamento para quem não tem como arcar com valores mais altos. Por outro lado, o custo final do empréstimo é menor no segundo caso.

SIM

O Sistema de Amortização Mista (SIM) é uma combinação entre a Tabela Price e o SAC. Por ele, as prestações são crescentes até um determinado tempo e depois começam a cair.

2. Como funciona o financiamento da Caixa?

Como qualquer instituição financeira, a Caixa também trabalha com base em garantias de pagamento dos empréstimos que faz e também no relacionamento que o mutuário mantém com o banco. Sendo assim, quanto maior for a capacidade de comprovação de renda que um candidato tiver, melhores são as chances de ele obter o financiamento.

Além disso, quem mantém bom relacionamento com a instituição pode conseguir taxas de juros mais baixas e essa condição é ainda mais favorável para quem é servidor público.

2.1 Relacionamento

Veja a comparação tomando por base um financiamento pelo SFH: a taxa balcão, que é aquela taxa de juros concedida a qualquer pessoa que não tenha relacionamento com o banco, é hoje de 11% ao ano. Para quem mantém um relacionamento, ela é reduzida para 10,75%. Com relacionamento mais conta salário, os juros são fixados em 10,25% ao ano, o mesmo valor que é ofertado a servidores públicos que não têm relacionamento com o banco.

Do servidor público que tem conta salário na Caixa é cobrado 9,75% de juros ao ano no financiamento pelo SFH.

2.2 Garantias

Como garantia de pagamento, a Caixa exige uma comprovação de renda compatível com o valor solicitado de financiamento. Além disso, como já vimos, no SFH o valor da prestação não pode exceder a 30% da renda mensal do mutuário. No SFI não há essa limitação.

Além disso, a Caixa registra como garantia de pagamento do empréstimo o próprio imóvel adquirido, que fica alienado à instituição, até que seja feita a quitação do financiamento. Naturalmente, para comprovar que o imóvel de fato vale o preço pelo qual ele está sendo negociado, o banco faz uma avaliação do bem.

2.3 Uso do FGTS

O trabalhador que deseja utilizar o FGTS no pagamento do financiamento precisa cumprir as mesmas condições estabelecidas para o sistema Pró-cotista, já apresentado no tópico 2.2 deste guia.

3. Vale a pena financiar imóvel pela Caixa?

A decisão pela compra de um imóvel está vinculada a fatores bastante objetivos e outros que são subjetivos, mas também muito importantes. Objetivamente, é possível pensar nas vantagens patrimoniais e de atendimento à necessidade de moradia que um imóvel próprio apresenta. Entre as subjetivas, vale destacar a satisfação que a realização de um desejo proporciona. Sendo assim, a intensidade de cada um dos fatores, tanto dos objetivos quanto dos subjetivos, determinará o momento em que a pessoa deve se decidir pela compra.

Ora, considerando que nem sempre essa decisão coincide com a disponibilidade de dinheiro suficiente para fazer um pagamento à vista, como já mencionamos na introdução deste guia, o crédito imobiliário se apresenta como uma alternativa viável para quem consegue cumprir às condições estabelecidas pelas instituições financeiras com critério para liberação.

Contudo, é importante ressaltar que existem as várias linhas de crédito que foram mencionadas acima e que outros bancos também concedem financiamentos habitacionais. Ainda vale dizer que existe a alternativa do consórcio imobiliário, que também pode ser uma forma interessante de acesso ao imóvel próprio, que merece ser analisada.

Então, como avaliar se é interessante financiar um imóvel pela Caixa e qual linha de crédito escolher? Para responder a essas perguntas, é preciso fazer uma análise sobre as linhas de financiamento oferecidas pela Caixa comparando-as com as demais oferecidas por outros bancos e com os consórcios. Para ajudar nessa análise, seguem algumas dicas:

3.1 Saiba com precisão qual a renda familiar disponível

Com uma definição precisa da renda familiar que pode ser comprovada, é possível verificar em qual ou em quais das categorias de financiamento apresentadas aqui o candidato poderá se enquadrar.

3.2 Defina um valor de imóvel

Também é importante ter clareza sobre o valor do imóvel a ser adquirido, uma vez que, como já vimos, as várias modalidades de financiamento estão condicionadas a preços limites para as habitações.

3.3 Compare as taxas de juros da Caixa com as praticadas por outras instituições

Sobretudo no que diz respeito aos juros, a Caixa oferece condições de financiamento que são mais vantajosas do que as praticadas por outros bancos. Vale a pena pesquisar para confirmar essa situação.

3.4 Compare os sistemas de amortização

A escolha do sistema de amortização deve ser feita considerando a disponibilidade de dinheiro em dado momento e também o custo final do imóvel. Eventualmente, pode ser necessário assumir um valor final maior, caso não seja possível pagar parcelas iniciais mais altas. Caso contrário, pode ser preferível arcar com prestações mais caras e pagar menos pelo financiamento.

3.5 Não se esqueça do consórcio

O consórcio imobiliário, que também é um produto oferecido pela Caixa, pode ser uma opção interessante, uma vez que ele não cobra juros. Porém, é preciso avaliar as características dessa modalidade de crédito, que devem ser compatíveis com a necessidade do comprador.

Afinal, utilizando o consórcio, a compra do imóvel somente será possível a partir do momento em que o consorciado receber a carta de crédito, o que pode acontecer rapidamente, se ele for sorteado ou tiver dinheiro bastante para dar um lance vencedor nos leilões que as administradoras realizam. Se nenhuma dessas situações ocorrer, a demora será muito grande, o que torna o sistema inviável para quem deseja se mudar logo.

Portanto, se estamos falando de uma pessoa que precisa comprar um imóvel imediatamente e que não obteve taxas de juros mais baixas em outro banco, não há dúvidas de que, para ela, o financiamento da Caixa vale a pena.

4. Como ser aprovado no financiamento da Caixa?

A Caixa é bastante criteriosa na análise da situação cadastral dos candidatos aos financiamentos que ela concede. Portanto, para evitar idas e vindas ou mesmo o dissabor de ter uma proposta negada, é interessante tomar alguns cuidados preliminares.

4.1 Defina o tipo de financiamento que deseja solicitar

De acordo com a sua renda e com o valor do imóvel que deseja comprar, é importante que você saiba exatamente em qual categoria de financiamento você pode se enquadrar. Com isso, é possível evitar um pedido de financiamento para um imóvel de valor incompatível com a categoria, o que resultará numa reprovação, e também garantir que os custos do financiamento sejam apropriados.

4.2 Tenha o nome limpo

A Caixa verifica junto às instituições de análise de crédito se a pessoa não está com dívidas em aberto na praça e exige uma série de certidões negativas, a fim de verificar se ela não deve a União. Portanto, antes mesmo de apresentar a proposta ao banco, é fundamental que todas as pendências sejam sanadas.

Caso contrário, se na avaliação do crédito for detectada alguma inadimplência, o fato servirá como sinal de risco que a instituição correria, caso concedesse o financiamento nessas condições.

É preferível quitar as dívidas completamente, uma vez que negociações não têm impacto positivo sobre o histórico de crédito das pessoas. Contudo, se não houver outra saída, é melhor a negociação do que manter a inadimplência.

4.3 Faça a simulação

A simulação do financiamento serve para definir quanto de dinheiro será necessário para dar de entrada no imóvel e quanto será pago ao longo dos anos. Fazendo a simulação, é possível antecipar as exigências que o banco fará nesse sentido, o que melhora as chances de aprovação.

Além disso, com a simulação fica mais fácil encontrar o tipo de financiamento que é apropriado para o seu perfil. Com esse cuidado, por exemplo, pode ser evitada a contratação de um financiamento com prazo de pagamento muito curto, que colocaria as parcelas em valores acima de 30% da sua renda mensal, o que inviabilizaria o financiamento pelo SFH, se essa for a sua opção.

4.4 Tenha um bom valor de entrada

O crédito imobiliário exige que o candidato tenha um valor para dar de entrada, que deve ser de, no mínimo, 10%, considerando um financiamento pelo SFH para imóvel novo. Contudo, quanto maior for o valor disponível para a entrada, melhor será a avaliação da Caixa, aumentando as chances de aprovação.

Além disso, dando uma boa entrada é possível buscar um financiamento com prestações mais baixas e com prazo de duração mais curto.

4.5 Seja cliente da Caixa

Como vimos neste guia, o relacionamento com o banco é um dos critérios que favorece a liberação do financiamento com condições mais atrativas. Portanto, para aumentar as chances de aprovação do pedido de financiamento, é importante abrir uma conta na Caixa.

A movimentação da conta oferecerá ao banco garantias maiores sobre a sua capacidade de pagamento da dívida, o que ajuda na análise. Portanto, cuide para que seja mantido um bom saldo médio e evite a todo custo que ele fique negativo, o que será considerado pelo gerente na avaliação da sua proposta.

4.6 Tenha em mãos todos os documentos exigidos

Um documento faltando ou que esteja errado é suficiente para que o pedido de financiamento seja negado. A documentação varia de caso para caso, considerando alguns fatores como, por exemplo, o estado civil e a situação de emprego.

Sendo assim, informe-se na Caixa sobre os documentos que precisam ser reunidos levando em conta o seu perfil, e providencie tudo com antecedência.

O financiamento da Caixa pode ser a solução para quem está buscando a casa própria. Com este guia em mãos, estamos certos de que você conseguirá alcançá-lo com maior tranquilidade e de maneira mais rápida!

Se você ainda tem dúvidas ou se deseja dar a sua opinião sobre o assunto, deixe um comentário!

Notícias Imobiliárias

Por que anunciar imóvel na internet? Descubra aqui!

Que a internet está cheia de oportunidades para quem quer vender ou comprar algo, todo mundo já sabe. Mas as opções vão muito além de roupas, eletrônicos, livros ou gadgets. Cada vez mais as pessoas procuram o meio on-line para anunciar carros, lotes e até mesmo apartamentos ou casas.

Seja por meio de um site de uma imobiliária, classificados on-line, grupos em redes sociais ou anúncios patrocinados, marcar presença na web é a estratégia que faltava para negociar com praticidade, conforto e também muita rapidez.

Neste post você vai entender por que anunciar imóvel na internet pode ser o que você precisa para fechar seu negócio. Acompanhe!

Crescimento da mídia

De acordo com dados atuais da pesquisa brasileira de mídia e do Projeto Inter-Meios, a internet é o segundo meio de comunicação mais utilizado no país, no qual cerca de 10 milhões de brasileiros procuram por imóveis todos os meses.

Com a popularização desse acesso por meio dos smartphones, a tendência é que esse número aumente cada vez mais, já que a maioria dos compradores está sempre conectada, independentemente do horário ou local em que se encontram.

De acordo com essa realidade, o anunciante só tem a ganhar quando utiliza o meio on-line, pois é onde ele consegue um alto nível de visibilidade, além de mais chances de alcançar a pessoa certa com seu anúncio.

Ausência de barreiras geográficas

Além de ser eficaz e interessante, anunciar imóvel na internet oferece uma boa abrangência, não só para chegar ao público local, mas também para atingir uma escala de potenciais clientes bem maior do que você imagina, especialmente se quiser acessar um mercado externo.

Se uma pessoa que mora em outra cidade, estado ou país tem planos de se mudar e necessita alugar ou comprar um imóvel novo, ela terá muitas chances de encontrar a sua oferta devido ao fácil acesso à internet. As possibilidades on-line são amplas e quase ilimitadas.

Melhor custo-benefício

Os canais digitais, quando não são gratuitos, apresentam alta rentabilidade para os anunciantes que optam pelos serviços pagos, no intuito de conseguir uma maior divulgação ou performance nas vendas.

Isso porque as tarifas são normalmente definidas por meio de uma combinação de tamanho, localização e site em que o anúncio é divulgado, levando em consideração o seu desempenho e demanda.

Tendo em vista que o alcance da internet é imenso, a divulgação nesse meio é muitas vezes mais barata do que na maioria dos tradicionais canais off-line, como os impressos.

Alto nível de interatividade

Há algum tempo, quando ainda não era possível anunciar imóvel na internet, a maior parte das imobiliárias investia mais em meios como jornais, revistas e catálogos. Com isso, o espaço disponível para mostrar fotos ou passar as informações necessárias sobre os imóveis era restrito.

Webpages, ao contrário dos meios impressos, não possuem tantos limites, o que permite que a apresentação e descrição de imóveis seja bem mais abrangente e estratégica, incluindo todas as informações necessárias para atrair o público que deseja alugar ou comprar um imóvel.

Algumas plataformas oferecem até mesmo álbuns de fotos em alta resolução, vídeos, passeios virtuais e experiências em 3D para que o internauta conheça melhor o local anunciado. Todos esses recursos são capazes de aumentar o engajamento do cliente em potencial.

Mais praticidade e rapidez

Com apenas um clique, você coloca ou retira um anúncio do ar. Sua oferta fica disponível para o mundo inteiro. Qualquer comprador tem a conveniência de poder te contatar a qualquer hora para sanar suas dúvidas ou fazer uma negociação direta. E você ainda pode responder quando quiser.

A internet permite que qualquer pessoa faça uma busca imobiliária sem a ajuda ou intervenção de um corretor. Isso possibilita a comparação de propriedades, restrição de escolhas e menos tempo desperdiçado, tanto para o anunciante quanto para o potencial comprador.

Essa flexibilidade que dificilmente é encontrada nas outras mídias permite que você antecipe as necessidades do cliente, modifique seus anúncios com rapidez e os mantenha disponíveis 24 horas por dia, 7 dias por semana. Tudo isso com muita facilidade e sem dores de cabeça.

Mais filtragem de público

É possível direcionar o seu anúncio de forma a encontrar o grupo certo de potenciais clientes de acordo com sua classe social, localização, gostos etc. Isso ocorre porque a internet permite a customização de informações.

As redes sociais e mecanismos de busca como o Google tentam fazer com que o conteúdo exibido para o usuário seja o mais personalizado possível, de acordo com seus interesses próprios. Isso implica em mais facilidade para encontrar o cliente certo.

Além disso, o anunciante sempre tem a opção de procurar o tipo de site, fórum ou grupo de rede social mais adequado para seus anúncios. Assim, fica mais fácil atingir o comprador com a informação que ele deseja em um formato comunicativo.

Mais liberdade

Mensurar resultados, conhecer melhor seu público e traçar estratégias para uma melhor divulgação do seu anúncio são tarefas que podem se tornar muito mais fáceis e simples de se realizar com o uso de recursos on-line.

Durante esse processo, o anunciante tem a liberdade de experimentar todos esses métodos junto às novas formas de expor sua venda, testando o que pode ou não funcionar para o sucesso do seu anúncio. Fazer o mesmo com o uso da mídia off-line não seria apenas caro, mas também arriscado.

Além disso, a grande rede também oferece a liberdade para compartilhar informações sem esforço. Isso significa que até mesmo pessoas que não fazem parte do seu público-alvo podem visualizar e repassar as suas informações de venda para alguém que esteja interessado na sua oferta.

Conforme cada vez mais mais pessoas estão aderindo ao uso constante da internet, é possível concluir que todos os anunciantes estão transferindo suas estratégias para o meio on-line, com o intuito de atender às exigências desse público moderno, que está cada vez mais conectado.

Agora que você já sabe por que deve anunciar imóvel na internet, que tal procurar quem entende do assunto para divulgar sua oferta com eficiência e praticidade? Entre em contato conosco e veja como podemos ajudar!